EVEO acelera private cloud e infraestrutura de IA e reorganiza a operação comercial
Com aporte de R$ 100 milhões da XP Asset e meta de R$ 500 milhões em receita até 2030, a companhia cria quatro frentes comerciais especializadas para capturar a migração de cargas críticas e a demanda por GPU
Salvador, 30/06/2026 – A EVEO reorganizou sua operação comercial para acelerar o crescimento em private cloud e infraestrutura de inteligência artificial, dois mercados pressionados por três movimentos simultâneos: a migração de ambientes VMware após a mudança de licenciamento da Broadcom, a exigência de soberania de dados sob a LGPD e a corrida por capacidade de GPU no Brasil. Para sustentar essa expansão, a companhia criou quatro frentes comerciais especializadas, promoveu Matheus Vanzin (foto) e Túlio Christianini a diretorias e contratou Daniel Brito, executivo com passagem pela HostDime.
O que está mudando no mercado
Empresas que rodam cargas críticas em ambientes virtualizados passaram a reavaliar custo e dependência após as mudanças no modelo de licenciamento VMware. Ao mesmo tempo, o avanço da LGPD e a sensibilidade sobre onde o dado reside elevaram a demanda por uma alternativa nacional aos provedores globais. Soma-se a isso a escassez de capacidade de GPU para projetos de IA, e abre-se uma janela para provedores brasileiros de infraestrutura de missão crítica.
A EVEO atua nesse ponto: é referência em GPU as a service no Brasil, opera cinco data centers Tier III e oferece migração assistida de nuvem pública para nuvem privada exatamente as demandas que mais cresceram nos últimos anos.
Por que reorganizar agora
A EVEO era tradicionalmente reconhecida pelo atendimento a empresas de tecnologia e provedores que revendem sua infraestrutura. Esse perfil de cliente continua relevante, mas a companhia passou a atender, em volume crescente, organizações que usam a infraestrutura para sustentar operações próprias em private cloud, IA e ambientes de missão crítica. São projetos mais complexos, com ciclos de venda mais longos e maior exigência técnica, que pedem especialização comercial.
Por isso, a área comercial passou a operar em quatro frentes dedicadas: contas transacionais, relacionamento com a base, contas consultivas e contas estratégicas. O objetivo é especializar o atendimento por perfil de cliente e por momento da jornada, ganhando escala sem perder qualidade na gestão dos mais de 3.000 clientes atendidos hoje.
As lideranças que sustentam a estrutura
Matheus Vanzin, há sete anos na EVEO e até então gerente comercial, assume a diretoria de vendas transacionais e relacionamento com a carteira de clientes.
Túlio Christianini, que liderava a área de Arquitetura, assume a diretoria de contas consultivas e estratégicas. Com mais de 20 anos de experiência em estratégias comerciais em empresas de tecnologia, responde pelos projetos de maior complexidade, incluindo migração de nuvem pública para privada e infraestrutura para IA.
Daniel Brito chega da HostDime, com cinco anos de experiência em Data Center e Cloud Computing, para a gerência da operação transacional, com a missão de escalar a operação, elevar a performance das equipes e fortalecer o Inside Sales.
Lastro para a expansão
A reorganização acompanha o aporte recente de R$ 100 milhões da XP Asset, destinado a investimentos em infraestrutura, expansão geográfica e novas ofertas. A meta da EVEO é alcançar R$ 500 milhões em receita até 2030.
“O mercado mudou e a EVEO mudou com ele. Hoje atendemos demandas muito mais complexas em private cloud e IA, e estamos posicionados para capturar a migração de empresas que buscam uma alternativa nacional, soberana e de missão crítica. Essa nova estrutura nos permite ganhar escala sem abrir mão da proximidade com o cliente”, afirma José Bermejo, Chief Revenue Officer (CRO) da EVEO.





