Original aposta na nuvem híbrida para oferecer serviços de Open Banking

Salvador, 20/07/2021 – Como parte da estratégia de usar a tecnologia para oferecer os melhores produtos e serviços financeiros para os clientes, uma das apostas do Original – primeiro banco digital completo – é a de utilizar a cloud híbrida (pública e privada) para rodar os serviços de Open Banking para correntistas e instituições parceiras. A partir dessa infraestrutura, o banco quer ganhar escalabilidade, rapidez e flexibilidade para acelerar inovações que favoreçam todo o ecossistema.

“O Original nasceu, em 2016, já no conceito de Open Banking, quando as pessoas nem falavam sobre o assunto no país” afirma Everton Sims de Queiroz, gerente-executivo de infraestrutura de TI do Original. O banco baseou, desde o princípio, toda a sua arquitetura de TI com base em APIs visando um modelo aberto.

“E mais uma vez usamos a TI para seguir inovando. Por meio da cloud híbrida, ou seja, da combinação dos melhores recursos da nuvem privada e pública, temos uma infraestrutura preparada para desenvolver soluções inovadoras de forma rápida e suportar as novas demandas de processamento e armazenamento que serão geradas pelo Open Banking e, em breve, pelo Open Finance”, acrescenta.

O executivo conta que o Original tem hoje um time profissionais focados na gestão e administração da infraestrutura de cloud híbrida e atua com uma combinação de parceiros de nuvem pública. O que garante otimização de recursos e de custos e, principalmente, a melhor disponibilidade possível dos serviços.

Ainda de acordo com Everton, o Original começou a desenhar o ambiente para cloud híbrida em 2020, quando implementou alguns serviços do PIX nessa modalidade. “E, neste ano, passamos a utilizar essa infraestrutura para a oferta do Banking as a Service – por meio do qual cerca de 50 fintechs, bancos e instituições financeiras já utilizam as APIs do Original para oferecer serviços e produtos para os clientes. E, após identificarmos que esse modelo trazia benefícios diretos para nós e, principalmente para os nossos clientes, optamos por utilizá-lo como base para o Open Banking”, finaliza.

Sobre o Open Finance

Open Finance é o modelo de sistema financeiro aberto que permite o compartilhamento de dados sobre produtos e informações financeiras entre instituições. A integração de plataformas e de infraestruturas tecnológicas dos bancos participantes e das empresas de serviços financeiros autorizadas pelo Banco Central permitirá aos clientes uma experiência com menos burocracia e mais personalização. Na prática, o Open Finance funciona como uma rede de dados cuja autorização deve ser dada pelos clientes.

A implementação do Open Finance foi dividida em 4 fases pelo regulador. A primeira fase, que teve início em fevereiro, envolveu o compartilhamento de dados de produtos e serviços oferecidos pelas instituições financeiras. Na segunda fase, que começa em 13 de agosto, os clientes poderão abrir seus dados cadastrais e financeiros. No fim de agosto, durante a terceira fase, será a implementação de pagamentos via Pix em estabelecimentos financeiros ou não, com a devida autorização do cliente. Na quarta e última fase, em dezembro, o Open Finance avançará para investimentos, previdência privada e seguros. O Open Finance não trará custo para os clientes.

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