XSITE marca presença no Congresso SUCESU 2026 ao lado de CrowdStrike e Netskope apresentando a evolução da inteligência artificial aplicada à cibersegurança
Salvador, 04 de junho de 2026 – A XSITE chegou ao Congresso SUCESU 2026 como patrocinadora diamante e com uma proposta que vai além de apresentar produtos, a empresa baiana de cibersegurança trouxe ao palco do maior evento de TI do estado uma aula sobre como a inteligência artificial está transformando de forma concreta e mensurável o trabalho de quem protege organizações. Ao lado de seus parceiros estratégicos CrowdStrike e Netskope, a empresa mostrou ao público de gestores de tecnologia que o debate sobre IA na segurança já saiu do campo das promessas e entrou de vez na operação diária.
João Gualberto, CEO da XSITE, conduziu uma apresentação centrada em dois conceitos que resumem a filosofia da empresa. O primeiro é o que ele chama de território de proteção, uma arquitetura de serviço composta por três pilares: a sentinela, que é o monitoramento em tempo real com IA embarcada e agentes com memória dedicada a cada cliente; os rituais de prevenção, que são rotinas recorrentes de melhoria do ambiente; e a inteligência estratégica, que conecta tudo isso à infraestrutura que o cliente já possui. “O que a gente entrega para o cliente é paz e tranquilidade. O território de proteção é esse conceito de entregar a segurança de uma forma objetiva, certinho”, resumiu. O segundo foi a linha do tempo da evolução da plataforma Bright, que a empresa desenvolveu ao longo dos últimos cinco anos e que hoje representa um dos casos mais avançados de aplicação de IA em operações de segurança no Brasil.
A jornada começou em 2020, quando a XSITE substituiu a postura reativa de atendimento por monitoramento automatizado. Em 2022, com a chegada do ChatGPT, a empresa enxergou uma oportunidade e criou Diana, uma assistente que não apenas analisava incidentes, mas acessava a infraestrutura do cliente, cruzava informações de múltiplas soluções de segurança e entregava relatórios contextualizados ao analista. Com o tempo, Diana ganhou uma validadora chamada Valentina, que revisava as respostas antes de entregá-las, corrigindo desvios dos modelos de linguagem da época. Hoje, em 2026, Diana não é mais uma assistente que espera ser consultada, é um agente autônomo embarcado na plataforma, capaz de conter, bloquear e tratar incidentes sem intervenção humana. “Entre 60% e 70% dos incidentes são tratados de forma Zero Touch hoje. Nenhum ser humano toca naquele incidente, porque são casos já conhecidos e ela está treinada para isso”, afirmou Gualberto. O próximo passo, previsto para julho, é a implementação da análise adversarial: um agente que questiona as próprias conclusões da IA, testando hipóteses antes de encaminhar o caso ao analista humano.
A novidade mais recente, já em operação, é a memória persistente dos agentes. Antes, cada incidente era tratado como um evento isolado, sem contexto histórico. Agora, os agentes da plataforma conhecem o histórico do cliente, a arquitetura da rede, as soluções de segurança instaladas e os padrões de comportamento do ambiente. “É como se fosse um funcionário daquela empresa que tem todo o histórico, que conhece a estrutura, que conhece as peculiaridades, para atender aquele cliente com um nível de personalização bastante grande”, explicou o CEO. O papel do analista humano, nesse novo cenário, passou a ser de crítica e supervisão, não de triagem. “A IA traz as coisas. O que eu faço com aquilo? Tenho que criticar, questionar, verificar viés. O analista agora tem um foco mais crítico”, disse Gualberto.
A CrowdStrike, parceira diamante da XSITE, trouxe ao evento Geilson Costa, gerente regional da empresa, que foi um dos responsáveis pela apresentação que conectou a história baiana à realidade da cibersegurança. Usando as Batalhas de Pirajá e Itaparica como metáfora, a dupla argumentou que o que define o resultado de um confronto, seja ele militar ou cibernético, é o conhecimento do adversário. “Sabendo como o adversário vem para cima da gente, quais são as técnicas e táticas que ele usa, eu consigo fazer um combate melhor. E sem IA hoje, não consigo mais fazer isso, porque as coisas estão se acelerando muito rápido”, comentou Gualberto ao avaliar a apresentação do parceiro. A Netskope, também presente no congresso ao lado da XSITE, reforçou o eixo de proteção de dados como fundamento de qualquer estratégia de transformação digital. “A ideia da Netskope é ser uma empresa de proteção de dados para trazer ao ecossistema uma proteção mesmo diante de tantas dificuldades na adoção de inteligência artificial e na transformação digital. A gente sempre coloca a proteção de dados em primeiro lugar para que esse ecossistema seja cada vez mais saudável”, afirmou Carlos Henrique (foto abaixo), strategic sales manager da empresa.
Para a XSITE, o Congresso SUCESU 2026 foi mais do que um evento de relacionamento. Foi a oportunidade de mostrar ao mercado baiano que a cibersegurança de ponta não precisa vir de fora, e que uma empresa nascida na Bahia é capaz de operar com tecnologia e metodologia comparáveis às melhores do mundo. A parceria consolidada com CrowdStrike e Netskope, dois dos principais nomes globais do setor, referenda esse posicionamento e reforça a presença da empresa como um dos pilares do ecossistema de segurança digital da região.
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