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	<title>Arquivos Artigos - TI Bahia</title>
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	<description>Seu portal de tecnologia na Bahia</description>
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		<title>Como a maturidade digital pode transformar a gestão financeira das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:46:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Renato Halt, Presidente de Business Transformation Outsourcing (BTO) na H&#38;CO Salvador, 13/07/2026 &#8211; O financeiro é a área responsável por garantir conformidade e, ao mesmo tempo, apoiar as decisões estratégicas do negócio, o que exige cada vez mais eficiência e assertividade nos resultados. Nesse contexto, a área tem se destacado como líder de transformação tecnológica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;"><em><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-107681" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/renato-halt-presidente-de-bto-na-hco-300x219.jpg" alt="" width="350" height="256" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/renato-halt-presidente-de-bto-na-hco-300x219.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/renato-halt-presidente-de-bto-na-hco.jpg 400w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Por Renato Halt, Presidente de Business Transformation Outsourcing (BTO) na <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.hco.com/pt/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.hco.com/pt/&amp;source=gmail&amp;ust=1784061687976000&amp;usg=AOvVaw3zSKjTOJrpgz4O9AcTg3DN">H&amp;CO</a></span></em></span></p>
<p>Salvador, 13/07/2026 &#8211; O financeiro é a área responsável por garantir conformidade e, ao mesmo tempo, apoiar as decisões estratégicas do negócio, o que exige cada vez mais eficiência e assertividade nos resultados. Nesse contexto, a área tem se destacado como líder de transformação tecnológica no Brasil com 59,4% das empresas priorizando investimentos nesse seguimento, além de ser a indústria com a maior maturidade digital, de acordo com o <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.pwc.com.br/pt/estudos/servicos/consultoria-negocios/indice-transformacao-digital-brasil/2025/itdbr-2025.pdf" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.pwc.com.br/pt/estudos/servicos/consultoria-negocios/indice-transformacao-digital-brasil/2025/itdbr-2025.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1784061687976000&amp;usg=AOvVaw0SqxNr9P7bd6ioHy0zZYKP">Índice de Transformação Digital Brasil (ITDBr)</a></span>, desenvolvido pela PwC Brasil, em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC).</p>
<p>Esse movimento acontece à medida em que tecnologias como ERP na nuvem, Inteligência Artificial (IA) e a <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://b2finance.com/apuracao-automatizada-mais-risco-mais-estrategia-para-a-sua-empresa/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://b2finance.com/apuracao-automatizada-mais-risco-mais-estrategia-para-a-sua-empresa/&amp;source=gmail&amp;ust=1784061687976000&amp;usg=AOvVaw1c5J_ueykD2YCKTungmB7y">automação</a></span> surgem como caminhos diretos para resolver as dores estruturais da área, em que os impactos da ineficiência se tornam mais evidentes. A partir disso, é possível perceber uma mudança no perfil dos trabalhadores do setor, que estão se tornando mais analíticos, a partir do momento em que atividades repetitivas estão sendo automatizadas.</p>
<p>O fechamento contábil, por exemplo, está se tornando um processo contínuo, com dados mais confiáveis e disponíveis em tempo real. Isso muda significativamente a dinâmica de tomada de decisão e amplia a necessidade da maturidade digital para entender e operar as ferramentas no dia a dia.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>O ERP</strong></span></p>
<p>Dentro desse processo de maturidade digital, muitas empresas adotam sistemas de ERP que geram integração, escalabilidade e acesso à informação em tempo real. Diferente dos sistemas legados, ele cria uma base única de dados e oferece mais segurança e flexibilidade para acompanhar o crescimento da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://b2finance.com/efiencia-financeira-a-que-as-empresas-precisam-estar-atentas/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://b2finance.com/efiencia-financeira-a-que-as-empresas-precisam-estar-atentas/&amp;source=gmail&amp;ust=1784061687976000&amp;usg=AOvVaw1CQBn7ClgKP42qPDqGT-Fj">empresa</a>.</span></p>
<p>Na prática, o uso desses softwares viabiliza uma gestão mais ágil e confiável da área financeira que, quando combinada com a IA, cria uma base dinâmica de dados, sobre a qual é possível aplicar modelos preditivos. Isso permite identificar riscos e agir com antecedência, transformando a qualidade da gestão financeira.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">A união da IA e automação</span></strong></p>
<p>Atualmente, a IA resolve os problemas do dia a dia da operação com consistência, através da identificação de anomalias, conciliações automatizadas e análise de grandes volumes de dados. Com isso, é possível elevar o nível dos insights, já que a tomada de decisão incorpora cenários e padrões que seriam inviáveis de identificar manualmente.</p>
<p>Quando unimos a inteligência artificial à automação dos processos em setores com alto volume de demandas, repetição e suscetibilidade a erros humanos, os ganhos de eficiência e produtividade aumentam. Assim, até 2030, a tendência é que essas atividades sejam amplamente automatizadas, com intervenção humana focada em exceções e análises.</p>
<p>Além disso, essa união amplia a capacidade de rastreabilidade e transparência, pilares fundamentais de governança, ao mesmo tempo que exigem responsabilidade no uso de dados, critérios claros e mitigação de vieses. No contexto de <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://b2finance.com/tendencias-esg-ia-compliance-2026/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://b2finance.com/tendencias-esg-ia-compliance-2026/&amp;source=gmail&amp;ust=1784061687976000&amp;usg=AOvVaw1GY_RwX1CL09kXjNhkI3Tk">ESG</a>,</span> isso se traduz em processos mais auditáveis, decisões mais consistentes e maior confiabilidade das informações reportadas ao mercado. Por isso, ainda segundo o ITDBr, o setor financeiro se torna referência.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Obstáculos da maturidade digital</span></strong></p>
<p>Apesar dos avanços, muitas empresas ainda enfrentam desafios para atingirem essa maturidade digital. No entanto, as principais barreiras não são tecnológicas, mas estruturais. Isso porque, inúmeras empresas tentam implementar as soluções sobre uma base de dados desorganizada, limitando os resultados. Sem <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://b2finance.com/governanca-eficiente-gestao-controle-estrategia/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://b2finance.com/governanca-eficiente-gestao-controle-estrategia/&amp;source=gmail&amp;ust=1784061687976000&amp;usg=AOvVaw38gh75DRUUwCj8hWGlvRd4">governança</a>,</span> padronização e uma visão estratégica, não é possível alcançar o potencial esperado.</p>
<p>Assim, o primeiro passo é estruturar os processos existentes para que a tecnologia seja aplicada como uma camada capaz de potencializar uma base já organizada. A partir disso, também é possível adotar modelos de terceirização estratégica, como o <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://b2finance.com/bto-guia-cfos-2026/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://b2finance.com/bto-guia-cfos-2026/&amp;source=gmail&amp;ust=1784061687976000&amp;usg=AOvVaw2V3Kt-FGLHH9qX8muYwxyO">BTO (Business Transformation Outsourcing)</a></span>, que potencializam o uso das soluções, estruturam processos e integraram as ferramentas. Desta forma, essa combinação permite reduzir custos operacionais e alcançar um nível de maturidade digital que muitas empresas não conseguiriam desenvolver internamente.</p>
<p>Além disso, é fundamental adotar uma implementação gradual, com prioridades e métricas bem definidas, garantindo que governança e compliance estejam presentes desde o início. Afinal, a maturidade digital no financeiro está diretamente relacionada à competitividade, e as empresas com processos bem estruturados respondem mais rapidamente ao mercado e tomam decisões com mais segurança.</p>
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		<title>Sem governança de dados, não há liberdade tecnológica na era da IA</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:51:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[governança de dados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Marcio de Freitas, gerente de Engenharia de Sistemas, Veeam Software Brasil Salvador, 09/07/2026 &#8211; A defesa da liberdade tecnológica ganhou novo fôlego com o avanço da inteligência artificial. A possibilidade de escolher plataformas, integrar sistemas e evitar dependência excessiva de fornecedores é um passo importante para sustentar inovação. O código aberto tem papel relevante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;"><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-92568" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/09/marcio-de-freitas-system-engineer-manager-na-veeam-software-770-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/09/marcio-de-freitas-system-engineer-manager-na-veeam-software-770-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/09/marcio-de-freitas-system-engineer-manager-na-veeam-software-770-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/09/marcio-de-freitas-system-engineer-manager-na-veeam-software-770.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Por Marcio de Freitas, gerente de Engenharia de Sistemas, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.veeam.com/" target="_blank" rel="noopener">Veeam Software Brasil</a></span></em></span></p>
<p>Salvador, 09/07/2026 &#8211; A defesa da liberdade tecnológica ganhou novo fôlego com o avanço da inteligência artificial. A possibilidade de escolher plataformas, integrar sistemas e evitar dependência excessiva de fornecedores é um passo importante para sustentar inovação. O código aberto tem papel relevante nesse movimento ao ampliar flexibilidade e interoperabilidade. Mas há um ponto que precisa ganhar centralidade, pois liberdade, por si só, não garante continuidade.</p>
<p>A nova dinâmica criada pela IA reposiciona o dado como ativo crítico do negócio. Esse ativo alimenta modelos, orienta decisões e aciona operações em tempo real. Nesse contexto, a prioridade se desloca da escolha tecnológica para a garantia de que o dado permaneça confiável, disponível e recuperável em qualquer circunstância.</p>
<p>Esse cenário ainda não foi plenamente assimilado pelas organizações. No <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.veeam.com/resources/wp-data-trust-and-resilience-report.html" target="_blank" rel="noopener">Relatório Global de Resiliência e Confiança de Dados de 2026</a></span>, 90% das lideranças de segurança afirmam confiar na capacidade de recuperação após incidentes. Na prática, apenas 28% conseguem restaurar integralmente os dados depois de eventos como ataques por ransomware. A distância entre percepção e realidade revela que resiliência não pode ser tratada como um atributo implícito da arquitetura tecnológica.</p>
<p>A expansão da IA intensifica esse cenário. Novos fluxos de dados, automações e integrações ampliam a superfície de ataque e reduzem a previsibilidade dos ambientes. <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.veeam.com/resources/wp-data-trust-and-resilience-report.html" target="_blank" rel="noopener">Cerca de 43% das organizações</a></span> admitem que a adoção de IA ocorre mais rápido do que a capacidade de proteção. Ao mesmo tempo, 42% reconhecem não ter visibilidade completa sobre os modelos e aplicações em uso. Trata-se de um ambiente em crescimento, mas ainda sem o mesmo nível de controle.</p>
<p>É nesse ponto que liberdade, resiliência e governança se conectam. A liberdade que o código aberto e outras abordagens proporcionam só se traduz em vantagem real quando acompanhada da capacidade de manter a operação ativa, independentemente da tecnologia escolhida. Sem governança, essa liberdade pode se transformar em fragmentação e risco.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Governança na prática</strong></span></p>
<p>Há ainda mais um ponto crítico nesse cenário como a ilusão de que políticas resolvem riscos, já que diretrizes sem mecanismos de aplicação efetiva não reduzem a exposição. Governança eficaz exige controles aplicados na operação, testes frequentes de recuperação e validação constante de que os dados podem ser restaurados de forma íntegra. Sem isso, planos de resposta se tornam formais, mas não garantem continuidade.</p>
<p>Falhas em ambientes com IA tendem a se propagar com mais rapidez e alcance. Um incidente não compromete apenas informações isoladas, mas todo o ecossistema de processamento, acessos e integrações que sustentam modelos e operações. Sem mapeamento claro e governança sobre essas dependências, a retomada do ambiente perde consistência e pode não restaurar plenamente a operação.</p>
<p>A resiliência de dados exige uma leitura mais ampla do que a camada técnica. Garantir cópias seguras continua relevante, mas não endereça, por si só, a continuidade do negócio. O ponto central está em assegurar domínio sobre o dado ao longo de todo o seu ciclo de vida, com controle, rastreabilidade e capacidade de recuperação sustentados por alinhamento entre tecnologia, segurança, áreas de negócio e liderança executiva.</p>
<p>Em um ambiente moldado por IA, a resiliência se torna condição para operar e precisa caminhar lado a lado com a liberdade tecnológica. É a governança de dados que dá consistência a essa combinação e sustenta a continuidade real do negócio.</p>
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		<title>O efeito Bet no bolso: como o Pix para apostas redesenha a inadimplência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:10:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Thiago Oliveira, CEO e fundador da Monest Salvador, 08/07/2026 &#8211; Sempre me questionam por que a inadimplência continua crescendo, mesmo em momentos de desemprego em baixa. O cartão de crédito é apontado como o “grande vilão&#8221;, representando cerca de 60% das dívidas em aberto no Brasil. Mas, será que ele está sozinho nessa? Tudo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;"><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-107574" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/thiago-oliveira-monest-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/thiago-oliveira-monest-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/thiago-oliveira-monest-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/thiago-oliveira-monest.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Por Thiago Oliveira, CEO e fundador da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://monest.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Monest</a></span></em></span></p>
<p>Salvador, 08/07/2026 &#8211; Sempre me questionam por que a inadimplência continua crescendo, mesmo em momentos de desemprego em baixa. O cartão de crédito é apontado como o “grande vilão&#8221;, representando cerca de 60% das dívidas em aberto no Brasil. Mas, será que ele está sozinho nessa?</p>
<p>Tudo começa com a ilusão de poder de compra, depois vêm os juros elevados comprometendo a renda. Essa “festa do descontrole” é um baile de máscaras, visto que o brasileiro tem (em média) cinco cartões de crédito diferentes. É aí que o risco real de superendividamento fica, de certa forma, disfarçado.</p>
<p>O que os indicadores tradicionais estão demorando a captar é uma drástica mudança no comportamento do consumidor: as Bets.</p>
<p>Elas estão criando uma nova bola de neve no orçamento familiar e afetando a saúde mental dos apostadores (ludopatia). Por isso, as instituições financeiras, educacionais e até mesmo varejistas precisam rever o perfil do devedor no Brasil.</p>
<p><span style="color: #000080;">A ILUSÃO DO DINHEIRO RÁPIDO E A DOPAMINA DO PIX</span></p>
<p>O Pix representa mais de 30% das transações financeiras do país, superando as com cartões de crédito e débito. Porém, essa mesma facilidade de pagamento, combinada à recompensa quase instantânea e gamificada das plataformas de apostas, criou um ciclo vicioso de dopamina.</p>
<p>A digitalização fez com que o jogo passasse a morar no bolso do brasileiro, a um clique de distância. O resultado disso?</p>
<p>Segundo pesquisa do PoderData, em 2025, o setor movimentou R$ 37 bilhões, alcançou mais de 25 milhões de apostadores e investiu R$ 1,4 bilhão em propaganda. Efeito colateral: quase metade da população (49,7%) está inadimplente. Mais de 81,2 milhões de pessoas, de acordo com o Serasa.</p>
<p><span style="color: #000080;">O FEITO PSICOSSOCIAL NO BRASIL</span></p>
<p>O problema deixou de ser apenas a oferta de crédito. Tornou-se estrutural e psicossocial. A classe C passou a enxergar as Bets como forma de mudar de classe social ou “sair da lama&#8221;.</p>
<p>O Serasa pesquisou e constatou: 44% apostaram como uma tentativa desesperada de ganhar dinheiro para pagar débitos preexistentes. Por outro lado, 57% dos endividados não possuíam restrições no CPF antes de começar a jogar. Fica claro que, quando a sobrevivência vira jogo, dignidade é a primeira moeda a sair de circulação.</p>
<p>Na Monest, eu sempre defendo a premissa de que ninguém deve porque quer. Quem deve intencionalmente tem outro nome. A grande maioria entra em inadimplência por falta de condições, desorganização ou, como vemos agora, por armadilhas comportamentais.</p>
<p>Muito se fala sobre educação financeira. Mas tentar educar alguém no momento em que a pessoa já está em desespero não funciona; afinal, você não ensina alguém a nadar enquanto a pessoa está se afogando.</p>
<p><span style="color: #000080;">O PRÓXIMO GRANDE FOCO DE ATENÇÃO</span></p>
<p>A busca por dinheiro rápido impacta diretamente no poder de consumo, na capacidade de pagamento, e até mesmo no orçamento de saúde pública. É hora do mercado acordar e adotar uma nova estratégia. Afinal, a inadimplência atual, impulsionada pelas Bets, não se resolve ajustando taxas de juros ou acionando chat bots comuns. Neste ponto, não pretendo ditar uma “solução” única e universal, mas sugerir alguns movimentos.</p>
<p><span style="color: #000080;">1º passo:</span> reconhecer que Bet não é mero entretenimento e mapear estrategicamente os diferentes tipos de devedores para adaptar o tom.</p>
<p><span style="color: #000080;">2º passo:</span> atualizar as ferramentas de relacionamento e buscar tecnologias conversacionais com IA e que sejam profundamente analíticas; principalmente, quanto ao comportamento.</p>
<p>Com isso em mente, temos um fato que todo líder concorda: a nova abordagem de cobrança requer dados dinâmicos e fluidez no diálogo. Nesse contexto, a verdadeira inovação é preservar o vínculo com o cliente, em vez de constrangê-lo ainda mais.</p>
<p>É sempre bom lembrar: conversar com qualidade é construir uma ponte enquanto se caminha sobre ela.</p>
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		<title>Protegendo a base do software empresarial: um modelo de referência para o open source</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:05:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[open source]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Chris Wright, diretor técnico da Red Hat Salvador, 08/07/2026 &#8211; Ultimamente, manchetes dominadas por vulnerabilidades de dia zero impulsionadas por IA têm levantado uma pergunta: o software de código aberto está se tornando arriscado demais para as empresas? Com o open source representando mais de três quartos da base média de códigos empresariais, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;"><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-107563" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/chris-wright-diretor-tecnico-da-red-hat-300x213.jpg" alt="" width="350" height="248" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/chris-wright-diretor-tecnico-da-red-hat-300x213.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/chris-wright-diretor-tecnico-da-red-hat.jpg 655w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Por Chris Wright, diretor técnico da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.redhat.com/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Red Hat</a></span></em></span></p>
<p>Salvador, 08/07/2026 &#8211; Ultimamente, manchetes dominadas por vulnerabilidades de dia zero impulsionadas por IA têm levantado uma pergunta: o software de código aberto está se tornando arriscado demais para as empresas? Com o open source representando mais de três quartos da base média de códigos empresariais, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.redhat.com/en/blog/open-source-paradox-unpacking-risk-equity-and-acceptance" target="_blank" rel="noopener">o questionamento é relevante</a></span>. Mas a resposta é clara: o software open source permanece intrinsecamente seguro, estruturalmente resiliente e fundamentalmente confiável.</p>
<p>O código aberto, efetivamente, serve como a base de toda a tecnologia moderna, não apenas da TI empresarial, e isso vai muito além do Linux. Servidores de aplicações, bancos de dados, roteamento de rede, ambientes de desenvolvedor e todos os outros componentes invisíveis da nossa estrutura tecnológica são alimentados por projetos open source de alguma forma.</p>
<p>Em resumo, a alternativa ao open source não existe. O software proprietário é o que mais se aproxima disso, sendo de propriedade e controlado por uma única empresa, mas não possui a escala, a variedade e a ubiquidade do código aberto. No software proprietário, o código-fonte é uma caixa-preta. Somente o fornecedor decide o que deve ser corrigido e quando. Quando uma vulnerabilidade é encontrada, ela pode permanecer em segredo, conhecida apenas pelos invasores que a descobriram. Esse modelo pode parecer seguro, mas o risco apenas saiu de vista e se tornou incógnita. O software proprietário permite que as vulnerabilidades se multipliquem na obscuridade.</p>
<p>O open source muda esse cenário ao tornar o código disponível para todos, resumido pelo mantra: “com visibilidade suficiente, todos os bugs são superficiais”. Quando qualquer pessoa pode ler o código, qualquer um pode encontrar e relatar problemas, e isso agora inclui a IA, ampliando massivamente a inspeção dele. E, como tantos grupos dependem de software open source, há uma grande motivação coletiva para resolver vulnerabilidades</p>
<p>Nenhum método de desenvolvimento de software garante um software perfeitamente seguro, mas a natureza transparente e colaborativa do open source apresenta vantagens distintas em relação aos modelos proprietários no combate às ameaças modernas. As empresas sempre foram e continuarão sendo vigilantes quanto às vulnerabilidades à medida que elas são descobertas. O que mudou foi a velocidade. O número de CVEs publicados cresceu mais de 520% desde 2016. Ferramentas de varredura baseadas em IA descobrem vulnerabilidades críticas de dia zero em horas, e não em meses, porém menos de 1% delas são corrigidas. O desafio agora é a capacidade operacional das empresas de absorver e implementar correções com rapidez suficiente.</p>
<p>Esse problema é agravado por uma falha de coordenação. Todas as grandes instituições dependem dos mesmos pacotes básicos de código aberto (Spring Framework, Jackson, Log4j, Pandas e OpenSSL). No entanto, sem coordenação, cada instituição descobre as mesmas vulnerabilidades de forma independente, desenvolve patches isoladamente e mantém versões privadas das quais ninguém mais se beneficia. O resultado é um esforço redundante, a um custo enorme e com qualidade desigual, enquanto o ecossistema geral permanece exposto. Para se manterem seguras, as organizações precisam contribuir com as comunidades upstream, acelerar suas bases operacionais, e fazer isso em conjunto.</p>
<p><span style="color: #000080;">O que as empresas podem fazer para começar hoje</span><br />
O open source continua sendo a base mais segura para a inovação, mas fechar a janela de exposição às ameaças exige ação imediata. Aqui estão medidas simples e práticas que as empresas podem adotar para proteger suas cadeias de suprimentos de software hoje:</p>
<p>● Escolha plataformas respaldadas por fornecedores responsáveis: sua infraestrutura é a base sobre a qual todo o restante opera. Certifique-se de que os fornecedores que a suportam sejam contribuidores ativos dos projetos de código aberto que distribuem. Um fornecedor com um longo histórico de contribuições upstream, backports de segurança e divulgação responsável está comprometido em manter a integridade da comunidade, não apenas de seus negócios.</p>
<p>● Construa um inventário completo de dependências: comece auditando seus portfólios de aplicações para mapear sua linha de base. Identifique cada biblioteca open source, dependências transitórias e versões fixadas atualmente em produção.</p>
<p>● Defina seu tempo de ciclo entre correção e produção: avalie sua realidade atual. Quanto tempo leva, de fato, para que uma correção upstream passe por suas análises de segurança internas, testes, comitês de aprovação de mudanças e pipelines de implantação? Depois de definir esse tempo, estabeleça metas agressivas para reduzi-lo.</p>
<p>● Automatize pipelines de reconstrução e reimplantação: à medida que a janela de exposição diminui de meses para horas, atualizações manuais deixam de funcionar. Prepare seu ambiente para recompilações de aplicações frequentes, determinísticas e automatizadas, para consumir pacotes seguros com velocidade e confiança.</p>
<p>● Utilize ofertas de segurança ativa: adote soluções ativas para a cadeia de suprimentos que forneçam linhas de base com zero CVE e proteção em tempo de execução, como Red Hat Hardened Images, Red Hat Trusted Libraries e OpenShift Advanced Cluster Security, para avançar mais rapidamente.</p>
<p><span style="color: #000080;">Acelerando a mudança com o Project Lightwell</span><br />
À medida que você automatiza seus pipelines para consumir correções mais rapidamente, a IBM e a Red Hat estão construindo um mecanismo de correção projetado especificamente para fornecê-las. Recentemente, lançamos o <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.redhat.com/pt-br/lightwell" target="_blank" rel="noopener">Project Lightwell</a></span>, um compromisso conjunto de US$ 5 bilhões, apoiado por uma força global de mais de 20 mil engenheiros, para redefinir a segurança da cadeia de suprimentos de software na era da IA.</p>
<p>O Project Lightwell amplia a metodologia comprovada da Red Hat, desenvolvida ao longo de duas décadas, de realizar backports de correções de segurança de nível empresarial. Estamos estendendo essa rigorosa disciplina de engenharia para além da camada do sistema operacional, alcançando o ecossistema mais amplo de frameworks de aplicações e dependências, começando por Maven/Java e expandindo para PyPI, npm e outros. Ao combinar IA para ingestão de um alto volume de ameaças com engenharia humana especializada, executamos correções exatamente nas versões estáveis que as empresas utilizam em produção, eliminando a necessidade de atualizar cegamente e correr o risco de interromper sistemas.</p>
<p>Sem um mecanismo para que as correções sejam aceitas upstream, cada backport desenvolvido por uma empresa cria um fork privado permanente, que deve ser mantido em todas as vulnerabilidades, atualizações e alterações de dependência subsequentes. Isso aumenta os custos e os riscos da organização. O Project Lightwell rompe esse ciclo: a Red Hat desenvolve a correção, a entrega à empresa e a contribui para o projeto de código aberto de origem. A correção se torna parte da base de código pública.</p>
<p>Essa abordagem está alinhada à direção definida pela recente Ordem Executiva sobre IA e cibersegurança, que orienta a criação de um centro de coordenação de cibersegurança com IA para coordenar a identificação, validação e remediação de vulnerabilidades em infraestruturas críticas. O Project Lightwell foi concebido para servir como uma espinha dorsal operacional do setor privado para essa necessidade.</p>
<p><span style="color: #000080;">Juntos para proteger sua empresa e o open source</span><br />
Proteger a cadeia de suprimentos de software é um desafio coletivo da indústria, que nenhuma empresa consegue resolver sozinha. Por meio do Project Lightwell, estamos colaborando com um grupo importante de líderes dos setores financeiro e de infraestrutura crítica para estabelecer uma câmara de compensação segura.</p>
<p>Essa rede de inteligência colaborativa oferece três recursos que nenhuma empresa pode criar de forma independente. Primeiro, os membros compartilham novas descobertas de vulnerabilidades e recebem patches coordenados antes da divulgação pública, transformando a descoberta isolada em uma defesa compartilhada. Em segundo lugar, cada patch é entregue pronto para produção: assinado criptograficamente, com SBOM legível por máquinas e avisos de segurança para atender aos requisitos de conformidade. Terceiro, e fundamentalmente, o Project Lightwell opera sob o princípio de upstream-always. Todas as correções que desenvolvemos são enviadas de volta aos projetos open source de origem. Ao trabalharmos juntos nesse centro de informações, não estamos protegendo apenas empresas individualmente; estamos sistematicamente trazendo os avanços de segurança à comunidade, mantendo o código aberto seguro para todos.</p>
<p>O open source construiu a empresa moderna. A vigilância coordenada e o Project Lightwell ajudam a manter esse código seguro, corrigindo-o mais rapidamente, como uma única comunidade, de forma aberta.</p>
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		<title>Conectividade via satélite é alternativa estratégica para empresas em áreas remotas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:35:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Andreia Rosa, Especialista de Produtos e Vendas da Deutsche Telekom Global Business Solutions Brasil Salvador, 02/07/2026 &#8211; Manter operações conectadas em regiões afastadas dos grandes centros sempre foi um desafio para as empresas. Setores estratégicos para o PIB nacional – como agronegócio, mineração, logística e energia – frequentemente atuam em regiões sem cobertura de fibra óptica ou distante de redes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;"><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-105939" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/04/andreia-rosa-especialista-de-produtos-e-vendas-da-deutsche-telekom-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/04/andreia-rosa-especialista-de-produtos-e-vendas-da-deutsche-telekom-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/04/andreia-rosa-especialista-de-produtos-e-vendas-da-deutsche-telekom-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/04/andreia-rosa-especialista-de-produtos-e-vendas-da-deutsche-telekom.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Por Andreia Rosa, Especialista de Produtos e Vendas da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://business.telekom.com/br/" target="_blank" rel="noopener">Deutsche Telekom</a></span> Global Business Solutions Brasil</em></span></p>
<p>Salvador, 02/07/2026 &#8211; Manter operações conectadas em regiões afastadas dos grandes centros sempre foi um desafio para as empresas. Setores estratégicos para o PIB nacional – como agronegócio, mineração, logística e energia – frequentemente atuam em regiões sem cobertura de fibra óptica ou distante de redes móveis 4G/LTE e 5G.</p>
<p>Nesse cenário, a conectividade via satélites de baixa órbita (LEO) deixou de ser apenas uma alternativa emergencial e passou a ocupar um papel estratégico na continuidade operacional.</p>
<p>As constelações de satélites de baixa órbita (LEO) ampliaram significativamente a capacidade de conectar operações em praticamente qualquer localidade do país. Na prática, isso permite que empresas em regiões remotas consigam: operar sistemas corporativos, monitorar ativos em tempo real, viabilizar aplicações IoT, integrar equipes e operações e manter comunicação em campo em situações críticas.</p>
<p>Outro benefício é a velocidade de implantação. Diferente de redes tradicionais, que exigem obras e prazos longos, as soluções satelitais podem ser implementadas em poucos dias, o que reduz gargalos operacionais e acelera projetos em locais onde conectividade sempre foi um limitador.</p>
<p>A flexibilidade também torna a tecnologia relevante para operações temporárias, como canteiros de obras, projetos sazonais e situações de contingência e expansão de operações. Isso possibilita que as empresas tenham conectividade, independência operacional e capacidade de reação rápida diante de interrupções, mudanças de escopo ou eventos inesperados.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Expansão do IoT reforça esse movimento</span></strong></p>
<p>A prorrogação dos incentivos fiscais para dispositivos IoT e estações satelitais de pequeno porte (VSAT) até 2030, sancionada pela Lei nº 15.320/2025, fortalece o ambiente para digitalização de operações no país.</p>
<p>O avanço da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://tibahia.com/artigos/a-expansao-da-conectividade-satelital-redefine-o-papel-do-fwa-nas-redes-de-acesso/" target="_blank" rel="noopener">conectividade satelital</a></span> tende a acelerar a adoção de monitoramento remoto, automação, telemetria e aplicações críticas em regiões antes consideradas inviáveis do ponto de vista tecnológico. Em um cenário cada vez mais distribuído a conectividade deixou de ser apenas infraestrutura e passou a ser um habilitador direto de eficiência, produtividade e crescimento.</p>
<p>Segundo o estudo Promoção da Competitividade do Ecossistema de IoT no Brasil, da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp) e do Sindicato Nacional das Empresas de Telecomunicações por Satélite (SINDISAT), o Brasil pode ter em operação entre 60,43 milhões e 118,4 milhões de dispositivos IoT em 2030, volume muito superior aos 28,83 milhões de dispositivos em operação em 2025.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Solucionando desafios no agro e na mineração</span></strong></p>
<p>A conexão no agronegócio tem evoluído e segundo o Indicador de Conectividade Rural (ICR) da ConectarAGRO, a presença de sinal 4G ou 5G passou de 18,7% em 2024 para 33,9% em 2025. Apesar do crescimento, isso também significa que cerca de 67% da área cultivada no Brasil não tem conexão, o que impede a adoção de tecnologias como a internet das coisas (IoT), agricultura de precisão e o uso plataformas de gestão remota.</p>
<p>Os satélites LEO podem atender as áreas do agronegócio onde não há conexão fixa ou móvel. Isso possibilita habilitar o IoT e a transmissão e o monitoramento de dados. Dessa forma os produtores rurais podem monitorar a localização dos animais, o que ajuda a prevenir furtos, acompanhar a saúde do rebanho, o que ajuda na prevenção de doenças, além de fazer a ativação remota de máquinas, câmeras, portões e outros equipamentos.</p>
<p>A tecnologia também pode ser usada para substituir métodos tradicionais de coleta de dados das condições do solo e das culturas, que são mais trabalhosos, imprecisos e não fornecem informações em tempo real, por sensores IoT que captam informações sobre a umidade do solo, a temperatura, os níveis de nutrientes e a saúde das culturas em tempo real. Com informações precisas o produtor rural pode otimizar a irrigação, a fertilização e o controle de pragas, aumentando a produtividade e reduzindo o desperdício.</p>
<p>No caso da mineração, os satélites LEO possibilitam complementar a estratégia de conexão, que em muitos casos já conta com satélites de órbita geoestacionária. Os satélites LEO podem ser usados para operações que demandam maior transmissão de dados e menor latência, auxiliando na tomada de decisões e na adoção de práticas mais seguras e sustentáveis.</p>
<p>A estratégia com o suporte de satélites em múltiplas órbitas possibilita às mineradoras receber um fluxo constante de informações das atividades monitoradas por meio de sistemas de IoT como máquinas, caminhões de transporte, triagem e demais equipamentos usados em processos físicos integrados com o processamento, a transmissão e o armazenamento de informações, gerando mais eficiência e confiabilidade nas operações.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Importância do SLA corporativo</strong></span></p>
<p>O uso do satélite de baixa órbita não é restrito a operações em áreas remotas. Além de atuar como conexão principal nessas regiões, os satélites podem ser usados como backup, formando arquiteturas híbridas para maior resiliência na conectividade.</p>
<p>A digitalização crescente das operações e o avanço de iniciativas de IoT e de automação transforma a conectividade em um elemento central da estratégia de negócios. Nesse contexto, o satélite de baixa órbita é um aliado importante para expandir fronteiras operacionais e garantir competitividade, mesmo nos locais mais remotos.</p>
<p>No entanto, é necessário lembrar que o uso corporativo exige planejamento e é necessário considerar valências como latência, consumo de dados, disponibilidade de banda e nível de serviço (SLA) na hora de escolher a solução. Apesar de populares os planos voltados ao mercado doméstico podem não atender às exigências de aplicações críticas dos negócios.</p>
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		<title>Quem vencerá a corrida da IA na cibersegurança?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:29:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[IA na Cibersegurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Leonir Zenaro, Diretor de Cibersegurança da Belago Salvador, 02/07/2026 &#8211; Quando falamos sobre inteligência artificial na cibersegurança, existe uma questão que costuma dominar as discussões. Afinal, a IA favorece mais quem ataca ou quem defende? No curto prazo, o que estamos presenciando é que a inteligência artificial tem ampliado a capacidade ofensiva dos criminosos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;"><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-84864" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/02/leonir-zenaro-head-de-ciberseguranca-da-belago-technologies-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/02/leonir-zenaro-head-de-ciberseguranca-da-belago-technologies-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/02/leonir-zenaro-head-de-ciberseguranca-da-belago-technologies-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/02/leonir-zenaro-head-de-ciberseguranca-da-belago-technologies.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Por Leonir Zenaro, Diretor de Cibersegurança da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://belago.com/" target="_blank" rel="noopener">Belago</a></span></em></span></p>
<p>Salvador, 02/07/2026 &#8211; Quando falamos sobre inteligência artificial na cibersegurança, existe uma questão que costuma dominar as discussões. Afinal, a IA favorece mais quem ataca ou quem defende?</p>
<p>No curto prazo, o que estamos presenciando é que a inteligência artificial tem ampliado a capacidade ofensiva dos criminosos muito mais rápido do que a capacidade de adaptação de muitas empresas. E nem é sobre capacidade tecnológica que estamos falando, mas de processos e cultura que passaram por várias gerações de gestão.</p>
<p>Hoje, é possível criar golpes personalizados, automatizar etapas de ataques, auxiliar na criação e adaptação de códigos maliciosos e desenvolver campanhas em uma velocidade que seria impensável há pouco tempo. Enquanto isso, muitas empresas ainda discutem como incorporar a IA às suas operações.</p>
<p>Se colocarmos na balança, veremos que a tecnologia pode beneficiar os dois lados. Mas, geralmente, quem busca explorar vulnerabilidades costuma adotar novas ferramentas com mais rapidez do que as organizações, que precisam pesar, além da tecnologia em si, inovação, orçamento, governança e conformidade, por exemplo.</p>
<p>Os crimes cibernéticos também vão mudando para acompanhar os níveis de maturidade em cibersegurança, tanto das pessoas físicas quanto das jurídicas. Prova disso é que temos notado que os ataques deixaram de ser campanhas genéricas disparadas em massa. Atualmente, a inteligência artificial permite criar e-mails de phishing praticamente sem erros, adaptar mensagens ao perfil da vítima, automatizar pesquisas sobre pessoas e empresas, simular conversas e, em alguns cenários, ajustar etapas do ataque de acordo com a resposta do ambiente.</p>
<p>Entre todas essas ameaças, a engenharia social merece atenção especial. Embora muito conhecida no mercado, ela vem ganhando força por alguns processos mais sofisticados, justamente porque explora o elo mais difícil de proteger: o comportamento humano.</p>
<p>Imagine um diretor financeiro recebendo uma ligação com a voz praticamente idêntica à do CEO autorizando uma transferência urgente. Ou um colaborador recebendo uma mensagem escrita exatamente no estilo de um gestor solicitando acesso a um documento confidencial. Situações como essas estão cada vez mais comuns na rotina das empresas. E, ao contrário do que muitos acreditam, não são mais um “privilégio” de grandes corporações.</p>
<p>O mesmo acontece com deepfakes, que já aparecem em tentativas de fraude corporativa, especialmente em processos de aprovação financeira e validação de identidade.</p>
<p>Ao mesmo tempo, seria um equívoco concluir que a inteligência artificial beneficia apenas os criminosos.</p>
<p>Na prática, a IA já faz parte da cibersegurança há bastante tempo. Soluções de detecção de ameaças, análise comportamental, resposta automatizada e correlação de eventos utilizam técnicas de inteligência artificial e machine learning há anos. O que mudou de lá para cá foi a popularização da IA generativa, que ampliou as possibilidades tanto para quem ataca quanto para quem protege os ambientes digitais.</p>
<p>Hoje, todo o hype dessa tecnologia é mais do que justo. Afinal, estamos falando uma das maiores oportunidades de evolução para a defesa cibernética. Sua capacidade de analisar grandes volumes de dados, identificar padrões anômalos, correlacionar eventos e priorizar alertas permite ampliar a capacidade operacional das equipes de segurança. Ou seja, um grande avanço para trabalhar mais e melhor em prol da segurança digital.</p>
<p>Além disso, a tecnologia consegue identificar padrões que dificilmente seriam percebidos manualmente em ambientes com grandes volumes de dados. Ainda assim, isso não elimina a necessidade do julgamento humano. O futuro da cibersegurança não será totalmente automatizado, mas baseado na colaboração entre inteligência artificial e especialistas, que agora deverão construir habilidades mais analíticas e voltadas ao negócio.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">A IA não resolve problemas básicos de segurança</span></strong></p>
<p>Resumidamente, a IA potencializa ambientes maduros, mas não corrige deficiências estruturais.</p>
<p>Se a empresa não possui visibilidade sobre seus ativos, mantém inventários desatualizados, registra informações de forma insuficiente para investigações ou opera com processos frágeis, dificilmente uma solução baseada em IA entregará os resultados esperados.</p>
<p>Da mesma forma, a IA pode aumentar a produtividade das equipes de cibersegurança, apoiar profissionais menos experientes e acelerar análises complexas, mas continua sendo uma ferramenta de apoio. Por isso, a responsabilidade pelas decisões permanece sendo humana.</p>
<p>Outro desafio que ganha força é a proteção dos próprios sistemas de IA utilizados pelas empresas. À medida que esses modelos passam a apoiar processos estratégicos, também se tornam alvos de tentativas de manipulação, vazamento de informações e outras formas de ataque.</p>
<p>Nos próximos anos, veremos ataques de phishing cada vez mais personalizados, deepfakes corporativos mais convincentes, malwares com maior capacidade de adaptação, fraudes de identidade mais sofisticadas, exploração automatizada de vulnerabilidades e ataques direcionados aos próprios modelos de IA utilizados pelas organizações.</p>
<p>Então, vencer a corrida da IA na cibersegurança vai exigir alinhamento de expectativas, decisões tomadas com o apoio de especialistas para, somente depois, chegar na fase de investimento em ferramentas e tecnologia.</p>
<p>Isso exige fortalecer mecanismos de identidade, investir em monitoramento contínuo, revisar processos sensíveis, especialmente aqueles relacionados a aprovações financeiras, aprimorar a resposta a incidentes, manter uma gestão consistente de vulnerabilidades e capacitar os colaboradores.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">A inteligência artificial continuará evoluindo dos dois lados dessa disputa</span></strong></p>
<p>A diferença estará na capacidade de transformar tecnologia em estratégia.</p>
<p>Afinal, o maior risco é acreditar que a IA resolverá, sozinha, problemas que sempre dependeram de governança, processos bem estruturados, pessoas capacitadas e decisões baseadas em risco.</p>
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		<title>Fortalecemos a I.A. Mas e a I.N.?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:21:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[GFT Technologies]]></category>
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		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Marco Silva e Silva, diretor-executivo da GFT Tecnologies no Brasil Salvador, 02/07/2026 &#8211; Nunca foi tão fácil parecer produtivo. E, talvez por isso, nunca tenha sido tão importante continuar pensando por conta própria. Sou um entusiasta declarado e usuário diário da Inteligência Artificial (IA). Defendo seu potencial inquestionável de eliminar tarefas repetitivas, acelerar processos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;"><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-107447" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/marco-silva-e-silva-diretor-executivo-da-gft-tecnologies-no-brasil-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/marco-silva-e-silva-diretor-executivo-da-gft-tecnologies-no-brasil-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/marco-silva-e-silva-diretor-executivo-da-gft-tecnologies-no-brasil-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/marco-silva-e-silva-diretor-executivo-da-gft-tecnologies-no-brasil.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Por Marco Silva e Silva, diretor-executivo da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.gft.com/br/pt" target="_blank" rel="noopener">GFT Tecnologies no Brasil</a></span></em></span></p>
<p>Salvador, 02/07/2026 &#8211; Nunca foi tão fácil parecer produtivo. E, talvez por isso, nunca tenha sido tão importante continuar pensando por conta própria. Sou um entusiasta declarado e usuário diário da Inteligência Artificial (IA). Defendo seu potencial inquestionável de eliminar tarefas repetitivas, acelerar processos e abrir espaço para o pensamento estratégico. Contudo, o debate sobre a IA há muito tempo deixou de ser exclusividade dos departamentos de tecnologia para ocupar o centro da nossa rotina corporativa, trazendo consigo um paradoxo incômodo: implementamos ferramentas em larga escala para reduzir o trabalho burocrático e aliviar a pressão sobre as equipes, mas o que testemunhamos ao redor são recordes de esgotamento mental, ansiedade e uma crescente dependência de respostas prontas.</p>
<p>O problema não reside na tecnologia em si, mas na forma passiva como estamos reagindo a ela, trocando o esforço analítico pela mera gestão de comandos e terceirizando nossa capacidade de reflexão. Essa inquietação ganha contornos científicos quando revisitamos o chamado Efeito Flynn, que documentou o aumento médio de cerca de dois a três pontos de QI por década em diversos países ao longo do século 20. O sinal de alerta surgiu quando essa curva começou a se inverter.</p>
<p>Um <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.1718793115" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.1718793115&amp;source=gmail&amp;ust=1783091718798000&amp;usg=AOvVaw0Nju1uhDaIuNCxJSE3DMSX">estudo</a></span> liderado por Bjørn Bratsberg e Ole Rogeberg, analisou mais de 730 mil recrutas militares noruegueses e mostrou que os escores cognitivos atingiram o pico na coorte de 1975 e vêm declinando cerca de 0,2 ponto por ano desde então. Como esse declínio foi observado inclusive dentro das mesmas famílias, com irmãos mais novos pontuando menos que os mais velhos, os pesquisadores descartaram explicações genéticas e apontaram fatores ambientais como principal causa. Uma revisão sistemática <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0160289616300198" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0160289616300198&amp;source=gmail&amp;ust=1783091718798000&amp;usg=AOvVaw0zs9KlbTf86CGJXqqO17E3">publicada</a></span> na em uma revista encontrou tendência semelhante em diversos países desenvolvidos.</p>
<p>A IA Generativa não explica, sozinha, esse fenômeno, mas amplia um comportamento que merece atenção. Em um estudo experimental publicado em 2025, pesquisadores <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.media.mit.edu/publications/your-brain-on-chatgpt/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.media.mit.edu/publications/your-brain-on-chatgpt/&amp;source=gmail&amp;ust=1783091718798000&amp;usg=AOvVaw38YFw5WTlsN0jQNH6AkgT2">observaram</a></span> que participantes que utilizaram o ChatGPT concluíram tarefas de escrita mais rapidamente, porém apresentaram menor engajamento cognitivo e menor retenção do conteúdo produzido. Os autores descrevem esse fenômeno como uma espécie de “dívida cognitiva”: o cérebro executa a tarefa, mas retém significativamente menos conhecimento do processo. Trata-se de uma dinâmica que guarda semelhanças com a aviação comercial, em que pilotos excessivamente dependentes da automação podem apresentar perda de habilidades críticas quando precisam assumir o controle manual em emergências.</p>
<p>Essa percepção é reforçada por outra <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.microsoft.com/en-us/research/publication/the-impact-of-generative-ai-on-critical-thinking-self-reported-reductions-in-cognitive-effort-and-confidence-effects-from-a-survey-of-knowledge-workers/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.microsoft.com/en-us/research/publication/the-impact-of-generative-ai-on-critical-thinking-self-reported-reductions-in-cognitive-effort-and-confidence-effects-from-a-survey-of-knowledge-workers/&amp;source=gmail&amp;ust=1783091718798000&amp;usg=AOvVaw2abjSDN2dxMAcHgtbN9ERn">pesquisa</a>.</span> O levantamento mostrou que, quanto maior a confiança depositada na IA, menor tende a ser o esforço de pensamento crítico empregado pelos profissionais. Em contrapartida, aqueles que demonstravam maior confiança em seu próprio conhecimento eram justamente os que mais questionavam, validavam e refinavam as respostas produzidas pela tecnologia. Os pesquisadores chamam atenção para o risco da chamada “convergência mecanizada”: quando todos passam a aceitar sugestões semelhantes sem reflexão adicional, ideias, soluções e estratégias tornam-se progressivamente mais homogêneas.</p>
<p>No fim das contas, os modelos de IA são treinados a partir de enormes volumes de dados produzidos anteriormente. São extraordinários para reconhecer padrões, sintetizar conhecimento e acelerar decisões. Mas criatividade, inovação e visão de futuro dependem da capacidade humana de imaginar aquilo que ainda não existe. Por isso, acredito que o diferencial competitivo das próximas décadas estará menos na capacidade de utilizar IA e mais na habilidade de exercer julgamento independente, liderança, empatia e pensamento crítico, atributos que continuam sendo essencialmente humanos.</p>
<p>A tecnologia deve atuar como um amplificador cognitivo, ajudando-nos a administrar a avalanche diária de informações e liberando tempo para atividades de maior abstração. O erro começa quando uma ferramenta de apoio passa a substituir o intelecto. Esse desafio também se estende à educação. Não basta alfabetizar as novas gerações para o uso da IA; será igualmente necessário fortalecer a curiosidade, a argumentação, a autonomia intelectual e a capacidade de formular boas perguntas. Em um mundo repleto de respostas instantâneas, pensar continuará sendo uma vantagem competitiva.</p>
<p>Essa preocupação extrapola o ambiente corporativo. Hoje valorizamos produtos “feitos à mão” ou a tradicional &#8220;comida caseira&#8221; justamente porque representam autenticidade em um mundo cada vez mais automatizado. Talvez estejamos caminhando para algo semelhante na produção intelectual e artística. A inauguração, em junho deste ano, do Dataland, em Los Angeles (um museu dedicado exclusivamente a obras produzidas por IA) simboliza essa nova era. É um avanço tecnológico fascinante. Ainda assim, espero que nunca chegue o dia em que uma livraria precise reservar uma seção intitulada “Escrito por Humanos”. Se isso acontecer, talvez tenhamos deixado de valorizar justamente aquilo que tornou possível criar a própria IA: a nossa Inteligência Natural (IN).</p>
<p>A IA continuará evoluindo em ritmo exponencial, e essa é uma excelente notícia. O verdadeiro diferencial competitivo do futuro, entretanto, não pertencerá a quem utiliza mais tecnologia, mas a quem souber utilizá-la sem renunciar ao esforço cognitivo que nos tornou humanos. Como <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/08/yuval-harari-a-cooperacao-humana-e-a-unica-forma-de-garantir-um-futuro-seguro-na-era-da-ia/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/08/yuval-harari-a-cooperacao-humana-e-a-unica-forma-de-garantir-um-futuro-seguro-na-era-da-ia/&amp;source=gmail&amp;ust=1783091718798000&amp;usg=AOvVaw26iUcznOU_MUmFKysxtm-j">alerta</a></span> Yuval Noah Harari, uma das grandes questões da nossa era será preservar a confiança entre as pessoas em meio às transformações tecnológicas. Eu acrescentaria outra: preservar a confiança na nossa própria capacidade de pensar. Afinal, se não cuidarmos deliberadamente da nossa IN, nenhum algoritmo fará isso por nós.</p>
<p>E você, o que tem feito para manter a sua IN em dia no meio de tanta IA?</p>
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		<title>Infusão de medicamentos integra rotina de pacientes em diferentes especialidades médicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:18:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Fleury]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Utilizada em áreas como oncologia, reumatologia, neurologia e gastroenterologia, a terapia infusional faz parte de estratégias terapêuticas indicadas para diferentes condições Salvador, 30/06/2026 &#8211; A administração de medicamentos por infusão faz parte da rotina de milhares de pacientes em diversas especialidades médicas. O método consiste na aplicação controlada de substâncias diretamente na corrente sanguínea, por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-107443" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/infusao-de-medicamentos-copilot-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/infusao-de-medicamentos-copilot-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/infusao-de-medicamentos-copilot-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/infusao-de-medicamentos-copilot.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Utilizada em áreas como oncologia, reumatologia, neurologia e gastroenterologia, a terapia infusional faz parte de estratégias terapêuticas indicadas para diferentes condições</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Salvador, 30/06/2026 &#8211; A administração de medicamentos por infusão faz parte da rotina de milhares de pacientes em diversas especialidades médicas. O método consiste na aplicação controlada de substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa, permitindo que determinados tratamentos sejam realizados de forma monitorada e com dosagens específicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora muitas pessoas associem a </span><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://infusoes.fleury.com.br/"><b>infusão de medicamentos</b></a></span><span style="font-weight: 400;"> apenas ao ambiente hospitalar, o procedimento também ocorre em centros especializados e clínicas habilitadas para esse tipo de atendimento. A indicação depende do quadro clínico, do medicamento utilizado e da avaliação médica individual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo dos últimos anos, o desenvolvimento de terapias biológicas e de medicamentos de alta complexidade ampliou o número de tratamentos administrados por essa via, especialmente em doenças que exigem acompanhamento contínuo.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><b>Método está presente em diferentes áreas da medicina</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A terapia infusional é empregada em especialidades distintas porque alguns medicamentos apresentam melhor absorção ou desempenho quando administrados diretamente na circulação sanguínea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na oncologia, por exemplo, diversos tratamentos utilizam a infusão para aplicação de medicamentos antineoplásicos. Em muitos casos, o procedimento ocorre em sessões programadas, definidas de acordo com o protocolo terapêutico adotado para cada paciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já na reumatologia, medicamentos biológicos podem ser indicados para condições inflamatórias crônicas que afetam articulações, músculos e tecidos conectivos. A administração por infusão permite o fornecimento controlado dessas substâncias e o acompanhamento da resposta clínica ao longo do tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A neurologia também utiliza terapias infusionais em determinadas doenças autoimunes e neurológicas. Nesses casos, o procedimento integra estratégias terapêuticas que podem envolver avaliações periódicas e monitoramento dos sintomas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na gastroenterologia, pacientes com doenças inflamatórias intestinais podem receber medicamentos por infusão em intervalos previamente estabelecidos, conforme a necessidade clínica e a evolução do quadro.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><b>Como funciona uma sessão de infusão?</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da administração do medicamento, a equipe de saúde realiza procedimentos de preparação e conferência das informações do paciente. São avaliados fatores como histórico clínico, prescrição médica e condições gerais para a realização da terapia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O medicamento é então diluído, quando necessário, e administrado por acesso venoso. A duração da sessão varia conforme a substância utilizada. Algumas infusões podem durar poucos minutos, enquanto outras exigem períodos mais longos de observação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante todo o procedimento, profissionais treinados acompanham sinais clínicos e garantem que a administração ocorra conforme os protocolos estabelecidos. Esse monitoramento faz parte da rotina das unidades de infusão e contribui para a segurança do atendimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o término da aplicação, o paciente pode permanecer em observação por um período determinado pela equipe responsável, especialmente quando se trata das primeiras sessões ou de medicamentos que exigem vigilância adicional.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><b>Tratamentos personalizados exigem acompanhamento contínuo</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha pela terapia infusional não ocorre de forma padronizada para todos os pacientes com a mesma doença. A decisão leva em consideração fatores como estágio da condição clínica, histórico terapêutico, resposta a tratamentos anteriores e características individuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em algumas situações, a infusão é adotada quando medicamentos administrados por outras vias não apresentam o resultado esperado. Em outras, ela já faz parte do protocolo inicial definido para determinada enfermidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, consultas regulares e avaliações periódicas acompanham o tratamento. Exames laboratoriais, exames de imagem e análises clínicas podem ser utilizados para verificar a evolução do paciente e orientar eventuais ajustes.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><b>Estrutura adequada faz parte do processo</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A realização de terapias infusionais exige ambientes preparados para esse tipo de atendimento. Além da presença de profissionais capacitados, os serviços contam com protocolos específicos para armazenamento, preparo e administração dos medicamentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A organização da rotina também é um aspecto relevante. Muitos pacientes realizam sessões em datas programadas, o que permite integrar o tratamento às atividades do dia a dia sem interromper completamente compromissos pessoais e profissionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença da infusão em diferentes especialidades médicas demonstra como a medicina utiliza abordagens variadas para atender necessidades específicas de tratamento. Com indicações definidas caso a caso, a terapia infusional permanece como uma alternativa incorporada à prática clínica de diversas áreas, acompanhando pacientes em diferentes etapas do cuidado à saúde.</span></p>
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		<title>Como organizar despesas empresariais em fases de crescimento do negócio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:10:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[despesas de viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>À medida que operações ganham novos colaboradores, fornecedores e processos, controle financeiro exige adaptação para acompanhar a expansão da empresa Salvador, 30/06/2026 &#8211; O crescimento de uma empresa costuma trazer oportunidades de expansão comercial, ampliação de equipes e aumento da capacidade operacional. Ao mesmo tempo, esse movimento também altera a dinâmica financeira do negócio. Despesas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-107440" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/como-organizar-despesas-empresariais-em-fases-de-crescimento-do-negocio-300x205.jpg" alt="" width="350" height="239" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/como-organizar-despesas-empresariais-em-fases-de-crescimento-do-negocio-300x205.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/como-organizar-despesas-empresariais-em-fases-de-crescimento-do-negocio.jpg 584w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />À medida que operações ganham novos colaboradores, fornecedores e processos, controle financeiro exige adaptação para acompanhar a expansão da empresa</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Salvador, 30/06/2026 &#8211; O crescimento de uma empresa costuma trazer oportunidades de expansão comercial, ampliação de equipes e aumento da capacidade operacional. Ao mesmo tempo, esse movimento também altera a dinâmica financeira do negócio. Despesas que antes eram facilmente acompanhadas pelos sócios ou gestores passam a envolver diferentes departamentos, novos fornecedores e um volume maior de transações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, a organização das despesas empresariais deixa de ser apenas uma atividade administrativa rotineira e passa a ocupar papel relevante na estruturação dos processos internos. A forma como os gastos são registrados, autorizados e monitorados pode influenciar diretamente a capacidade de acompanhamento financeiro ao longo das diferentes etapas de desenvolvimento da empresa.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><b>O controle financeiro muda conforme a operação cresce</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos estágios iniciais, é comum que uma quantidade reduzida de pessoas participe das decisões relacionadas aos gastos. Com equipes menores, muitos processos acontecem de forma direta, sem necessidade de estruturas complexas para aprovações ou prestação de contas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">À medida que a operação se expande, essa dinâmica tende a se tornar mais abrangente. Novos profissionais passam a realizar despesas em nome da empresa, áreas específicas recebem orçamentos próprios e determinadas atividades exigem pagamentos recorrentes relacionados a viagens, eventos, serviços especializados ou aquisição de insumos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse aumento no número de movimentações exige mecanismos que permitam identificar a origem dos gastos e acompanhar sua relação com cada área da empresa. Sem esse tipo de organização, consultas futuras, análises financeiras e fechamentos de período podem demandar mais tempo e esforço operacional.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><b>Definição de responsabilidades ajuda a reduzir retrabalho</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das formas de organizar despesas durante períodos de crescimento é estabelecer responsabilidades claras para cada etapa do processo financeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A definição de quem pode realizar gastos, quais despesas exigem aprovação prévia e quais documentos devem ser apresentados para comprovação contribui para criar um fluxo mais previsível. Com regras conhecidas pelos envolvidos, situações rotineiras tendem a ser tratadas de maneira padronizada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse modelo também facilita a integração de novos colaboradores. Em vez de depender exclusivamente de orientações informais, a empresa passa a contar com procedimentos documentados que servem como referência para diferentes equipes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adoção de categorias de despesas e centros de custo também auxilia nesse processo. Ao associar cada gasto a um departamento, projeto ou atividade específica, torna-se mais simples acompanhar a destinação dos recursos ao longo do tempo.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><b>Ferramentas digitais ampliam a visibilidade dos gastos</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O avanço dos sistemas de gestão financeira permitiu que muitas etapas relacionadas ao controle de despesas fossem incorporadas a plataformas digitais. Hoje, registros, aprovações, armazenamento de comprovantes e geração de relatórios podem ocorrer dentro de ambientes integrados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa centralização facilita o acesso às informações por gestores e equipes administrativas, reduzindo a dependência de planilhas paralelas ou trocas constantes de mensagens para localizar documentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro recurso que pode contribuir para a organização financeira durante as fases de crescimento é o uso de </span><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://flashapp.com.br/blog/vantagens-cartao-corporativo"><b>cartão para empresa</b></a></span><span style="font-weight: 400;">. Quando integrado aos sistemas de controle interno, esse instrumento permite registrar despesas corporativas de forma mais estruturada, além de facilitar a identificação de gastos realizados por equipes, departamentos ou projetos específicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em operações que contam com profissionais em deslocamento, equipes comerciais ou colaboradores distribuídos em diferentes localidades, o cartão corporativo também pode simplificar processos relacionados à prestação de contas e ao acompanhamento das movimentações financeiras.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><b>Revisões periódicas acompanham novas necessidades</b></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Processos financeiros que funcionam adequadamente em determinado momento da empresa podem precisar de ajustes conforme a operação se torna mais complexa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A contratação de novos colaboradores, a abertura de unidades, a ampliação da carteira de clientes ou a criação de novos departamentos são exemplos de mudanças que podem exigir adaptações nas regras existentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por esse motivo, revisões periódicas dos procedimentos ajudam a identificar etapas que já não atendem às necessidades atuais da operação. Em alguns casos, pequenas atualizações são suficientes para adequar os fluxos internos sem necessidade de mudanças estruturais significativas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A análise contínua também permite verificar se os mecanismos de controle permanecem compatíveis com o volume de despesas processadas pela empresa e se as informações continuam sendo registradas de forma consistente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Organizar despesas empresariais durante as fases de crescimento envolve adaptar processos à nova realidade operacional do negócio. A combinação de responsabilidades definidas, categorização dos gastos, ferramentas de acompanhamento e procedimentos atualizados contribui para que o controle financeiro acompanhe a expansão da empresa sem criar barreiras desnecessárias para a rotina das equipes.</span></p>
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		<title>Da coleta à decisão: como os dados estão redefinindo a Experiência do Cliente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 10:47:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[CXO]]></category>
		<category><![CDATA[Estônia Experience]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Aline Pupim, CXO da Idea Maker Salvador, 27/06/2026 &#8211; Durante muito tempo, os dados foram tratados como um subproduto das operações, com um grande volume de informações subutilizadas, com registros gerados a partir de transações, armazenados em diferentes sistemas e ferramentas, e pouco explorados de forma estratégica. Hoje os dados deixaram de ser apenas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #333399;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-107382" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/aline-pupim-e-cxo-da-idea-maker-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/aline-pupim-e-cxo-da-idea-maker-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/aline-pupim-e-cxo-da-idea-maker-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/aline-pupim-e-cxo-da-idea-maker.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Por Aline Pupim, CXO da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://ideamaker.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Idea Maker</a></span></span></em></p>
<p>Salvador, 27/06/2026 &#8211; Durante muito tempo, os dados foram tratados como um subproduto das operações, com um grande volume de informações subutilizadas, com registros gerados a partir de transações, armazenados em diferentes sistemas e ferramentas, e pouco explorados de forma estratégica.</p>
<p>Hoje os dados deixaram de ser apenas históricos para se tornarem uma das principais alavancas na construção de experiências relevantes e duradouras, e a base para estratégias que antecipam necessidades e potencializam resultados. Nesse contexto, além de entender o que aconteceu, as companhias passaram a buscar respostas para o que está acontecendo no presente, e principalmente, o que ainda irá acontecer.</p>
<p>Segundo estudo da McKinsey &amp; Company, empresas que utilizam dados de forma avançada para a personalização podem gerar até 40% mais receita nessas iniciativas, além de melhorar significativamente a satisfação dos clientes. Esse movimento reflete uma mudança mais profunda: a transição de um modelo orientado à conversão e volume, para uma abordagem centrada na jornada do cliente, em que cada interação deixa de ser um evento isolado e passa a compor uma relação contínua, fortalecendo a reputação e acelerando o sucesso do negócio. E é justamente aqui que os dados ganham protagonismo.</p>
<p>No mercado brasileiro, essa evolução tem sido impulsionada pelo avanço tecnológico e pelo aumento da expectativa (ou nível de exigência) dos consumidores. Um estudo da Salesforce mostra que 73% dos consumidores esperam que as empresas compreendam suas necessidades e expectativas, mas apenas pouco mais da metade acredita que isso realmente acontece, evidenciando uma lacuna clara entre intenção e entrega, ou expectativa e realidade.</p>
<p>Empresas que antes operavam com dados fragmentados hoje buscam consolidar informações, conectar canais e construir uma visão mais completa do cliente, não apenas para analisar, mas para agir.</p>
<p>Essa transformação, no entanto, não acontece de forma espontânea, e se sustenta em três pilares fundamentais.</p>
<p>O primeiro deles é a integração de dados. Unificar informações de diferentes pontos de contato é um grande desafio, mas deixa de ser um diferencial e passa a ser uma condição básica para garantir consistência na experiência. Sem isso, o cliente continua sendo tratado de forma fragmentada, e percebe isso rapidamente.</p>
<p>Já o segundo pilar é a inteligência aplicada à personalização. Dados só geram valor quando são convertidos em decisões. É necessário sair da análise descritiva e avançar para uma atuação contextual, onde as comunicações, ofertas e jornadas se adaptam ao comportamento e ao momento de cada cliente. De acordo com estudo da Epsilon, 80% dos consumidores têm maior propensão a comprar de marcas que oferecem experiências personalizadas, reforçando que a personalização deixou de ser diferencial e passou a ser expectativa do consumidor.</p>
<p>E o terceiro pilar é a tecnologia como viabilizadora da experiência. Ferramentas de análise em tempo real, automação de jornadas e uso de inteligência artificial permitem escalar personalização sem perder eficiência, desde que aplicadas com critério.</p>
<p>Mas como toda mudança de comportamento é sempre desafiadora, as organizações encontram barreiras relevantes quando decidem atuar de maneira orientada por dados. Qualidade e governança de dados são pontos críticos. Afinal, não existe experiência consistente construída sobre bases inconsistentes. Um levantamento da Gartner indica que a má qualidade de dados custa, em média, US$ 12,9 milhões por ano, um impacto direto que vai além da operação e afeta decisões, eficiência e a própria experiência do cliente.</p>
<p>Ao mesmo tempo, cresce a responsabilidade das empresas em garantir privacidade, transparência e uso ético das informações dos seus clientes. Segundo a PwC, 85% dos consumidores afirmam que não farão negócios com empresas nas quais não confiam em relação ao uso de seus dados, reforçando que privacidade e transparência deixaram de ser exigências regulatórias e passaram a ser fatores de decisão do cliente.</p>
<p>Talvez o maior desafio do dia a dia esteja na capacidade de transformar dados em ação. Muitas organizações evoluíram na coleta e armazenamento de dados, mas ainda encontram dificuldade em utilizar essas informações na construção de interações que sejam coerentes, eficientes e mensuráveis, e principalmente rentáveis.</p>
<p>E, em um cenário cada vez mais orientado por inteligência artificial, quando se trata de experiência do cliente, existe uma linha muito tênue entre o bom e o ruim: o uso excessivo de automações que podem comprometer a humanização da experiência. Personalizar não é apenas automatizar, é, sobretudo, encontrar o melhor momento para intervir de forma relevante e transformar a experiência em valor real.</p>
<p>No fim, a diferença não está em ter mais dados, mas em fazer o melhor uso deles. Afinal, empresas que ainda tratam dados como registro estão, na prática, tomando decisões às cegas.</p>
<p>As empresas que conseguem transformar dados em valor real são aquelas que deixam de enxergar o cliente como um número ou um ponto de contato isolado, e passam a atuar com uma mentalidade organizacional centrada no cliente, buscando a construção de relações contínuas, baseadas em contexto, relevância e confiança.</p>
<p>O próximo passo dessa evolução já começa a se desenhar. A tendência é que a experiência do cliente se torne cada vez mais preditiva, integrada e, quem sabe até invisível, com os dados atuando nos bastidores para antecipar necessidades, reduzir fricções e tornar a jornada mais fluida. Nesse cenário, o desafio deixa de ser apenas coletar informações e passa a ser orquestrar experiências que façam sentido, no tempo certo e da forma certa.</p>
<p>Porque, no fim, não é sobre dados.</p>
<p>É sobre decisões que conectam e geram valor de longo prazo.</p>
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