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	<title>Arquivos Segurança - TI Bahia</title>
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		<title>CESAR sedia maior treinamento de defesa cibernética do Hemisfério Sul</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 13:17:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Salvador, 09/06/2026 &#8211; O CESAR, mais completo centro de inovação e conhecimento do Brasil, foi confirmado como um dos hubs do Exercício Guardião Cibernético 2026 (EGC 2026), o maior exercício de defesa cibernética do Hemisfério Sul, em solenidade realizada na quinta-feira (02). A escolha reforça o protagonismo da capital pernambucana e do CISSA, Centro de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-107671" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/cesar-sedia-hub-do-exercicio-guardiao-cibernetico-2026-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/cesar-sedia-hub-do-exercicio-guardiao-cibernetico-2026-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/cesar-sedia-hub-do-exercicio-guardiao-cibernetico-2026-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/cesar-sedia-hub-do-exercicio-guardiao-cibernetico-2026.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Salvador, 09/06/2026 &#8211; O <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://cesar.org.br" target="_blank" rel="noopener">CESAR</a></span>, mais completo centro de inovação e conhecimento do Brasil, foi confirmado como um dos hubs do Exercício Guardião Cibernético 2026 (EGC 2026), o maior exercício de defesa cibernética do Hemisfério Sul, em solenidade realizada na quinta-feira (02). A escolha reforça o protagonismo da capital pernambucana e do <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.cesar.org.br/ciberseguranca" target="_blank" rel="noopener">CISSA</a></span>, Centro de Competência Embrapii em Segurança Cibernética operado pelo CESAR, no ecossistema nacional de segurança digital, ampliando a integração entre Forças Armadas, governo, academia e setor produtivo na proteção das infraestruturas críticas do país.</p>
<p>Coordenado pelo Comando de Defesa Cibernética do <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.eb.mil.br/" target="_blank" rel="noopener">Exército Brasileiro</a></span>, o Guardião Cibernético é realizado anualmente e deve reunir, em 2026, cerca de 240 organizações, entre Forças Armadas, órgãos governamentais, agências reguladoras, instituições de ensino e operadores de setores estratégicos como energia, água, telecomunicações e finanças. O exercício acontecerá de 21 a 25 de setembro e simula ataques cibernéticos em larga escala para testar e fortalecer a capacidade de resposta do país diante de ameaças digitais, combinando simulações de gestão de crise para lideranças com treinamentos técnicos práticos para equipes operacionais.</p>
<p>“O CESAR é uma referência aqui na região e é uma forma que as Forças encontraram de estar mais próximas da indústria, dos serviços e do comércio no Nordeste. Nós trouxemos o Exercício Guardião para diversas regiões do país e, aqui em Recife, o CESAR foi uma escolha natural nesse processo de aproximação com os serviços e as indústrias da região”, destaca o <span style="color: #333399;">General de Divisão Jacy Barbosa Junior, Comandante Cibernético</span>.</p>
<p>Criado para elevar a maturidade e a resiliência cibernética do Brasil, o Guardião Cibernético terá Brasília como sede principal e contará com hubs em Manaus, Belém, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, ampliando a capilaridade das atividades em diferentes regiões do país. Considerado uma das principais ferramentas de integração entre o Ministério da Defesa e o ecossistema de inovação, empresas e instituições que atuam com segurança da informação, o exercício fortalece a cooperação entre os diversos atores responsáveis pela proteção das infraestruturas críticas nacionais.</p>
<p>A escolha do CESAR para sediar o hub Recife do EGC 2026 não é isolada, mas se dá pelo fato de a instituição operar o CISSA, único Centro de Competência em Cibersegurança credenciado pela Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) no país. O credenciamento foi obtido em 2024 e insere o CESAR em um modelo de atuação criado pela Embrapii para impulsionar conhecimento, inovação e competência em áreas tecnológicas estratégicas para o Brasil, por meio de projetos de pesquisa de ponta (deep science) em PD&amp;I.</p>
<p>O CISSA atua em quatro frentes principais, com pesquisa, capacitação de talentos, aceleração de startups (ventures) e conexão entre empresas, governo e instituições de ensino e pesquisa, em linhas de investigação que vão de Gestão de Identidade e Acesso e Proteção e Privacidade de Dados a Inteligência de Ameaças Cibernéticas e aspectos legais, éticos e comportamentais da segurança digital. O centro tem entre seus parceiros institucionais o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) e a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), além de um conselho consultivo formado por nomes do CESAR, Embrapii, MCTI, Febraban e Google.</p>
<p>&#8220;Estar entre os anfitriões participantes do Guardião Cibernético é o reconhecimento de um trabalho que o CESAR vem construindo e um marco para o CISSA. Coloca Recife no centro de um dos maiores exercícios de defesa cibernética do mundo e reforça o papel do CISSA nesse campo&#8221;, afirma <span style="color: #333399;">Georgia Barbosa, gerente executiva do CISSA</span>.</p>
<p>O acordo entre o Exército Brasileiro e o CESAR ganha ainda mais relevância em um momento em que ataques a infraestruturas críticas como energia, água, telecomunicações, sistema financeiro crescem em frequência e sofisticação no mundo todo. A combinação entre a capacidade de coordenação e inteligência das forças armadas e a expertise técnica e científica do CISSA em pesquisa e inovação em cibersegurança amplia a capacidade do país de antecipar, simular e responder a esses cenários, ao mesmo tempo em que fortalece a formação de talentos e a geração de conhecimento aplicado na área.</p>
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		<title>Como o fenômeno El Niño reforça importância de resiliência da operação de TI</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:53:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com probabilidade superior a 80% de formação do fenômeno ainda em 2026, empresas que operam com servidores locais estão expostas a riscos que podem comprometer a continuidade da operação Salvador, 08/07/2026 &#8211; As projeções do Centro de Projeção Climática da NOAA (agência americana que monitora os oceanos e a atmosfera) apontam probabilidade superior a 80% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-107557" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/mudancas-climaticas-el-ninho-resiliencia-cibernetica-operacoes-de-ti-copilot-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/mudancas-climaticas-el-ninho-resiliencia-cibernetica-operacoes-de-ti-copilot-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/mudancas-climaticas-el-ninho-resiliencia-cibernetica-operacoes-de-ti-copilot-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/mudancas-climaticas-el-ninho-resiliencia-cibernetica-operacoes-de-ti-copilot.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Com probabilidade superior a 80% de formação do fenômeno ainda em 2026, empresas que operam com servidores locais estão expostas a riscos que podem comprometer a continuidade da operação</em></p>
<p>Salvador, 08/07/2026 &#8211; As projeções do Centro de Projeção Climática da NOAA (agência americana que monitora os oceanos e a atmosfera) apontam probabilidade superior a 80% de formação do fenômeno <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.climatempo.com.br/noticias/el-nino" target="_blank" rel="noopener">El Niño</a></span> intenso no segundo semestre de 2026, com impacto direto sobre o Sul do Brasil. Além de todo o impacto socioambiental, para as empresas – principalmente as que ainda operam com datacenter próprio – o alerta se volta para a continuidade da operação do negócio.</p>
<p>A corrida pela migração de sistemas de gestão para a nuvem ganhou uma nova camada de urgência para as empresas brasileiras que ainda utilizam o modelo on-premise – cerca de 14% das companhias nacionais, segundo um levantamento da Locaweb feito em agosto de 2025. Para esse grupo, a <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.wk.com.br/" target="_blank" rel="noopener">WK</a></span>, desenvolvedora de ERP com mais de 40 anos de atuação e mais de quatro mil clientes ativos, enxerga um risco concreto na chegada do novo El Niño.</p>
<p>“Um evento climático extremo pode expor empresas a riscos reais de interrupção e danos na infraestrutura de TI, causando a interrupção do sistema de gestão, e, consequentemente, do faturamento, o controle de estoque, e a emissão de notas fiscais. Para o gestor que ainda depende de um servidor local, a chuva pode significar dias ou semanas sem operação. Por isso, a nuvem é uma decisão de continuidade de negócio e não mais uma tendência do segmento”, afirma <span style="color: #333399;">Odair Behnke, Gestor de Operações com o Mercado na WK</span>.</p>
<p>Além da resiliência em TI, essencial em momentos com desafios climáticos, a nuvem vem se tornando uma opção segura e estratégica para operações que buscam redundância e otimização de custos. Segundo a International Data Corporation (IDC) 81% das organizações relatam redução significativa de custos após a migração para a nuvem. O dado é reforçado pela consultoria Gartner, que aponta que empresas que fazem a transição para o cloud conseguem reduzir até 30% dos custos operacionais já no primeiro ano.</p>
<p>“É preciso ter uma visão de médio prazo. Migrar para a nuvem não é uma decisão de TI, é uma decisão de gestão. A nuvem para o WK Radar, por exemplo, foi desenvolvida exatamente para que essa transição aconteça sem abrir mão da performance e da segurança que a operação de uma empresa exige”, afirma Behnke.</p>
<p>O executivo reforça outro fator que amplia a capacidade e dá mais segurança aos clientes: a IA embarcada para quem tem o modelo nuvem. A Mik, assistente da WK, possui três versões — Insights, Especialista em WK Radar e Especialista em Finanças. Esta última permite que o gestor saiba, pelo WhatsApp ou Telegram, quanto entra e quanto sai nos próximos dias, sem depender de acesso ao ERP. Em meio a uma crise, essa visibilidade pode ser a diferença entre uma decisão rápida e um erro caro.</p>
<p>Com a janela climática se estreitando — o INPE e o INMET já alertam para precipitações acima da média na região Sul durante o segundo semestre —, a WK tem intensificado o diálogo com clientes que ainda operam em ambiente local, apresentando o mapa de risco operacional e o caminho para a migração. A empresa conta com mais de 400 clientes ativos já na nuvem WK e uma estrutura de canais certificados em todo o Brasil.</p>
<p>“O El Niño de 2024 foi um divisor de águas para muitos dos nossos clientes no Sul. Quem já estava na nuvem passou pela crise sem interrupção. Quem não estava, viveu na prática o que significa perder o acesso ao sistema no pior momento. Não queremos que isso se repita”, diz Behnke.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Sobre a WK</strong></span></p>
<p>A WK é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções completas de gestão empresarial, que há mais de 40 anos apoia negócios de diversos segmentos e portes na jornada de digitalização e eficiência operacional. Seu <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://wk.com.br/erp/" target="_blank" rel="noopener">ERP WK Radar</a></span> é um sistema completo, simples e flexível, que dá autonomia para os usuários e mais poder de decisão para quem lidera – com integração de processos e otimização de rotinas. Com sede em Blumenau (SC) e atuação nacional, a WK conta com um time de mais de 200 colaboradores e mais de 4 mil clientes. Reconhecida pela inovação contínua e pelo atendimento próximo aos clientes, a empresa tem expertise em Reforma Tributária, com toda a estrutura e suporte já adaptados para que os usuários vivenciem as mudanças da legislação. Além disso, o WK Radar é um dos primeiros ERPs do mercado com inteligência artificial generativa integrada, desenvolvido para atender de forma prática e personalizada as necessidades de gestão dos negócios.</p>
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		<title>60 bilhões de ataques em um ano e os sistemas que sustentam sua vida estavam no alvo</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 19:38:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[chip]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salvador, 07/07/2026 &#8211; O Brasil registrou mais de 60 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos em 2023, segundo dados do FortiGuard Labs, laboratório de inteligência e análise de ameaças da Fortinet, e boa parte delas mirou sistemas públicos responsáveis por serviços de saúde, educação e arrecadação. Diante desse cenário, que a CHIP, em parceria com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-107531" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/chip-evento-antonio-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/chip-evento-antonio-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/chip-evento-antonio-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/07/chip-evento-antonio.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Salvador, 07/07/2026 &#8211; O Brasil registrou mais de 60 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos em 2023, segundo dados do FortiGuard Labs, laboratório de inteligência e análise de ameaças da Fortinet, e boa parte delas mirou sistemas públicos responsáveis por serviços de saúde, educação e arrecadação. Diante desse cenário, que a <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://chipcia.com.br/" target="_blank" rel="noopener">CHIP</a></span>, em parceria com a <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.commvault.com/br/" target="_blank" rel="noopener">Commvault</a></span> e a <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://lac.tdsynnex.com/br/pt-br/" target="_blank" rel="noopener">TD SYNNEX</a></span>, reuniu gestores de tecnologia e especialistas em segurança da informação em João Pessoa, no dia 10 de junho, para discutir uma pergunta que nenhuma instituição pública pode mais ignorar: o que acontece com os serviços essenciais quando o sistema cai?</p>
<p>O encontro reuniu representantes de órgãos públicos e instituições privadas em Cabo Branco, com a proposta de: compartilhar desafios, comparar estratégias e reconhecer que a ameaça digital cresceu rápido demais para qualquer organização enfrentar sozinha.</p>
<p>A discussão foi direta: proteger sistemas não basta mais. O que as instituições precisam é de resiliência a capacidade de resistir a um ataque, responder com rapidez e recuperar operações sem interromper os serviços que a população depende. Saúde, segurança, arrecadação e atendimento ao cidadão sustentam-se hoje sobre infraestruturas digitais. Quando essas estruturas falham, o impacto não é apenas técnico, é social.</p>
<p>&#8220;Nenhuma organização constrói resiliência cibernética sozinha. O que faz a diferença é ter um parceiro que entende seu ambiente antes de oferecer qualquer solução. É esse diagnóstico feito junto com o cliente que transforma intenção em proteção real” afirmou o <span style="color: #333399;">Iuri Cerqueira, consultor de Negócios da CHIP</span>. A fala sintetizou o consenso do encontro: maturidade digital não se compra em produto, constrói-se em parceria.</p>
<p>Foi nesse contexto que a Commvault e a TD SYNNEX apresentaram seu posicionamento. &#8220;Seja qual for sua plataforma local ou na nuvem, operamos em qualquer cenário&#8221;, destacou o <span style="color: #333399;">especialista em infraestrutura, proteção de dados e resiliência cibernética, o Rafael Moraes</span>. Com a maior matriz de compatibilidade do mercado, a solução se propõe a funcionar independentemente do fabricante de hardware ou da arquitetura existente, eliminando um dos principais gargalos da segurança pública: a fragmentação tecnológica entre órgãos que usam sistemas diferentes e precisam de proteção integrada.</p>
<p>O encontro também evidenciou um movimento crescente: a aproximação estruturada entre setor público e iniciativa privada na construção de ambientes digitais mais seguros. O mercado começa a assumir um papel de parceiro estratégico das instituições compartilhando inteligência sobre ameaças, boas práticas de governança e caminhos para modernizar infraestruturas sem paralisar operações no processo.</p>
<p>O encontro em João Pessoa deixou uma mensagem clara: segurança digital deixou de ser uma camada técnica para se tornar um pilar de governança. Instituições que ainda tratam o tema como custo e não como investimento estratégico correm o risco de descobrir o valor da resiliência da pior forma possível: quando o sistema cair e o cidadão estiver do outro lado esperando por um serviço que não chega.</p>
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		<title>IA acelera infraestrutura e shadow AI amplia os riscos</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:44:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da Wakefield Research, encomendada pela Nutanix, aponta que 86% dos executivos brasileiros veem a IA acelerando a adoção de containers, enquanto 81% alertam para riscos no uso não supervisionado de IA nas organizações Salvador, 24/06/2026 – A Nutanix, líder em computação híbrida multicloud, anuncia os resultados do Estudo Enterprise Cloud Index (ECI), desenvolvido pela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-102124" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2025/08/leonel-oliveira-nutanix-770-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2025/08/leonel-oliveira-nutanix-770-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2025/08/leonel-oliveira-nutanix-770-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2025/08/leonel-oliveira-nutanix-770.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Pesquisa da Wakefield Research, encomendada pela Nutanix, aponta que 86% dos executivos brasileiros veem a IA acelerando a adoção de containers, enquanto 81% alertam para riscos no uso não supervisionado de IA nas organizações</em></p>
<p>Salvador, 24/06/2026 – A <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.nutanix.com" target="_blank" rel="noopener">Nutanix</a></span>, líder em computação híbrida multicloud, anuncia os resultados do Estudo Enterprise Cloud Index (ECI), desenvolvido pela Wakefield Research, o qual mede o avanço da adoção de nuvem, conteinerização e aplicações com IA nas organizações.</p>
<p>O levantamento, com recorte local, revela que, no Brasil, a inteligência artificial está impulsionando fortemente a modernização da infraestrutura, ao mesmo tempo em que expõe desafios de governança e integração entre áreas e controle do uso de IA.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>IA acelera a modernização via containers</strong></span></p>
<p>Sob pressão para proteger dados e torná-los mais portáveis, as organizações brasileiras estão ampliando o uso de containers para executar aplicações habilitadas por IA. 81% dos executivos de TI no Brasil e 87% dos entrevistados globais esperam que o nível de conteinerização de aplicações aumente nos próximos três anos.</p>
<p>•  No Brasil, 86% dos respondentes acreditam que a IA está acelerando de forma significativa a adoção de containers em suas organizações, sendo que 32% afirmam que essa aceleração ocorre em grande escala.</p>
<p>•  Entre aqueles que utilizam containers para rodar aplicações com IA, 71% dos profissionais ouvidos no Brasil estão desenvolvendo novas aplicações nesse modelo, seja como abordagem principal ou combinada à modernização de sistemas legados.</p>
<p>Quando questionados sobre os principais motivadores, 48% dos executivos brasileiros apontam ganhos de desempenho— como velocidade, confiabilidade e escalabilidade — como principais objetivos para ampliar o uso de containers nos próximos 12 meses.</p>
<p>Globalmente, 85% dos entrevistados afirmaram que a IA está acelerando a adoção de containers, reforçando a tendência observada também no Brasil.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Shadow AI e silos ampliam riscos operacionais</span></strong></p>
<p>Apesar do avanço tecnológico, o estudo mostra que a governança da IA ainda representa um desafio relevante no país. 81% dos executivos brasileiros e 87% dos entrevistados globais acreditam que o uso de ferramentas e agentes de IA (fora da supervisão oficial) cria risco para o negócio. Esta preocupação é real com 74% afirmando que se depararam com aplicações ou agentes de IA implementados por colaboradores fora da área de TI – próximo ao número global de 79%.</p>
<p>Ainda, a falta de uma visão unificada é um obstáculo com 82% respondendo que consideram que silos entre áreas de negócio e TI prejudicam, ao menos de forma moderada, a capacidade da organização de executar iniciativas tecnológicas de maneira eficaz.</p>
<p>Os dados indicam que, à medida que a IA se espalha pelas organizações, cresce também a necessidade de maior integração entre áreas técnicas e unidades de negócio para reduzir riscos relacionados à exposição de dados sensíveis e propriedade intelectual.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Soberania de dados influencia decisões de infraestrutura</span></strong></p>
<p>A proteção e a localização dos dados também aparecem como fatores estratégicos no Brasil. 72% dos executivos classificam a soberania de dados como prioridade alta ou obrigatória nas decisões de infraestrutura, um número abaixo do global (80%), mas ainda importante.</p>
<p>Mais da metade dos entrevistados globais e locais (57%) afirma sentir necessidade de operar sua infraestrutura dentro do país, seja em ambientes on-premises ou por meio de regiões locais de nuvem, em função de expectativas de clientes ou demais stakeholders.</p>
<p>Além disso, as empresas brasileiras demonstram maior inclinação a executar aplicações conteinerizadas em ambientes on-premises ou em nuvens privadas (49%) do que em nuvens públicas (38%), sinalizando uma abordagem híbrida com ênfase em controle e segurança.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Diretriz estratégica vem do topo, mas desafios permanecem</span></strong></p>
<p>O relatório global também aponta que 59% das organizações esperam ter mais de cinco aplicações habilitadas por IA nos próximos três anos. No entanto, 82% afirmam que sua infraestrutura atual não está totalmente preparada para suportar cargas de trabalho de IA on-premises, evidenciando um descompasso entre ambição estratégica e prontidão tecnológica.</p>
<p>Segundo <span style="color: #333399;">Leonel Oliveira (foto), diretor geral da Nutanix Brasil</span>, “as organizações precisam de segurança, resiliência, flexibilidade e portabilidade para suportar cargas de trabalho de IA em qualquer lugar. Hoje, os desafios da IA se multiplicam por meio dos ambientes corporativos e os líderes, não somente de TI, mas de diversas áreas, precisam endereçar soluções para ter confiança de que a tecnologia será utilizada com governança e real valor para o negócio”.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Metodologia</span></strong></p>
<p>Pelo oitavo ano consecutivo, a Nutanix encomendou à Wakefield Research um estudo global para avaliar o estado da adoção de nuvem, conteinerização e aplicações com IA generativa.</p>
<p>A pesquisa foi realizada entre 13 e 23 de novembro de 2025, com 1.600 executivos das áreas de nuvem, TI e engenharia em 14 países.</p>
<p>No Brasil, foram entrevistados 100 executivos com nível mínimo de gerente, em empresas com 500 ou mais funcionários. Para o recorte brasileiro, a margem de variação é de ±9,8 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Sobre a Nutanix</span></strong></p>
<p>A Nutanix é líder em computação híbrida multicloud e oferece uma plataforma de software unificada para execução de aplicações e IA e gerenciamento de dados em qualquer ambiente. Com mais de 29 mil clientes globalmente, a empresa apoia organizações na simplificação de operações e na modernização consistente de ambientes híbridos.</p>
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		<title>Nova pesquisa revela vulnerabilidades em equipamentos de data centers com alto potencial de interrupção operacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:39:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom e Datacenter]]></category>
		<category><![CDATA[claroty]]></category>
		<category><![CDATA[CPS]]></category>
		<category><![CDATA[data centers]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas ciberfísicos]]></category>
		<category><![CDATA[Team82]]></category>
		<category><![CDATA[vulnerabilidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Team82 da Claroty descobre vulnerabilidades em dispositivos críticos de alimentação de energia e em controladores de sistema (HVAC). Salvador, 26/06/2026 — A Claroty, empresa de proteção de sistemas ciberfísicos (CPS), publicou um novo estudo de sua reconhecida equipe de investigação de ameaças, o Team82, que revela vulnerabilidades em dois tipos diferentes de aparelhos utilizados principalmente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-107375" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/ataques-e-vulnerabilidades-nos-data-centers-ciberseguranca-copilot-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/ataques-e-vulnerabilidades-nos-data-centers-ciberseguranca-copilot-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/ataques-e-vulnerabilidades-nos-data-centers-ciberseguranca-copilot-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/ataques-e-vulnerabilidades-nos-data-centers-ciberseguranca-copilot.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Team82 da Claroty descobre vulnerabilidades em dispositivos críticos de alimentação de energia e em controladores de sistema (HVAC).</em></p>
<p>Salvador, 26/06/2026 — A <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://br.claroty.com/" target="_blank" rel="noopener">Claroty</a></span>, empresa de proteção de sistemas ciberfísicos (CPS), publicou um novo estudo de sua reconhecida equipe de investigação de ameaças, o Team82, que revela vulnerabilidades em dois tipos diferentes de aparelhos utilizados principalmente em data centers: dispositivos de fonte de alimentação e controladores de sistema (HVAC). O levantamento mostra que, se essas falhas fossem exploradas em seu potencial máximo, os atacantes poderiam causar paralisações dispendiosas e impactos devastadores nas operações que sustentam a sociedade moderna.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Os altos riscos da segurança em data centers</strong></span></p>
<p>As interrupções de serviço representam um risco inaceitável para os líderes de tecnologia de data centers, reforçando a necessidade de que as equipes de segurança garantam a resiliência de suas infraestruturas contra ataques. Afinal, proteger um data center significa manter os negócios digitais funcionando continuamente. Caso um data center sofra indisponibilidade, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://claroty.com/resources/white-papers/unlocking-cyber-resilience-in-data-center-environments" target="_blank" rel="noopener">os prejuízos podem ultrapassar centenas de milhares de dólares por hora</a></span>. Tornando a disponibilidade operacional ainda mais crítica, o mundo está cada vez mais dependente da inteligência artificial para atividades do dia a dia — uma demanda massiva de processamento sustentada pelos data centers. Esse cenário transforma os data centers em alvos cada vez mais atrativos para agentes maliciosos, que, ao mesmo tempo, passam a utilizar ameaças potencializadas por IA para causar interrupções e impactos operacionais. Como resultado, os data centers são cada vez mais <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://cyberscoop.com/data-centers-critical-infrastructure-ai-security-op-ed/" target="_blank" rel="noopener">reconhecidos como infraestruturas críticas</a></span> por empresas e governos.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Vulnerabilidades em equipamentos de data centers representam uma ameaça crítica à continuidade operacional</span></strong></p>
<p>O primeiro conjunto de descobertas revela duas vulnerabilidades críticas nas placas de rede dos sistemas de alimentação ininterrupta (UPS) da Vertiv — dispositivos responsáveis por manter equipamentos essenciais em funcionamento durante interrupções no fornecimento de energia. Os data centers dependem desses sistemas para garantir a estabilidade de servidores, roteadores e sistemas de controle, protegendo-os contra oscilações, quedas ou picos de energia. Dessa forma, os equipamentos podem permanecer operacionais ou ser desligados de maneira segura quando necessário. Se exploradas com sucesso por agentes maliciosos, essas vulnerabilidades podem ter consequências severas. Como praticamente todos os equipamentos de computação dependem de dispositivos UPS para permanecerem online durante problemas de energia, o comprometimento desses sistemas pode resultar na interrupção total das operações do data center.</p>
<p>Leia a pesquisa completa (em inglês) em: “<span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://claroty.com/team82/research/attacking-ups-network-cards-to-take-down-data-centers" target="_blank" rel="noopener">Attacking UPS Network Cards to Take Down Data Centers</a></span>” (Atacando Placas de Rede UPS para Derrubar Data Centers).</p>
<p>A segunda parte da pesquisa envolve uma cadeia de vulnerabilidades graves e altamente exploráveis no amplamente implantado Trane Tracer SC+, um controlador automatizado de sistema (HVAC). As vulnerabilidades descobertas pelo Team82 da Claroty estavam profundamente enterradas na arquitetura do dispositivo e, se utilizadas em ataques cibernéticos, poderiam permitir a execução remota de código (RCE) não autenticada, potencialmente dando a um atacante o controle total sobre um sistema crítico de gestão predial a partir do exterior.</p>
<p>Leia a pesquisa completa (em inglês) em: “<span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://claroty.com/team82/research/turning-up-the-heat-hacking-trane-hvac-controllers" target="_blank" rel="noopener">Turning Up the Heat: Hacking Trane HVAC Controllers</a></span>” (Aumentando a Temperatura: Explorando Vulnerabilidades em Controladores de Sistemas HVAC da Trane).</p>
<p>“As vulnerabilidades identificadas na pesquisa do Team82 da Claroty demonstram por que os data centers precisam promover uma mudança fundamental na forma como definem seus objetivos de resiliência cibernética e operacional. Isso porque um único incidente cibernético pode provocar interrupções físicas, criar riscos à segurança e causar indisponibilidades catastróficas”, afirma Amir Preminger, CTO da Claroty e head do Team82. “Nossa pesquisa mostra que o risco à estabilidade dos data centers é real e está presente neste momento. Os operadores de data centers precisam agir rapidamente para tratar a proteção dos sistemas ciberfísicos (CPS) como uma prioridade estratégica para o negócio, reduzindo riscos e garantindo a continuidade das operações.</p>
<p>Todas as descobertas foram divulgadas de forma responsável para a Trane e a Vertiv, que trabalharam com o Team82 da Claroty na remediação para corrigir todos os problemas antes da publicação.</p>
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		<item>
		<title>Quase 8 em cada 10 empresas financeiras atacadas pagaram resgate a hackers nos últimos 12 meses, revela Cohesity</title>
		<link>https://tibahia.com/seguranca/quase-8-em-cada-10-empresas-financeiras-atacadas-pagaram-resgate-a-hackers-nos-ultimos-12-meses-revela-cohesity/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[ataques cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Cohesity]]></category>
		<category><![CDATA[setor financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo da empresa referência em segurança de dados mostra que 77% das organizações do setor já sofreram ataques virtuais Salvador, 24/06/2026 &#8211; Mais de três quartos (77%) das empresas financeiras já sofreram um ataque cibernético, com 57% sendo alvo nos últimos 12 meses. É o que revela uma pesquisa da Cohesity, líder em segurança de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-107386" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/cohesity-hackers-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/cohesity-hackers-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/cohesity-hackers-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/cohesity-hackers.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Estudo da empresa referência em segurança de dados mostra que 77% das organizações do setor já sofreram ataques virtuais</em></p>
<p>Salvador, 24/06/2026 &#8211; Mais de três quartos (77%) das empresas financeiras já sofreram um ataque cibernético, com 57% sendo alvo nos últimos 12 meses. É o que revela uma pesquisa da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.cohesity.com/" target="_blank" rel="noopener">Cohesity</a></span>, líder em segurança de dados com IA, feita com 390 tomadores de decisões de TI e operações de segurança. Todos representam empresas com mais de mil funcionários na América do Sul, Europa, Ásia e América do Norte.</p>
<p>Os prejuízos relacionados a esses ataques também foram abordados na pesquisa. Os dados mostram que 87% das empresas já perderam receita em decorrência de um ataque cibernético, enquanto 35% perderam clientes e 93% enfrentaram consequências regulatórias ou legais.</p>
<p>Aproximadamente oito em cada dez (79%) pagaram resgate nos últimos 12 meses, enquanto 62% das organizações de serviços financeiros publicamente listadas relataram uma revisão das orientações financeiras. Outro dado da pesquisa mostra que uma em cada quatro empresas já foi atacada várias vezes.</p>
<p>Mesmo diante desses números, 46% dos entrevistados responderam que têm total confiança em suas estratégias de resiliência cibernética. Outro dado aponta que 39% acreditam que a IA terá um papel central na detecção e resposta a ameaças, incluindo a tomada de algumas decisões autônomas.</p>
<p>Para <span style="color: #333399;">Gustavo Leite, vice-presidente da Cohesity para América Latina e Caribe</span>, o cenário exige uma mudança de postura. “Esses dados são um novo lembrete de que as empresas de serviços financeiros de todo o mundo são cada vez mais visadas. Há um aumento na frequência e na sofisticação dessas ameaças, levando a um risco elevado de danos financeiros, operacionais e de reputação consideráveis. Os ataques cibernéticos não são mais eventos isolados, mas uma característica constante do nosso mundo digital”, explica.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Organização Mínima Viável</strong></span></p>
<p>Diante da inevitabilidade dos incidentes, o mercado tem adotado o conceito de Minimum Viable Company (MVC), ou Organização Mínima Viável, para atravessar momentos de crise. A abordagem propõe que, em vez de tentar restaurar toda a infraestrutura simultaneamente após um ataque, a recuperação foque estritamente no que é essencial, entregando a menor versão funcional da organização capaz de manter o negócio operando sob condições degradadas.</p>
<p>“O verdadeiro risco cibernético hoje não é a perda dos dados no backup, mas a incapacidade de definir o que deve ser restaurado primeiro e como fazer isso com segurança”, ressalta Leite. “O segredo da resiliência, então, é restaurar apenas o suficiente para operar, garantindo que as condições que causaram a falha não sejam recriadas.”</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Metodologia</span></strong> &#8211; O estudo foi conduzido pela Vanson Bourne em 2025, entrevistando 3.200 líderes de TI e Segurança de empresas com 1.000 ou mais funcionários nas regiões da América do Norte, América Latina, Europa e Ásia-Pacífico. A amostra com foco específico no setor financeiro contou com 390 participantes.</p>
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		<title>Caso da Defesa Civil reforça necessidade de proteção em sistemas críticos, alerta especialista da ESET</title>
		<link>https://tibahia.com/seguranca/caso-da-defesa-civil-reforca-necessidade-de-protecao-em-sistemas-criticos-alerta-especialista-da-eset/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 10:11:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[eset]]></category>
		<category><![CDATA[segurança digital]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas críticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salvador, 23/06/2026 &#8211; O envio de alertas falsos por meio do sistema da Defesa Civil entre a noite de 19 de junho e a madrugada de 20 de junho acendeu um alerta sobre a segurança de infraestruturas críticas no Brasil. As mensagens indevidas foram recebidas por moradores de diferentes cidades brasileiras e simulavam situações de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-107297" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/alerta-defesa-civil-copilot-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/alerta-defesa-civil-copilot-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/alerta-defesa-civil-copilot-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/alerta-defesa-civil-copilot.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Salvador, 23/06/2026 &#8211; O envio de alertas falsos por meio do sistema da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.gov.br/pt-br/categorias/forcas-armadas-e-defesa-civil/defesa-civil" target="_blank" rel="noopener">Defesa Civil</a></span> entre a noite de 19 de junho e a madrugada de 20 de junho acendeu um alerta sobre a segurança de infraestruturas críticas no Brasil. As mensagens indevidas foram recebidas por moradores de diferentes cidades brasileiras e simulavam situações de emergência, incluindo avisos sobre deslizamentos de terra, tornados e outros conteúdos sem fundamento.</p>
<p>O caso está sendo investigado pelas autoridades, que apuram a possibilidade de acesso não autorizado à plataforma utilizada para o disparo dos alertas. O episódio chamou a atenção por envolver um sistema destinado à comunicação de riscos iminentes à população em situações de desastres e emergências.</p>
<p>Para <span style="color: #333399;">Jonathan Ramos, pesquisador de segurança da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.eset.com/br/" target="_blank" rel="noopener">ESET Brasil</a></span></span>, o incidente evidencia desafios que vão além da dimensão tecnológica. “Incidentes cibernéticos em plataformas de infraestrutura crítica, a exemplo do ocorrido no sistema Defesa Civil Alerta, expõem vulnerabilidades que transcendem a esfera puramente tecnológica, evidenciando falhas severas em políticas e procedimentos de segurança”, afirma.</p>
<p>Segundo o especialista, as informações divulgadas até o momento, que apontam para o possível uso de credenciais comprometidas, reforçam a necessidade de medidas fundamentais de proteção, como a adoção de autenticação multifator (MFA), a revisão periódica de acessos e a aplicação do princípio do privilégio mínimo.</p>
<p>Ramos também destaca a importância de mecanismos adicionais de validação para sistemas de alto impacto social. “Torna-se indispensável a implementação do princípio do duplo comando (Four-Eyes Principle). Essa camada de dupla validação antes de qualquer disparo em massa mitiga o risco de ações isoladas, sejam maliciosas ou acidentais, impedindo que falsos alertas gerem pânico e desinformação, além de preservar a confiança da população nos mecanismos legítimos de proteção do Estado”, conclui.</p>
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		<title>Cohesity lança Cohesity Maestro</title>
		<link>https://tibahia.com/seguranca/cohesity-lanca-cohesity-maestro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Claude]]></category>
		<category><![CDATA[Cohesity]]></category>
		<category><![CDATA[Cohesity Maestro]]></category>
		<category><![CDATA[Gemini]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresa traz proteção, telemetria em tempo real, agentes autônomos e busca por IA para os fluxos de trabalho baseados em IA que as empresas já construíram Salvador, 17/06/2026 &#8211; A Cohesity, líder em segurança de dados baseada em IA, anunciou o Cohesity Maestro, tornando todo o Cohesity Data Cloud — operações de ciberresiliência, telemetria em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-95593" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/12/sanjay-poonen-presidente-e-ceo-da-cohesity-770-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/12/sanjay-poonen-presidente-e-ceo-da-cohesity-770-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/12/sanjay-poonen-presidente-e-ceo-da-cohesity-770-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/12/sanjay-poonen-presidente-e-ceo-da-cohesity-770.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Empresa traz proteção, telemetria em tempo real, agentes autônomos e busca por IA para os fluxos de trabalho baseados em IA que as empresas já construíram</em></p>
<div>
<p>Salvador, 17/06/2026 &#8211; A <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.cohesity.com/" target="_blank" rel="noopener">Cohesity</a></span>, líder em segurança de dados baseada em IA, anunciou o Cohesity Maestro, tornando todo o Cohesity Data Cloud — operações de ciberresiliência, telemetria em tempo real, agentes autônomos e o Cohesity Gaia, seu mecanismo de busca empresarial e conhecimento baseado em IA — nativamente acessível por meio do Model Context Protocol (MCP).</p>
<p>Com o Cohesity Maestro, a empresa se torna pioneira em uma arquitetura headless (sem interface) para resiliência cibernética — uma capacidade que nenhum fornecedor do setor trouxe ao mercado até o momento: uma em que ações essenciais da Cohesity, sinais de telemetria e ativos de dados podem ser direcionados por meio de agentes, sem a necessidade de uma interface da Cohesity.</p>
<p>Assim como empresas como a Salesforce foram pioneiras em software empresarial headless, tornando toda a sua plataforma de CRM comandável por agentes de IA externos por meio de padrões abertos, a Cohesity traz essa mesma mudança arquitetônica para a segurança de dados.</p>
<p>Construído sobre o padrão aberto MCP, o Cohesity Maestro se integra nativamente com as plataformas de IA que as empresas já padronizaram, incluindo Anthropic Claude, OpenAI ChatGPT e Google Gemini, sem integrações personalizadas ou conectores proprietários.</p>
<p>Enquanto alguns concorrentes criaram um ecossistema fechado (walled garden) de experiência de agentes, o Cohesity Maestro é aberto por design, oferecendo às empresas uma ampla escolha sobre sua pilha de IA e a flexibilidade para usar as ferramentas de agentes mais adequadas às necessidades de cada empresa.</p>
<p>&#8220;Nossos clientes já fizeram suas escolheras&#8221;, disse <span style="color: #333399;">Sanjay Poonen, CEO da Cohesity</span>. &#8220;Claude, Gemini e GPT já executam operações nessas plataformas, que crescem em capacidade a cada dia. O Cohesity Maestro dá a essas plataformas acesso direto às nossas capacidades de proteção de dados. Nenhum painel novo. Nenhuma mudança no fluxo de trabalho. Apenas o poder da Cohesity, onde quer que a IA deles já viva. É assim que se parece a proteção de dados headless, e a Cohesity é a primeira em nosso setor a entregá-la.&#8221;</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Tecnologia adaptativa</strong></span></p>
<p>A Cohesity acredita há muito tempo que a tecnologia deve se adaptar à forma como as pessoas trabalham, e não o contrário. A plataforma da Cohesity já tem a capacidade de agir como um Agente para impulsionar ações autônomas e orquestração, tudo dentro da experiência de usuário da plataforma. Por exemplo, o Cohesity Copilot, lançado em 2024, introduziu a administração em linguagem natural para proteção de dados antes que o setor fizesse o mesmo. O Cohesity RecoveryAgent, lançado em 2025, entregou recuperação cibernética inteligente quando outros ainda estavam vendendo runbooks manuais.</p>
<p>Essa convicção agora aponta para um novo caminho. As empresas não estão mais avaliando plataformas de IA. Elas já as escolheram. Suas equipes continuam a construir fluxos de trabalho baseados em Claude, Gemini e ChatGPT que se tornam mais capazes a cada semana. A pergunta que elas estão fazendo aos fornecedores não é &#8220;vocês podem nos dar IA?&#8221;. É mais simples: o seu produto pode nos alcançar onde já estamos?</p>
<p>Para empresas que criam seus próprios fluxos de trabalho baseados em IA e reúnem modelos, ferramentas e painéis adaptados à forma como suas equipes trabalham, o Cohesity Maestro se encaixa perfeitamente nesse cenário, sendo governado pelos mesmos controles de acesso baseados em funções, autenticação e estrutura de auditoria que se aplicam ao acesso direto à plataforma. A Cohesity não dita a experiência de IA; ela participa daquela que os clientes já estão construindo, sob seus próprios termos de segurança.</p>
<p>As equipes de operações de TI e segurança agora podem perguntar o que mudou em seu ambiente nas últimas 24 horas e obter uma visão priorizada dos riscos críticos para os negócios e das lacunas de recuperação. A partir daí, elas podem iniciar restaurações, caçar ameaças e orquestrar a recuperação diretamente das ferramentas de IA que já utilizam, sem mudar para um console separado.</p>
<p>Com o Cohesity Maestro, os clientes terão acesso nativo às capacidades da plataforma Cohesity, incluindo:</p>
<p>•  Orquestração de ciberresiliência: ações de proteção de dados, incluindo proteção, restaurações, status, relatórios, status de consultas, grupos de recuperação, blueprints, caça a ameaças (threat hunting) e muito mais.</p>
<p>•  Telemetria e sinais de ameaça: telemetria de segurança em tempo real e sinais operacionais, integrados a qualquer fluxo de trabalho de IA, permitindo uma camada de inteligência personalizada integrada com as operações existentes.</p>
<p>•  Cohesity Gaia: busca semanticamente enriquecida em todos os dados protegidos, impulsionada por IA empresarial da NVIDIA e um catálogo profundo de metadados, entregando insights de dados empresariais para o desenvolvimento de agentes melhores (disponível para clientes do Cohesity Gaia).</p>
<p>•  Agentes de IA da Cohesity: incluindo o Cohesity Copilot para relatórios conversacionais, detecção de anomalias e ações operacionais, e o Cohesity RecoveryAgent para orquestração de grupos de recuperação e blueprints, com mais agentes a caminho.</p>
<p>À medida que os agentes de IA empresariais se tornam mais capazes, o Cohesity Maestro estabelece a base para um novo modelo de resiliência de negócios autônoma: um no qual um agente detecta um problema, decide la resposta apropriada e age sem esperar por instruções humanas.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Disponibilidade</span></strong></p>
<p>O Cohesity Copilot e o RecoveryAgent estão disponíveis hoje, junto com o suporte do Cohesity Gaia para MCP. A interface MCP do Cohesity Maestro e agentes adicionais devem estar disponíveis ainda este ano. Entre em contato com a Cohesity para obter informações sobre acesso antecipado.</p>
</div>
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		<title>NTT DATA consolida atuação em cibersegurança no Brasil</title>
		<link>https://tibahia.com/seguranca/ntt-data-consolida-atuacao-em-ciberseguranca-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:37:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[ntt data]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com mais de 230 especialistas e portfólio integrado de soluções, empresa une sob mesmo time consultoria estratégica e execução técnica para proteger infraestruturas críticas em um cenário de ameaças sem precedentes Salvador, 16/06/2026 &#8211; A NTT DATA, referência global em serviços de tecnologia e negócios digitais, anuncia a consolidação de sua área de cibersegurança no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-90174" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/07/ntt-data-marca-nova-2-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/07/ntt-data-marca-nova-2-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/07/ntt-data-marca-nova-2-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2024/07/ntt-data-marca-nova-2.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Com mais de 230 especialistas e portfólio integrado de soluções, empresa une sob mesmo time consultoria estratégica e execução técnica para proteger infraestruturas críticas em um cenário de ameaças sem precedentes</em></p>
<p>Salvador, 16/06/2026 &#8211; A <a href="https://br.nttdata.com/" target="_blank" rel="noopener">NTT DATA</a>, referência global em serviços de tecnologia e negócios digitais, anuncia a consolidação de sua área de cibersegurança no Brasil ao unificar as frentes de consultoria estratégica e de integração de soluções. Com uma única estrutura operacional, a iniciativa marca um novo posicionamento e reforça a capacidade de atender clientes de ponta a ponta, especialmente em um cenário de ameaças cibernéticas em constante transformação.</p>
<p>Com cerca de 230 profissionais especializados, a nova área reúne competências antes distribuídas entre diferentes unidades da empresa. A liderança é de <span style="color: #333399;">Thales Cyrino</span>, executivo com mais de 20 anos de experiência no setor de TI e oito anos como diretor de Vendas de Cibersegurança da NTT DATA no Brasil, junto a <span style="color: #333399;">Fernando Galdino</span>, executivo com cerca de 30 anos de experiência na área de segurança da informação, novo diretor de Consultoria de Cibersegurança no Brasil.</p>
<p>&#8220;Passamos a atuar de fato como um time único. Não importa por onde o cliente entre em contato: vai encontrar uma equipe integrada, capaz de atender toda a sua jornada de segurança cibernética”, diz Thales Cyrino.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Proposta de valor integrada</strong></span></p>
<p>A nova fase permite que NTT DATA ofereça um portfólio que abrange desde a gestão de resposta a incidentes até a consultoria estratégica de alto nível junto ao board das empresas. Para Fernando Galdino, o diferencial está na combinação entre visão de negócio e capacidade de execução técnica. “Nosso grande diferencial é unir planejamento e estratégia com excelente execução em ambientes altamente complexos”, diz. “Conseguimos simplificar cenários tecnológicos críticos e entregar soluções plataformização que geram otimização, redução de custos e agilidade de resposta.”</p>
<p>Como empresa global e com presença local, a NTT DATA combina o acesso a pesquisas e inovação com a capacidade de trazer soluções para as necessidades do mercado brasileiro. Atualmente tem como clientes empresas de diferentes setores: financeiro, telecomunicações, óleo e gás, saúde, varejo e utilities, incluindo organizações de infraestrutura crítica do país.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Os novos desafios da proteção digital</span></strong></p>
<p>A consolidação da área ocorre em um momento que os especialistas descrevem como um ponto crítico. O avanço da inteligência artificial de fronteira (Frontier AI) alterou profundamente o cenário de ameaças: modelos avançados de IA são capazes de identificar vulnerabilidades de forma autônoma e, em questão de minutos, criar exploits para atacá-las. Mais grave: o que antes era feito em semanas por pessoas, agora pode ser feito em minutos.</p>
<p>“A cibersegurança deixou de ser sobre construir fortalezas. Agora o foco é resiliência, velocidade de resposta e arquitetura integrada. O profissional de segurança migra do papel técnico para o de habilitador de negócio”, afirma Galdino.</p>
<p>Agora, a Frontier AI representa uma virada de jogo não apenas para a cibersegurança, mas para a sociedade em si. Infraestruturas críticas como energia, saúde e transporte tornam-se alvos vulneráveis e a desinformação gerada por IA pode desestabilizar processos. A concentração dessas tecnologias nas mãos de poucos atores levanta questões urgentes sobre soberania digital e a proteção, portanto, deixa de ser um problema técnico e passa a ser uma questão civilizatória.</p>
<p>É nesse contexto que a NTT DATA posiciona sua área unificada de cibersegurança: não apenas como provedora de soluções, mas como parceira estratégica das organizações que precisam navegar esse novo ambiente com inteligência.</p>
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		<title>Netskope integra API de conformidade do Claude para reforçar segurança de dados e governança</title>
		<link>https://tibahia.com/seguranca/netskope-integra-api-de-conformidade-do-claude-para-reforcar-seguranca-de-dados-e-governanca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[api]]></category>
		<category><![CDATA[Claude]]></category>
		<category><![CDATA[netskope]]></category>
		<category><![CDATA[Netskope AI Index]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A integração oferece visibilidade e controles avançados de segurança para o uso do Claude da Anthropic, apoiando requisitos de conformidade regulatória para clientes corporativos São Paulo, 25 de maio de 2026 – A Netskope, líder em segurança e redes modernas para a era da nuvem e da IA, anunciou uma integração com a API de Conformidade do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-42472" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2021/07/netskope-sanjay-beri-ceo-e1779738527787-300x202.jpg" alt="" width="350" height="235" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2021/07/netskope-sanjay-beri-ceo-e1779738527787-300x202.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2021/07/netskope-sanjay-beri-ceo-e1779738527787.jpg 440w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />A integração oferece visibilidade e controles avançados de segurança para o uso do Claude da Anthropic, apoiando requisitos de conformidade regulatória para clientes corporativos</em></p>
<p>São Paulo, 25 de maio de 2026 – A <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.netskope.com/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.netskope.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1779823802968000&amp;usg=AOvVaw1_S4Ddvah8ywWNKJddFOpI">Netskope</a></span>, líder em segurança e redes modernas para a era da nuvem e da IA, anunciou uma integração com a API de Conformidade do Claude, da Anthropic. A iniciativa permite que as empresas conectem o Claude Enterprise diretamente aos recursos de segurança de IA da plataforma Netskope One, reunindo visibilidade total de ativos, identidades e atividades, aplicação avançada de políticas, proteção avançada de dados e gerenciamento da postura de segurança em um ambiente integrado.</p>
<p>De acordo com o <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://ai-index.netskope.com/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://ai-index.netskope.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1779823802969000&amp;usg=AOvVaw0xvXqhUct1_MQbEdm3Qghx">Netskope AI Index</a></span> – referência global sobre o uso e a adoção de IA em empresas – a adoção do Claude cresceu de 56,2% para 94,9% entre abril de 2025 e abril de 2026. À medida que o uso de aplicações de IA acelera, as empresas vêm revisando suas estratégias de proteção de dados. Nesse cenário, manter padrões de conformidade, mitigar violações de políticas e garantir o uso seguro de aplicações corporativas se torna cada vez mais crucial.</p>
<p>O Netskope One AI Security oferece descoberta abrangente, visibilidade e governança em tempo real de aplicações, modelos, agentes e ferramentas de IA em uso, além de analisar riscos específicos e acelerar a adoção segura da IA em todo o ecossistema por meio de uma plataforma unificada e integrada. A integração da Netskope com a API de Conformidade do Claude amplia as proteções e os controles disponíveis para as empresas que avançam no uso de IA, permitindo incorporar segurança diretamente aos fluxos de trabalho do Claude. Ao trazer a atividade do Claude para a plataforma Netskope One, as empresas podem aplicar as mesmas estruturas de risco, perfis de DLP e controles de conformidade já utilizados em outros ambientes, sem aumentar a complexidade operacional.</p>
<p>“As organizações estão rapidamente deixando a fase de experimentação e adotando a IA em larga escala. Nossa integração com a API de Conformidade do Claude é fundamental para a evolução desse ecossistema de IA, conectando os controles unificados de governança de dados e conformidade da Netskope diretamente ao uso do Claude. Isso permite que nossos clientes em comum adotem essas ferramentas valiosas com rapidez e confiança”, diz Sanjay Beri, CEO e cofundador da Netskope.</p>
<p>A API de Conformidade da Anthropic é uma API REST (transferência de estado representacional) que oferece às equipes de TI e segurança acesso programático aos dados de atividade do Claude. Em vez de depender de exportações manuais e revisões periódicas, as empresas podem acessar em tempo real as informações sobre o uso do Claude e conteúdos gerados na plataforma, permitindo a criação de sistemas de monitoramento contínuo e aplicação automatizada de políticas. Os administradores também podem integrar essas informações aos painéis de conformidade já existentes, sinalizar automaticamente possíveis incidentes e gerenciar políticas de retenção de dados.</p>
<p>A integração inclui:</p>
<p><span style="color: #000080;">•  Visibilidade completa do ambiente Claude</span>: Automatiza o inventário de organizações, workspaces, projetos, usuários, chaves de API e servidores MCP em toda a implementação do Claude. Também permite descobrir todas as ferramentas de terceiros e fontes de dados que o Claude está autorizado a acessar, além de gerenciar permissões a partir do console integrado da Netskope.</p>
<p><span style="color: #000080;">•  Proteção de dados e defesa contra ameaças</span>: Aplica às conversas do Claude Enterprise as mesmas políticas de DLP já utilizadas para proteger outras aplicações corporativas. Todos os arquivos carregados ou gerados no Claude Enterprise são inspecionados pelos mecanismos de proteção contra ameaças e malware da Netskope. A atividade do Claude também alimenta diretamente o mecanismo UEBA da Netskope, identificando anomalias comportamentais e atualizando o Índice de Confiança do Usuário (UCI) de cada usuário, para que comportamentos de risco no Claude não passem despercebidos.</p>
<p><span style="color: #000080;">•  Controle e preparo para auditorias</span>: Avalia continuamente a configuração do Claude em relação à LGPD e outras normas, como GDPR, HIPAA, SOC 2 (AICPA TSC), NIST 800-53, CSA CCM e PCI-DSS, mapeando as descobertas diretamente para controles específicos de conformidade, para que as equipes saibam exatamente o que corrigir e por quê. Também permite manter a governança completa do ciclo de vida das credenciais de API do Claude, incluindo boas práticas de rotação de chaves, auditorias de privilégio mínimo, detecção de chaves órfãs e atribuição de administradores, tudo integrado aos fluxos de trabalho existentes da Netskope e sem necessidade de configurações personalizadas.</p>
<p>Essa integração estará disponível em versão prévia privada para todos os clientes em junho. Para saber mais sobre como proteger a IA com a Netskope, acesse <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.netskope.com/products/ai-security" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.netskope.com/products/ai-security&amp;source=gmail&amp;ust=1779823802969000&amp;usg=AOvVaw1ca1sn85wmBa6Fk-vwtIp4">aqui</a>.</span></p>
<div style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" class="sharethis-inline-share-buttons" ></div><p>O post <a href="https://tibahia.com/seguranca/netskope-integra-api-de-conformidade-do-claude-para-reforcar-seguranca-de-dados-e-governanca/">Netskope integra API de conformidade do Claude para reforçar segurança de dados e governança</a> apareceu primeiro em <a href="https://tibahia.com">TI Bahia</a>.</p>
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