Cafeicultor aposta em internet banda larga via satélite

Salvador, 21/11/2019 – A safra brasileira de café 2018/19, colhida em 2018, atingiu recorde de 63,7 milhões de sacas de 60 quilos, estima a consultoria Safras & Mercado, que revisou para cima seu número após sondagem com cooperativas, produtores, exportadores, comerciantes, armazenadores e secretarias de agricultura.

A Safras prevê crescimento de 25,4% na colheita de café do Brasil, maior produtor e exportador global da commodity, na comparação com o resultado de 2017. Os números de safra refletem o avanço na produtividade das lavouras. E é nesse cenário que se destaca o produtor de café Célio Bortolato, que trabalha com cafeicultura, no interior de Dois Córregos, interior de São Paulo. “Eu trabalho com café há muito tempo, e essa é a minha rotina aqui no sítio. Tudo aqui é muito diferente da cidade, a começar pelo modo de trabalho no campo.”

Para saber a previsão do tempo, e assim se preparar para imprevistos, Bortolato necessitava de conexão com a internet, a fim de verificar qual a melhor época para o cultivo do café. O produtor conta que a região não tinha sinal de internet, e para conseguir comunicação via celular era necessário deslocar-se para um ponto mais alto da lavoura. “Para tudo que fazemos relacionado ao cultivo de café precisamos saber as condições climáticas. Se faltar chuva na época de plantação, perdemos a muda. Se aplicamos e não chove, perdemos o produto,porque ele evapora. A adubação é a mesma coisa, se adubarmos e não chover, perdemos também a adubação. E é um plantio longo, não é um plantio rápido”, comenta.

Para resolver o gargalo em relação à falta de conectividade, Bortolato recorreu aos serviços de internet via satélite da HughesNet. “A internet, no caso, ajuda muito. A HughesNet é essencial porque hoje, para quem trabalha na zona rural, a empresa nos possibilita o acesso às notícias sobre as condições de clima, tempo, atém da facilidade que temos em fazer ligações e nos conectar com os clientes no Brasil todo, algo que antes não tínhamos”, explica Bortolato.

Rafael Guimarães, presidente da Hughes no Brasil, ressalta que levar conectividade aos cafeicultores contribui para que os negócios no campo se fortaleçam ainda mais, eliminando barreiras de comunicação. “Para nós é gratificante poder levar conexão para ajudar ainda mais os negócios no campo”, diz Guimarães.

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