Raja leva hub de inovação e modelo de venture capital ao Fórum Nacional da SUCESU e propõe conexão direta entre startups e CIOs

Salvador, 4 de junho de 2025 – Em um cenário onde a transformação digital exige velocidade, ousadia e conexão com novos modelos de negócio, o Raja marcou presença no Fórum Nacional da SUCESU propondo uma travessia estratégica: aproximar CIOs e grandes empresas do ecossistema de startups. Atuando como hub de empreendedorismo e inovação, o grupo mineiro apresentou seu portfólio de aceleração e investimento em startups, destacando o programa Vortex como ferramenta de inovação estruturada e geração de valor contínuo.

Para Marco Ferreira, diretor de operações do Raja, participar da retomada do Fórum após 20 anos é mais do que simbólico, é um reencontro com um ambiente essencial para fomentar inovação no setor. “Somos parceiros da SUCESU há anos, especialmente em Minas Gerais, e recebemos o convite do presidente Harlen Duque com muita honra. Estar aqui, neste momento de reconstrução, ao lado de uma comunidade tão qualificada, é extremamente significativo para nós”, afirmou.

Fundado em 2016 como o primeiro hub privado de inovação de Minas Gerais, o Raja nasceu inspirado por centros internacionais como Vale do Silício, Tel Aviv e Xangai, e por experiências nacionais como o Cubo, em São Paulo. Desde então, investiu mais de R$ 30 milhões em startups, acelerando ideias em diferentes estágios e contribuindo para transformar projetos embrionários em negócios viáveis. “Nosso papel é apoiar desde o nascimento até a consolidação de novos negócios, levando know-how e conectando as empresas aos ecossistemas de inovação de forma segura e com propósito”, explicou Marco.

Durante o evento, o grupo apresentou o Vortex, um programa dividido em três etapas: criação de ecossistema interno, aceleração de startups e gestão estratégica dos investimentos. Segundo Marco, o diferencial do modelo está na integração do time da empresa em todas as etapas do processo. “Oferecemos uma jornada que começa no dia zero, onde a companhia participa da seleção, validação e acompanhamento das startups, absorvendo uma cultura intraempreendedora e fomentando pensamento inovador dentro das suas próprias estruturas”, destacou.

Essa proposta responde a um desafio comum entre os CIOs e executivos presentes no Fórum: a necessidade de romper com a rotina operacional e estimular o pensamento criativo nas suas equipes. “Muitos profissionais estão anestesiados pela repetição. A inovação precisa de estímulo, e a conexão com startups reacende esse olhar criativo, permitindo que empresas diversifiquem suas receitas, melhorem processos e criem novos negócios”, disse Marco.

Além de impulsionar retornos financeiros no médio e longo prazo, o modelo do Raja busca resultados imediatos com a geração de valor indireto, como a oxigenação das equipes, a troca de conhecimentos e a aproximação com tendências globais. “Mesmo num momento de juros altos e investimentos conservadores, é possível ter retorno exponencial investindo em startups, desde que se tenha um processo bem conduzido e técnico. É isso que o Vortex propõe: transformar risco em oportunidade”, concluiu.

Com sua participação no Fórum, o Raja reforça o papel dos hubs de inovação como agentes de transformação para empresas de todos os portes, conectando ideias e tecnologia em um ecossistema vivo, colaborativo e orientado a resultados.

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