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	<title>Arquivos Tecnologia - TI Bahia</title>
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		<title>IBM apresenta a primeira tecnologia de Chip Sub-1 Nanômetro do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:26:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Construído com a revolucionária arquitetura de chip 3D &#8220;nanostack&#8221;, o chip sub-1 nm da IBM impulsionará a indústria de semicondutores na próxima década Salvador, 27/06/2026 – A IBM anunciou um grande avanço em semicondutores com a introdução da primeira tecnologia de chip sub-1 nanômetro (nm) do mundo, apresentando uma arquitetura de transistor revolucionária no nó [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-107409" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/ibm-sub-1nm-node-chip-3-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/ibm-sub-1nm-node-chip-3-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/ibm-sub-1nm-node-chip-3-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/ibm-sub-1nm-node-chip-3.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Construído com a revolucionária arquitetura de chip 3D &#8220;nanostack&#8221;, o chip sub-1 nm da IBM impulsionará a indústria de semicondutores na próxima década</em></p>
<p>Salvador, 27/06/2026 – A <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.ibm.com/br-pt" target="_blank" rel="noopener">IBM</a></span> anunciou um grande avanço em semicondutores com a introdução da primeira tecnologia de chip sub-1 nanômetro (nm) do mundo, apresentando uma arquitetura de transistor revolucionária no nó de 0,7 nm, ou 7 angstroms. A conquista marca um momento histórico para um setor que enfrenta os limites físicos do escalonamento tradicional de chips. Os semicondutores desempenham papéis críticos em tudo, desde computação, eletrodomésticos e dispositivos de comunicação até sistemas de transporte e infraestrutura crítica.</p>
<p>O novo chip sub-1 nm da IBM concentra quase 100 bilhões de transistores em um chip do tamanho de uma unha, quase o dobro da densidade do chip de 2 nm da IBM, anunciado em 2021. Viabilizada por uma série de inovações estruturais e de materiais, incluindo a revolucionária arquitetura tridimensional nanostack da IBM, a tecnologia demonstra como ganhos contínuos em desempenho e eficiência ainda são possíveis mesmo à medida que os recursos do chip se aproximam de dimensões atômicas.</p>
<p>Resultados técnicos publicados indicam que o novo chip deve oferecer um salto substancial em capacidade — até 50% mais desempenho ou 70% maior eficiência energética do que os chips de 2 nm da IBM¹ — impulsionando o processamento para aplicações que vão de IA generativa e infraestrutura de nuvem até dispositivos eletrônicos de próxima geração.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-107410" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/ibm-sub-1nm-node-wafer-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/ibm-sub-1nm-node-wafer-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/ibm-sub-1nm-node-wafer-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/06/ibm-sub-1nm-node-wafer.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />“O mais recente avanço de chip da IBM marca um momento histórico na computação, levando a tecnologia além da era do nanômetro para a escala dos átomos. Com nossa nova arquitetura nanostack, não estamos apenas criando transistores menores, estamos reinventando a forma como os chips são construídos para oferecer muito mais potência e eficiência energética”, disse Jay Gambetta, Diretor da IBM Research e IBM Fellow. “Essa inovação pioneira continua o legado da IBM de liderança em tecnologias de próxima geração e estabelece a base para a próxima era da computação.”</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Nanostack, um avanço da indústria no design de chips</strong></span></p>
<p>Para produzir este chip, pesquisadores da IBM desenvolveram uma arquitetura de transistor totalmente nova, chamada “nanostack”, o primeiro design tridimensional baseado em nanosheets conhecido na indústria. O nanostack representa um grande avanço além da tecnologia de nanosheets, a arquitetura de ponta atual da indústria, inventada pela IBM. O design nanostack empilha e intercala transistores verticalmente, aproveitando a integração sequencial 3D para acomodar mais transistores em um chip. O design também possibilita o uso de diferentes combinações de materiais em cada camada empilhada, otimizando o desempenho e a eficiência energética de cada transistor de forma independente dos demais.</p>
<p>A arquitetura nanostack da IBM foi validada experimentalmente por meio de ligação dielétrica ultrafina na integração CMOS, demonstração de capacidade de engenharia de canal duplo e operação funcional de inversor CMOS com desempenho de comutação esperado. Em conjunto, esses resultados confirmam que a tecnologia nanostack pode ser construída fisicamente e suporta computação real.</p>
<p>Além disso, em novas pesquisas apresentadas na VLSI 2026, pesquisadores da IBM demonstraram que a arquitetura nanostack oferece escalonamento de 40% em SRAM², possibilitando que projetistas de chips criem dispositivos muito mais eficientes, ao mesmo tempo em que atendem às demandas de dados de alta largura de banda de cargas de trabalho avançadas de IA.</p>
<p>Com essa estrutura inovadora, a tecnologia lógica pode se estender pela primeira vez abaixo do nó de 1 nm, avançando a era do escalonamento em nível de angstrom, em que as dimensões se aproximam do tamanho de átomos individuais. Embora os nós de transistor hoje se refiram a uma geração de tecnologia de fabricação em vez de uma dimensão física exata, a tecnologia de 0,7 nm da IBM — também chamada de 7 angstroms — demonstra como o escalonamento contínuo permanece possível. Com a nova arquitetura nanostack, o roadmap de semicondutores da IBM projeta pelo menos uma década de escalonamento futuro.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Aproveitando décadas de liderança em inovação de semicondutores</span></strong></p>
<p>Este avanço é a mais recente prova da posição da IBM como líder em P&amp;D de semicondutores. A IBM lidera o desenvolvimento de chips que alimentam sistemas de computação há décadas, desde os primeiros semicondutores na década de 1960 até o primeiro chip do mundo em nó de 2 nm. A IBM continua a inovar na fronteira do silício, do hardware de IA, da lógica e dos processadores quânticos desenvolvidos para impulsionar o futuro da computação.</p>
<p>A IBM e seus parceiros realizam esse trabalho em uma instalação líder de pesquisa em semicondutores em Albany, Nova York, que em breve contará com uma ferramenta de litografia ultravioleta extrema de alta abertura numérica (High NA EUV), essencial para o futuro do escalonamento lógico. Desenvolvida pela ASML, essa tecnologia permite a impressão de circuitos com ultra precisão, viabilizando a criação de chips menores e mais poderosos. A IBM e parceiros, incluindo Lam Research, Tokyo Electron (TEL) e SCREEN Semiconductor Solutions, Ltd., têm trabalhado juntos para desenvolver novos processos e ferramentas de High NA EUV que já resultaram em dispositivos funcionais.</p>
<p>A IBM também anunciou recentemente um plano para formar a Anderon, a primeira fundição quântica pura do mundo. A Anderon, uma empresa independente da IBM, aproveitará a experiência líder da IBM em computação quântica e semicondutores para ajudar a posicionar os Estados Unidos na fabricação da maioria dos wafers quânticos do mundo.</p>
<p>Com a expectativa de adoção inicial da tecnologia nanostack no nó sub-1 nm, a IBM vislumbra um caminho para produção já nos próximos 5 anos.</p>
<p>¹S. Reboh et al &#8221; NanoStack Transistor Architecture for CMOS 7A Node and Beyond&#8221; VLSI 2025</p>
<p>² Chen Zhang et al “Area and Performance of Staggered-Channel Nanostack SRAM Bitcells” VLSI 2026</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Sobre a IBM</span></strong></p>
<p>A IBM é uma provedora líder de nuvem híbrida global e IA, além de expertise em consultoria. Ajudamos clientes em mais de 175 países a aproveitar insights de seus dados, simplificar processos de negócios, reduzir custos e obter vantagem competitiva em seus setores. Mais de 4.000 entidades governamentais e corporativas em áreas de infraestrutura crítica, como serviços financeiros, telecomunicações e saúde, confiam na plataforma de nuvem híbrida da IBM e no Red Hat OpenShift para realizar suas transformações digitais de forma rápida, eficiente e segura. As inovações revolucionárias da IBM em IA, computação quântica, soluções de nuvem específicas por setor e consultoria oferecem opções abertas e flexíveis para nossos clientes. Tudo isso é sustentado pelo compromisso duradouro da IBM com confiança, transparência, responsabilidade, inclusão e serviço. Visite www.ibm.com para mais informações.</p>
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		<title>Mondelez Brasil implementa AIDA, ferramenta de IA para acelerar operações de marketing e conteúdo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:08:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[AIDA]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tecnologia atua como copiloto para times de marketing e agências, automatizando etapas operacionais e ampliando eficiência na produção de conteúdo Salvador, 28/05/2026 – A Mondelēz Brasil, dona de marcas como Lacta, Oreo, Trident, BIS, Club Social e Sonho de Valsa, anuncia a implementação da AIDA (AI + Data), ferramenta global de inteligência artificial criada e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-106729" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/mondelez-mdlz-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/mondelez-mdlz-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/mondelez-mdlz-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/mondelez-mdlz.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Tecnologia atua como copiloto para times de marketing e agências, automatizando etapas operacionais e ampliando eficiência na produção de conteúdo</em></p>
<p>Salvador, 28/05/2026 – A <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.mondelezinternational.com/brazil/" target="_blank" rel="noopener">Mondelēz Brasil</a></span>, dona de marcas como Lacta, Oreo, Trident, BIS, Club Social e Sonho de Valsa, anuncia a implementação da AIDA (AI + Data), ferramenta global de inteligência artificial criada e desenvolvida com parceiros da companhia para ampliar escala, personalização e performance das operações de marketing.</p>
<p>Integrada ao fluxo de criação, adaptação e otimização de conteúdos digitais, a tecnologia acelera etapas operacionais e de produção, permitindo que equipes internas e agências direcionem mais tempo e energia a atividades estratégicas, como planejamento, construção de marca e tomada de decisão baseada em insights.</p>
<p>A iniciativa faz parte da estratégia global de transformação digital da Mondelēz International e responde à crescente necessidade de produzir conteúdos cada vez mais relevantes, personalizados e conectados aos diferentes contextos de consumo, sem abrir mão de consistência, governança e alinhamento de marca.</p>
<p>Após cerca de cinco anos de desenvolvimento e testes em mercados como Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha, o Brasil foi escolhido para integrar a segunda onda de implementação da ferramenta, reforçando a relevância estratégica do país para a companhia e seu papel como uma das principais operações da Mondelēz no mundo. As primeiras aplicações locais já envolvem marcas como Lacta e Oreo, incluindo iniciativas ligadas a períodos de alta demanda operacional, como a Páscoa.</p>
<p>A aplicação da tecnologia acontece em duas frentes principais. Em Brand Equity, a AIDA apoia o desenvolvimento de conceitos criativos, roteiros e peças alinhadas ao tom de voz e aos territórios das marcas. Já em Digital Commerce, a ferramenta contribui para iniciativas de performance, como geração de conteúdos para e-commerce, otimização de descrições de produtos e aprimoramento de palavras-chave para mecanismos de busca.</p>
<p>“A AIDA nos ajuda a transformar dados em ações de marketing com mais agilidade, precisão e relevância”, afirma <span style="color: #333399;">Carolina Crespo, diretora de Mídia, Dados e Marketing Technology na Mondelēz Brasil</span>. “Na prática, isso significa entregas mais escaláveis, conteúdos mais personalizados e conexões ainda mais significativas com os consumidores.”</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>IA com escala, personalização e segurança</strong></span></p>
<p>No Brasil, a AIDA incorporou referências culturais e contextuais para gerar conteúdos mais aderentes ao comportamento do consumidor brasileiro. A tecnologia deve contribuir especialmente para regionalização de campanhas, ações sazonais e personalização em escala, ampliando a relevância das marcas em diferentes ocasiões de consumo.</p>
<p>“A ferramenta foi construída para combinar escala, inteligência de dados e segurança, sem perder de vista o papel central das pessoas no processo criativo”, afirma <span style="color: #333399;">Leila Zimmermann, CIO da Mondelēz Brasil</span>. “A tecnologia potencializa capacidades humanas e amplia nossa eficiência, sempre com responsabilidade e governança.”</p>
<p>Além do marketing, a AIDA também possui potencial de aplicação em outras áreas do negócio. À medida que novas oportunidades de geração de valor forem identificadas, a tecnologia deve evoluir continuamente a partir dos aprendizados das equipes e ganhar novas frentes de atuação dentro da companhia.</p>
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		<item>
		<title>Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú completa um ano e se consolida como produtor de ciência aplicada no setor financeiro</title>
		<link>https://tibahia.com/tecnologia/instituto-de-ciencia-e-tecnologia-itau-completa-um-ano-e-se-consolida-como-produtor-de-ciencia-aplicada-no-setor-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:14:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ICTi Itaú]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ICTi celebra primeiro ano com pesquisas de impacto, parcerias acadêmicas, salto histórico em patentes e prepara nova fase de internacionalização Salvador, 12/05/2026 – Criado para aproximar o Itaú Unibanco das fronteiras mais avançadas da ciência, o Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú (ICTi) completa, em abril, um ano desde o seu lançamento oficial, com resultados que ressignificam o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-106374" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/carlos-eduardo-mazzei_diretor-de-tecnologia-do-itau-unibanco-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/carlos-eduardo-mazzei_diretor-de-tecnologia-do-itau-unibanco-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/carlos-eduardo-mazzei_diretor-de-tecnologia-do-itau-unibanco-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/carlos-eduardo-mazzei_diretor-de-tecnologia-do-itau-unibanco.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />ICTi celebra primeiro ano com pesquisas de impacto, parcerias acadêmicas, salto histórico em patentes e prepara nova fase de internacionalização</em></p>
<div>
<p>Salvador, 12/05/2026 – Criado para aproximar o Itaú Unibanco das fronteiras mais avançadas da ciência, o <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.icti.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú</a></span> (ICTi) completa, em abril, um ano desde o seu lançamento oficial, com resultados que ressignificam o papel de um banco no ecossistema de inovação brasileiro. Além de um balanço robusto de pesquisas, parcerias e propriedade intelectual, o instituto já se prepara para uma nova fase de expansão.</p>
<p>O ICTi nasceu com a missão de conectar pesquisadores, universidades e especialistas a desafios reais do setor financeiro e da sociedade, transformando conhecimento científico em soluções aplicadas para promover o bem-estar financeiro dos brasileiros. Em seu primeiro ano, o instituto se consolidou como um vetor estratégico da agenda de inovação do Itaú e como um agente relevante no fortalecimento do cenário científico brasileiro, ao conectar academia, mercado e tecnologia de ponta de forma estruturada e aplicada.</p>
<p>“O ICTi representa uma mudança estrutural na forma como pensamos inovação. Estamos investindo em ciência aplicada, incentivando a pesquisa, produzindo conhecimento de alto nível e contribuindo para o desenvolvimento do ecossistema científico brasileiro. É uma agenda de longo prazo, que combina impacto acadêmico, aplicação prática e geração de valor para a sociedade”, afirma <span style="color: #333399;">Carlos Eduardo Mazzei (foto), diretor de Tecnologia do Itaú Unibanco</span>.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Ciência aplicada e fortalecimento do ecossistema brasileiro</span></strong></p>
<p>Desde sua criação, o ICTi vem atuando para estimular a pesquisa científica no país, oferecendo condições para que pesquisadores desenvolvam estudos conectados a problemas concretos do mercado financeiro, sem perder o rigor acadêmico. Isso é feito por meio de duas modalidades de parcerias: com universidades brasileiras e internacionais, que já somam 11 instituições, e por meio de parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) para a concessão de bolsas de pesquisas para graduados, mestres e doutores.  O modelo adotado pelo instituto contribui para:</p>
<p>•  Formação e retenção de talentos científicos.</p>
<p>•  Fortalecimento das universidades e centros de pesquisa parceiros.</p>
<p>•  Ampliação da produção de conhecimento aplicado no Brasil.</p>
<p>•  Estímulo à propriedade intelectual e inovação de base científica.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Produção científica e impacto acadêmico</span></strong></p>
<p>Em apenas um ano, o ICTi acumulou uma produção científica expressiva:</p>
<p>•  19 artigos aceitos e publicados em revistas científicas e congressos internacionais, incluindo um estudo divulgado na revista britânica Nature Portfolio, uma das mais prestigiadas publicações científicas do mundo.</p>
<p>•  Cerca de 70 pesquisas em andamento, conduzidas por equipes multidisciplinares que reúnem cientistas de dados, pesquisadores acadêmicos e especialistas de diferentes áreas, que já geram impacto em grandes iniciativas do banco, como a Inteligência Itaú, com evoluções envolvendo o Pix no WhatsApp e na Inteligência Itaú para Investimentos.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Parcerias acadêmicas no Brasil e no exterior</span></strong></p>
<p>O instituto estruturou uma ampla rede de colaboração com institutos de pesquisa e universidades brasileiras e internacionais, ampliando a inserção do Itaú no ambiente acadêmico global. Entre os destaques estão:</p>
<p>•  Parceria com mais de 10 universidades federais brasileiras.</p>
<p>•  Parceria com a Escola Politécnica da USP para fomento a pesquisas sobre de arquitetura de dados, analytics e inteligência artificial no Centro de Ciência de Dados (C2D).</p>
<p>•  Parceria com centro de pesquisa de Stanford para diversas linhas de pesquisa, reforçando a agenda de IA responsável, com estudos em factualidade e confiabilidade de modelos, interação entre humanos e inteligência artificial e dinâmicas sociais mediadas por tecnologia.</p>
<p>•  Colaborações com o MIT, em estudos voltados à detecção de fraudes e deepfakes, tema central na agenda de segurança digital e confiança no sistema financeiro.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Salto histórico em patentes e fomento à pesquisa</span></strong></p>
<p>Um dos marcos do primeiro ano do ICTi foi o avanço em propriedade intelectual. Em apenas 12 meses, o banco depositou 21 patentes, refletindo uma nova fase da estratégia de inovação do Itaú, com foco em ciência aplicada e desenvolvimento tecnológico estruturado.</p>
<p>As patentes estão ligadas principalmente a soluções baseadas em inteligência artificial, como identificação e mitigação de vieses algorítmicos, interpretação e observabilidade de modelos e experimentação em escala. Em abril de 2026, o ICTi teve sua primeira patente concedida, a do Enviesador, um framework projetado para detectar vieses implícitos em sistemas de recomendação e modelos de inteligência artificial.</p>
<p>Atualmente, o <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.icti.org.br/" target="_blank" rel="noopener">ICTi</a></span> reúne cerca de 195 pesquisadores parceiros e bolsistas externos focados em fomento científico, alocados em projetos e iniciativas de pesquisa dentro do banco. Além de gerar soluções aplicadas, o instituto desempenha um papel central na formação de profissionais altamente qualificados e na consolidação de uma cultura de ciência e inovação dentro e fora do banco.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>O que vem por aí: internacionalização</strong></span></p>
<p>Como próximos passos, o ICTi tem prevista para este ano uma nova etapa de internacionalização, dentro de um movimento de expansão que busca aproximar o instituto da fronteira global da inovação, em diálogo com empresas e organizações que já nasceram estruturadas a partir de inteligência artificial.</p>
<p>Esse movimento representa uma evolução das parcerias acadêmicas internacionais já estabelecidas, como as mantidas com MIT e Stanford, e amplia a presença do ICTi em ecossistemas globais de pesquisa, incluindo maior proximidade com laboratórios de inteligência artificial e comunidades científicas dedicadas ao desenvolvimento de tecnologias de ponta.</p>
<p>O objetivo é participar de forma ainda mais ativa das conversas globais que definirão os rumos da inovação financeira, fortalecendo a troca de conhecimento, a colaboração científica e a presença do ICTi em agendas internacionais de desenvolvimento de novas soluções.</p>
</div>
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		<title>IA Generativa X IA Agêntica: Entenda as mudanças e diferenças entre as tecnologias</title>
		<link>https://tibahia.com/tecnologia/ia-generativa-x-ia-agentica-entenda-as-mudancas-e-diferencas-entre-as-tecnologias/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:19:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 92% das empresas brasileiras planejando adotar agentes de IA, especialista analisa impactos e aplicações da tecnologia Salvador, 12/05/2026 &#8211; Um levantamento da Cisco mostrou que 83% das empresas no mundo planejam implementar agentes inteligentes e, no Brasil, o número é maior, com 92% das companhias tendo essa pretensão. Desta forma, temos a Inteligência Artificial Generativa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-106344" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/nicola-sancehz-ceo-da-matrixgo-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/nicola-sancehz-ceo-da-matrixgo-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/nicola-sancehz-ceo-da-matrixgo-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/nicola-sancehz-ceo-da-matrixgo.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Com 92% das empresas brasileiras planejando adotar agentes de IA, especialista analisa impactos e aplicações da tecnologia</em></p>
<div>
<p>Salvador, 12/05/2026 &#8211; Um <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.cisco.com/c/m/en_us/solutions/ai/readiness-index/realizing-the-value-of-ai.html" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.cisco.com/c/m/en_us/solutions/ai/readiness-index/realizing-the-value-of-ai.html&amp;source=gmail&amp;ust=1778692495084000&amp;usg=AOvVaw0QgwtV9crgdVDYY7Sp-76x">levantamento da Cisco</a></span> mostrou que 83% das empresas no mundo planejam implementar agentes inteligentes e, no Brasil, o número é maior, com 92% das companhias tendo essa pretensão. Desta forma, temos a Inteligência Artificial Generativa e a IA Agêntica. Ambas utilizam Large Language Models (LLMs) e têm o objetivo de aumentar a eficiência operacional, mas quais são as diferenças entre elas?</p>
<p>Enquanto a <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.ibm.com/br-pt/think/topics/generative-ai" target="_blank" rel="noopener">IA Generativa</a></span> cria novos conteúdos a partir de padrões, como textos, imagens, códigos e vídeos, a <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.ibm.com/br-pt/think/topics/agentic-ai" target="_blank" rel="noopener">IA Agêntica</a></span> é capaz de acionar sistemas e tomar decisões por meio de regras definidas, podendo escalar humanos se for preciso. Isso reflete os altos investimentos em agentes de IA Agêntica, já que eles devem superar R$ 3,4 bilhões neste ano, o que representa um crescimento de mais de 30%, de acordo com a Associação Brasileira de Software (ABES) em parceria com a IDC.</p>
<p>Segundo <span style="color: #333399;">Nicola Sanchez (foto), CEO da</span> <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://matrixgo.ai/blog/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://matrixgo.ai/blog/&amp;source=gmail&amp;ust=1778692495084000&amp;usg=AOvVaw23xvYtO_RB742DiKIzC4qJ">Matrix Go</a></span>, empresa especializada em soluções tecnológicas para atendimento digital, relacionamento e engajamento com clientes, a diferença técnica está na arquitetura de cada tecnologia. “A IA Generativa costuma estar centrada basicamente no modelo que responde a um prompt para geração; já a IA Agêntica combina modelos generativos com memória, ferramentas, APIs, bases de conhecimento, mecanismos de decisão, regras de negócio, camadas de segurança e orquestração. Tecnicamente, ela se apoia em modelos fundacionais com arquiteturas treinadas para prever e gerar informações com base em contexto”, afirma.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>As principais mudanças e desafios na adoção da IA Agêntica</strong></span></p>
<p>Por conta dos agentes, as áreas que possuem grande volume de interações, processos repetitivos e dependência de múltiplos sistemas serão as mais afetadas. Como eles transformam processos lentos em fluxos contínuos e melhoram a experiência do cliente, alguns setores com grande impacto serão: atendimento ao cliente, marketing, financeiro, recursos humanos e backoffice.</p>
<p>Para Nicola Sanchez, os principais desafios para a implementação são a falta de dados estruturados, sistemas integrados e políticas claras de governança digital, além das barreiras estratégicas. “A adoção exige envolvimento e capacitação de lideranças e equipes, como também a mudança de processos”, ressalta.</p>
<p>O executivo ainda destaca que é necessário incluir governança desde o início da aplicação. Segundo ele, a tecnologia passará, cada vez mais, a ser uma camada integrada aos sistemas e processos corporativos. “A evolução deve caminhar para agentes mais especializados e multimodais, conectados a dados em tempo real. Eles precisam ser capazes de colaborar entre si dentro de ambientes corporativos controlados. É esse o caminho e estratégia que estamos desenvolvendo com o Morpheus, nosso ecossistema agêntico”, finaliza.</p>
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		<title>Tecnologia passa a antecipar o consumo antes mesmo da escolha</title>
		<link>https://tibahia.com/tecnologia/tecnologia-passa-a-antecipar-o-consumo-antes-mesmo-da-escolha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 10:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[algoritmos]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[GPT Maker]]></category>
		<category><![CDATA[Irrah Tech]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing 7.0]]></category>
		<category><![CDATA[Philip Kotler]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No emergente Marketing 7.0, sistemas inteligentes assumem papel de &#8220;ouvidoria&#8221; para interpretar comportamentos e prever decisões Salvador, 11/05/2026 &#8211; Se estivesse vivo, Sigmund Freud provavelmente se surpreenderia ao perceber que os fundamentos de sua investigação sobre a mente humana seguem não apenas atuais, mas cada vez mais aplicados, e agora impulsionados por algoritmos. Criador da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-106285" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/compras-pela-internet-consumidor-ecommerce-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/compras-pela-internet-consumidor-ecommerce-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/compras-pela-internet-consumidor-ecommerce-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/compras-pela-internet-consumidor-ecommerce.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />No emergente Marketing 7.0, sistemas inteligentes assumem papel de &#8220;ouvidoria&#8221; para interpretar comportamentos e prever decisões</em></p>
<p>Salvador, 11/05/2026 &#8211; Se estivesse vivo, Sigmund Freud provavelmente se surpreenderia ao perceber que os fundamentos de sua investigação sobre a mente humana seguem não apenas atuais, mas cada vez mais aplicados, e agora impulsionados por algoritmos. Criador da psicanálise, abordagem dedicada a compreender como desejos, emoções e impulsos inconscientes moldam o comportamento, Freud continua influenciando áreas que vão muito além da clínica, chegando ao centro das estratégias de consumo no século 21.</p>
<p>Na era da tecnologia, a lógica permanece: entender o que move as pessoas. A diferença é que, hoje, essa tarefa ganhou escala global, velocidade em tempo real e ferramentas altamente sofisticadas. Não basta mais acumular dados, é preciso interpretá-los com profundidade. E essa interpretação passa, inevitavelmente, pela leitura do comportamento humano.</p>
<p>Algoritmos, inteligência artificial e sistemas preditivos já são capazes de identificar padrões invisíveis ao olhar humano, antecipando decisões a partir de sinais aparentemente simples: cliques, tempo de navegação, histórico de buscas, interações em redes sociais e até o tom de uma conversa. O resultado é um cenário em que o consumo começa a ser desenhado antes mesmo da escolha consciente do consumidor.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-106284" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/vinicius-grecco-gerente-marketing-irrah-tech-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/vinicius-grecco-gerente-marketing-irrah-tech-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/vinicius-grecco-gerente-marketing-irrah-tech-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/05/vinicius-grecco-gerente-marketing-irrah-tech.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />“No fundo, a lógica continua a mesma: entender o que move as pessoas. Só mudaram a escala, a velocidade e as ferramentas”, avalia <span style="color: #333399;">Vinicius Grecco, gerente de Marketing da Irrah Tech</span>, empresa desenvolvedora de soluções para gestão de relacionamento com clientes, com atuação em mais de 50 países.</p>
<p>Essa mudança de paradigma já tem nome: <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.amazon.com.br/Marketing-7-0-Thinking-Marketers-English-ebook/dp/B0GTWXS5D1?ref_=ast_author_mpb" target="_blank" rel="noopener">Marketing 7.0</a></span>. O conceito, apresentado recentemente por <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Philip_Kotler" target="_blank" rel="noopener">Philip Kotler</a></span>, considerado o “pai do marketing moderno”, propõe uma evolução do marketing tradicional para um modelo centrado na mente humana. Mais do que automatizar processos, a proposta é usar a inteligência artificial para compreender emoções, contextos e intenções, antecipando decisões e personalizando experiências em larga escala. Em outras palavras: pensar &#8211; e criar &#8211; fora da caixa.</p>
<p>Na prática, isso representa uma transformação estrutural. O produto deixa de ser o eixo central e dá lugar à experiência. A pergunta que orienta as estratégias muda de “como vender?” para “que experiência entregar?”. Nesse novo contexto, preço e produto tendem a se commoditizar rapidamente, enquanto o valor percebido passa a ser definido pela qualidade da jornada vivida pelo consumidor, antes, durante e depois da compra.</p>
<p>Outro pilar é a personalização em escala. Antes restrita a segmentos específicos, como o varejo de luxo, a capacidade de tratar cada cliente de forma individualizada agora se torna viável para empresas de todos os portes.</p>
<p>“Com o uso de inteligência artificial, é possível transformar milhares de interações simultâneas em experiências únicas, respeitando o perfil, o momento e a intenção de cada consumidor”, explica Grecco.</p>
<p>A dinâmica do relacionamento também muda. O marketing deixa de operar em campanhas pontuais e passa a funcionar de maneira contínua, em tempo real. O consumidor transita entre diferentes canais ao longo da jornada, pesquisa, compara, interage e decide em momentos distintos. Nesse cenário, marcas precisam manter presença constante, integrada e responsiva para não perder relevância.</p>
<p>A integração de canais, aliás, deixa de ser diferencial e passa a ser requisito básico. Para o consumidor, não há mais distinção entre físico e digital, existe apenas a experiência. Cabe às empresas garantir consistência em todos os pontos de contato.</p>
<p>Para viabilizar esse modelo, a tecnologia assume papel estratégico. Plataformas baseadas em inteligência artificial já permitem a criação de agentes digitais capazes de atuar como operários 24 horas por dia. Essas soluções não apenas respondem a clientes, mas também recomendam produtos, conduzem jornadas e executam tarefas ao longo de todo o funil de vendas.</p>
<p>Um exemplo é o <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://gptmaker.ai/#como-funciona" target="_blank" rel="noopener">GPT Maker</a></span>, desenvolvido pela <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://irrahtech.com/" target="_blank" rel="noopener">Irrah Tech</a></span>, que possibilita a criação de agentes de IA personalizados conforme as necessidades de cada negócio. Esses agentes são capazes de aprender com as interações, adaptar a comunicação e tomar decisões alinhadas aos objetivos da empresa.</p>
<p>“O Marketing 7.0 propõe um marketing contínuo, baseado em interação e personalização em escala. Sem tecnologia, isso não se sustenta. Ferramentas como o <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://gptmaker.ai/" target="_blank" rel="noopener">GPT Maker</a></span> permitem que o marketing deixe de ser algo que se planeja e passe a ser algo que acontece, em tempo real”, afirma o executivo.</p>
<p>Na prática, isso significa que empresas deixam de atuar apenas como vendedoras de produtos e passam a operar como plataformas de conexão, criando relações mais próximas e aumentando o senso de pertencimento do consumidor.</p>
<p>Apesar da sofisticação tecnológica, o <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.amazon.com.br/stores/Philip-Kotler/author/B0028DGITO?ref=nav_ya_signin&amp;shoppingPortalEnabled=true" target="_blank" rel="noopener">Marketing 7.0</a></span> reforça um elemento essencial: propósito. Em um ambiente saturado de estímulos, o consumidor não busca apenas eficiência ou conveniência; ele busca significado.</p>
<p>“As marcas precisam ter algo relevante a dizer e, ao mesmo tempo, garantir que isso seja percebido em cada interação. A combinação entre propósito claro e experiência consistente é o que sustenta esse novo modelo”, conclui Grecco. &#8220;No fim, a tecnologia não substitui a compreensão humana mas a amplifica. E, nesse novo cenário, entender o consumidor deixa de ser vantagem competitiva e passa a ser condição básica para existir&#8221;.</p>
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		<title>IA redefine a jornada digital e brasileiro passa mais de 100 horas mensais consumindo internet, aponta Comscore</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 10:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Comscore]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escala de audiência, crescimento da adesão à inteligência artificial e avanço do consumo multiplataforma indicam transformação estrutural no ambiente digital Salvador, 14/04/2026 &#8211; O ambiente digital entra em uma nova fase de transformação, marcada pela consolidação da inteligência artificial como camada intermediária da experiência online e pela crescente fragmentação das jornadas de consumo. É o que aponta a edição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><img decoding="async" class="alignleft wp-image-102379" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2025/09/comscore-ingrid-veronesi-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2025/09/comscore-ingrid-veronesi-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2025/09/comscore-ingrid-veronesi-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2025/09/comscore-ingrid-veronesi.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Escala de audiência, crescimento da adesão à inteligência artificial e avanço do consumo multiplataforma indicam transformação estrutural no ambiente digital</i></p>
<div>
<p>Salvador, 14/04/2026 &#8211; O ambiente digital entra em uma nova fase de transformação, marcada pela consolidação da inteligência artificial como camada intermediária da experiência online e pela crescente fragmentação das jornadas de consumo. É o que aponta a edição brasileira da “Retrospectiva Digital 2025”,<em> </em>da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.comscore.com/" target="_blank" rel="noopener">Comscore</a></span>, que reúne dados sobre comportamento de audiência, consumo de mídia e tendências emergentes no Brasil e no mundo.</p>
<p>No Brasil, o ecossistema digital mantém escala e intensidade de uso, com <strong>131 milhões de visitantes únicos</strong><em> </em>e média de <strong>106,7 horas mensais por usuário em </strong>2025 &#8211; referentes a dezembro de 2025<em>.</em> Ao mesmo tempo, mudanças estruturais na forma como usuários descobrem conteúdo, interagem com plataformas e tomam decisões de consumo passam a redesenhar o papel de marcas, publishers e plataformas.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Inteligência artificial se consolida como novo ponto de entrada digital</strong></span></p>
<p>A análise da Comscore mostra que assistentes baseados em modelos de linguagem (LLMs) deixaram de ser apenas ferramentas de consulta para se tornarem intermediários ativos na navegação digital.  No Brasil, o uso da ferramenta ChatGPT, cresceu mais de <strong>176% em desktop e 111% no mobile em 2025. O perfil do usuário de IA é de jovens millennials de 25-34 anos que utilizam em sua maior parte Assistentes de IA no destktop (48%) e usam para assistente pessoal, vídeos e imagens. </strong></p>
<p>“Estamos diante de uma mudança estrutural. A inteligência artificial não apenas amplia o acesso à informação, mas redefine como esse acesso acontece e quais são os pontos de influência ao longo da jornada do usuário. Entusiasmados em poder finalmente entregar os dados com essa granularidade  para  a indústria, afirma Ingrid Veronesi, Country Manager da Comscore no Brasil.</p>
<p>Além da adoção, a IA também passa a gerar impacto direto em audiência. Um exemplo analisado pela Comscore com a sua nova solução, IA Rankers, mostra que menções a conteúdos em respostas de assistentes de IA podem gerar ganhos expressivos de incrementalidade: no jornal britânico The Guardian, o potencial identificado foi de mais de <strong>2,2 milhões de usuários adicionais</strong>, sendo <strong>1,2 milhão deles novos visitantes</strong>, o que representa um incremento potencial de <strong>118% na audiência</strong>.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Redes sociais, creators e formatos impulsionam engajamento</strong></span></p>
<p>As redes sociais também seguem como um dos principais pontos de contato entre marcas e consumidores. Plataformas como <strong>YouTube (112M), WhatsApp (105M) e Instagram (95M) lideram em visitantes únicos no Brasil em dezembro de 2025</strong>, e em horas, destacam-se <strong>WhatsApp (18,6h), Instagram (15,8h) YouTube e Kwai com 13,1 horas respectivas,</strong>  consolidando a adesão de vídeo no mercado brasileiro.</p>
<p>Os criadores de conteúdo ampliam sua relevância nesse ecossistema, passando a representar <strong>36% das interações globais nas redes sociais em abril de 2025. </strong>No Brasil, conteúdos identificados com <em>#publis </em>somaram 425 <strong>de interações em 2025</strong>, evidenciando o papel crescente da influência digital nas estratégias de comunicação.</p>
<p>Entre os influenciadores, o engajamento de 2025, se destacam nomes como Leo Dias e Virgínia Fonseca. Enquanto campanhas de publicidade também impulsionam criadores como Camila Pudim e Álvaro.</p>
<p>No campo do entretenimento, reality shows seguem como motores de engajamento. Em 2025, o Big Brother Brasil 25, por exemplo, registrou <strong>458 milhões de interações</strong><strong>, </strong>acompanhado por programas como A Fazenda e Power Couple.</p>
<p>Além disso, conteúdos como novelinhas verticais e vídeos curtos, pensados para consumo mobile, demonstram alto potencial de viralização e monetização, especialmente em plataformas como TikTok, onde a novela “Tudo por uma Segunda Chance” alcançou mais de 65 milhões de visualizações no Tiktok.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Connected TV amplia consumo de vídeo em tela grande</strong></span></p>
<p>O consumo de vídeo também passa por uma expansão relevante em Connected TV (CTV), consolidando a convergência entre digital e televisão. Dados da Comscore mostram crescimento global no consumo de YouTube em CTV, com o Brasil registrando aumento de <strong>19% no tempo assistido entre janeiro de 2024 e janeiro de 2026.</strong></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Implicações para marcas, anunciantes e publishers</strong></span></p>
<p>“Diante desse cenário, é necessária a revisão das estratégias digitais. A presença em ecossistemas de IA passa a ser um fator crítico, exigindo que marcas e publishers garantam que seus conteúdos sejam citados e referenciados por assistentes”, aponta Ingrid. “A integração entre diferentes canais também se torna fundamental, com jornadas que começam, cada vez mais, em assistentes de inteligência artificial e se desdobram em múltiplas plataformas”, completa a executiva.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Metodologia</strong></span></p>
<p>Os dados da Retrospectiva Digital 2025 &#8211; Edição Brasil<em> 2025</em> são baseados nas soluções da Comscore, incluindo Total Digital, Mobile Metrix, CustomIQ, Video Metrix, IA Rankers e Content Pulse. A análise considera consumo em desktop e mobile, além de dados de audiência total e segmentações por categoria e mercado.</p>
<p>Veja o relatório completo <a href="https://www.comscore.com/por/Insights/Apresentacoes-e-documentos/2026/Retrospectiva-Digital-2025-Definindo-o-rumo-para-2026" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.comscore.com/por/Insights/Apresentacoes-e-documentos/2026/Retrospectiva-Digital-2025-Definindo-o-rumo-para-2026&amp;source=gmail&amp;ust=1776292375412000&amp;usg=AOvVaw3IzlNb3hQ29plXT5JtdoiF">aqui.</a></p>
</div>
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		<title>Uso da IA evolui entre os consumidores brasileiros e impulsiona era do B2A no país, revela pesquisa do Google</title>
		<link>https://tibahia.com/tecnologia/uso-da-ia-evolui-entre-os-consumidores-brasileiros-e-impulsiona-era-do-b2a-no-pais-revela-pesquisa-do-google/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 20:52:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[uso da IA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo inédito mostra que a adoção mais madura das ferramentas de inteligência artificial aumenta o nível de exigência dos usuários, mas a decisão final de compra ainda é humana. Salvador, 24/03/2026 – Uma pesquisa inédita realizada pelo Google em parceria com a Ipsos¹ revela que a IA se consolidou no Brasil como um &#8220;assistente” no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-70649" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2023/03/google_recepcao_sp_770-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2023/03/google_recepcao_sp_770-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2023/03/google_recepcao_sp_770-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2023/03/google_recepcao_sp_770.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Estudo inédito mostra que a adoção mais madura das ferramentas de inteligência artificial aumenta o nível de exigência dos usuários, mas a decisão final de compra ainda é humana.</em></p>
<p>Salvador, 24/03/2026 – Uma pesquisa inédita realizada pelo <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://google.com" target="_blank" rel="noopener">Google</a></span> em parceria com a Ipsos¹ revela que a IA se consolidou no Brasil como um &#8220;assistente” no dia a dia. Segundo o levantamento, deixamos a fase da curiosidade para trás, passamos pela experimentação e pelo entretenimento e, desde 2025, ingressamos numa era de utilidade e aplicação. Isso significa que a IA passou a ser vista como uma ferramenta que nos ajuda a resolver problemas.</p>
<p>Os dados foram apresentados no Re-Think with Google, o maior evento de negócios da empresa no país, e apontam que 82% dos brasileiros já usam algum recurso de IA &#8211; índice ainda mais expressivo entre a GenZ (90%). No caso de tarefas pessoais, essa adoção é de 79% entre os pós-Millennials e de 71% entre os usuários das demais gerações. No que tange às atividades profissionais, os índices de uso no dia a dia do trabalho giram em torno de 48% e 41%, respectivamente.</p>
<p>O incremento no uso de IA tem impacto direto na produtividade: 83% dos respondentes perceberam uma economia de tempo em sua rotina e, desses, 15% relataram, em média, cinco horas economizadas por semana. Os brasileiros estão percebendo que delegar o esforço mental mais burocrático e repetitivo para as ferramentas de inteligência artificial os livra da sobrecarga cognitiva e dá mais fôlego para atividades estratégicas. Não é à toa que “aprender assuntos complexos” e &#8220;comparar produtos e preços” estão entre as primeiras posições do ranking elaborado pela pesquisa que lista as atividades mais impactadas pela adoção da IA.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">Funções específicas para necessidades reais</span></strong></p>
<p>Uma das descobertas do levantamento é que a IA cumpre funções diferentes dependendo da categoria de negócios. No setor de Viagens, por exemplo, 42% dos respondentes alegaram usar a tecnologia principalmente para identificar preços menores ou cupons. Já a consulta a reviews e depoimentos de usuários mostrou-se mais essencial para consumidores dos setores Automotivo (38%) e de Bens Duráveis (35%) do que para os demais segmentos analisados pela pesquisa.</p>
<p>Veja, na tabela a seguir, as prioridades para os consumidores em cada uma das sete categorias de negócios contempladas pelo levantamento:</p>
<p><strong><span style="color: #000080;"><a href="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/google-uso-da-ia.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-105210" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/google-uso-da-ia-300x120.jpg" alt="" width="350" height="140" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/google-uso-da-ia-300x120.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/google-uso-da-ia-768x307.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/google-uso-da-ia.jpg 928w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a>O novo paradigma: a jornada potencializada pela IA</span></strong></p>
<p>Essa evolução na forma como percebemos e usamos a tecnologia, aliada ao aumento da produtividade e economia de tempo, ampliou a jornada e tornou os consumidores mais exigentes em suas escolhas, com ainda mais contexto e personalização: 80% relatam que a jornada fica mais rápida e 71% que a jornada é facilitada quando utiliza ferramentas de IA. Esse movimento impacta a forma de consumo e indica uma mudança: a chegada da jornada potencializada pela IA e o futuro do modelo B2C (Business to Consumer) para o B2A (Business to Agent), onde a IA irá não só auxiliar ao longo da jornada, mas também executar tarefas através de agentes.</p>
<p>“O consumidor já evoluiu a sua forma de buscar. Com a jornada potencializada por IA, focamos em resolver problemas e realizar &#8216;missões&#8217;, como planejar uma viagem ou organizar a rotina da casa”, explica Thais Melendez, Gerente de Programas do Google Campus e coordenadora do estudo. O levantamento analisou, no total, 17 mil jornadas de compra, com 57% dos consumidores alegando que já usaram IA em alguma delas. “A jornada potencializada por IA amplifica nosso conhecimento sobre produtos e serviços, revelando atributos que não mapearíamos sozinhos e aumentando nosso conhecimento sobre aquele tema, ao mesmo tempo que sintetiza assuntos complexos&#8221;, declara.</p>
<p>Isso significa que as marcas passam a ter um desafio duplo: convencer não apenas o consumidor final, mas também os agentes que realizam a triagem e curadoria de informações para esse usuário. O foco muda da disputa pela atenção para a disputa pelas recomendações.</p>
<p>Passados três anos da popularização da IA, pudemos checar como a IA está facilitando decisões complexas. Essa mudança no comportamento aponta para uma retomada de um conceito clássico do marketing, o “jobs to be done”, que foca na resolução de problemas reais por parte das marcas, que agora ganham um grande aliado com a IA. “Vemos um consumidor ainda mais bem informado e exigente, criando um novo patamar de expectativas sobre personalização e atendimento das nossas necessidades. Daqui em diante, os negócios precisam estar preparados para dar a melhor resposta aos pedidos feitos para a IA, garantindo que seu produto seja reconhecido e resolva dores reais dos consumidores&#8221;, avalia a executiva.</p>
<p>¹Fonte: Google &amp; Ipsos, Jornadas com IA, Jan 2026.</p>
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		<title>Automação evolui e entra em nova fase com sistemas de IA que &#8220;pensam&#8221; e decidem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[automação agêntica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a evolução do RPA para IA generativa e, agora, IA agêntica, a UiPath aponta como empresas podem alcançar uma automação mais inteligente e estratégica Salvador, 24/03/2026 — A automação nas empresas está passando por uma transformação profunda. Após um período focada em tarefas repetitivas e cumprimento de regras rígidas, a tecnologia evoluiu para a [&#8230;]</p>
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<p>Salvador, 24/03/2026 — A automação nas empresas está passando por uma transformação profunda. Após um período focada em tarefas repetitivas e cumprimento de regras rígidas, a tecnologia evoluiu para a capacidade de interpretar dados e, recentemente, começou a tomar decisões de forma autônoma por meio de agentes de IA. Segundo um relatório da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://kpmg.com/us/en/articles/2025/ai-quarterly-pulse-survey.html" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://kpmg.com/us/en/articles/2025/ai-quarterly-pulse-survey.html&amp;source=gmail&amp;ust=1774622929303000&amp;usg=AOvVaw1cATMGoFsXKNjRZNkvjuMX">KPMG</a>,</span> 62% das empresas estão experimentando a IA agêntica em seus processos e 26% já a utilizam de forma ativa. Essa nova fase promete redefinir a produtividade e a competitividade das organizações, visto que 59% dos líderes esperam ter retornos de investimento mensuráveis nos próximos 12 meses.</p>
<p>Ao longo da última década, a automação corporativa percorreu três grandes etapas, cada uma ampliando cada vez mais o papel da tecnologia dentro das empresas.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">RPA (Robotic Process Automation)</span> —</strong> Um processo que usa “robôs de software” para automatizar tarefas repetitivas que normalmente seriam feitas por humanos em computadores. O programa pode, por exemplo, pegar dados de uma planilha, inserir informações em um sistema ERP, gerar relatórios e enviar e-mails, sem que haja a necessidade de intervenção humana. Isso traz vantagens como redução de custos operacionais e execução rápida de tarefas sem erros humanos.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">IA generativa</span> — </strong>Diferentemente do <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.uipath.com/rpa/robotic-process-automation" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.uipath.com/rpa/robotic-process-automation&amp;source=gmail&amp;ust=1774622929303000&amp;usg=AOvVaw2JyNVOE6jxAQ3t-nz0r4U2">RPA</a>,</span> a tecnologia é capaz de aprender padrões em grandes volumes de dados e usar esse conhecimento para produzir novos conteúdos. Ferramentas desse tipo, como ChatGPT e Gemini, já são usadas, a depender do modelo, para criar textos, imagens, códigos, músicas, vozes artificiais, vídeos e animações. O avanço foi responsável por acelerar a automação de atendimento das empresas e possibilitar novas utilidades estratégicas, como marketing personalizado.</p>
<p><strong><span style="color: #000080;">IA agêntica</span> —</strong> Representando um salto ainda maior para a inteligência artificial, os agentes são projetados para agir de forma autônoma, tomando decisões e executando tarefas para atingir um objetivo, com pouca ou nenhuma intervenção humana. São sistemas capazes de analisar cenários, tomar decisões e executar fluxos completos de trabalho. Em vez de apenas responder comandos, esses agentes “pensam” e agem com base em contexto.</p>
<p>Um exemplo prático dessa evolução pode ser visto em empresas que automatizaram o atendimento ao cliente: o RPA organiza os dados, a IA generativa interpreta a solicitação e o agente de IA decide a melhor ação, como aprovar um pedido, encaminhar para um especialista ou resolver o problema automaticamente. É o caso da agente <a href="https://www.uipath.com/pt/resources/automation-case-studies/vwco-uses-julia-ai-agent-to-reduce-service-time" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.uipath.com/pt/resources/automation-case-studies/vwco-uses-julia-ai-agent-to-reduce-service-time&amp;source=gmail&amp;ust=1774622929303000&amp;usg=AOvVaw00iYo1wqBFA7SuCo0qcBSP"><span style="color: #3366ff;">JULIA</span> </a>(Join User Logistic Interface Agent), desenvolvida pela <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.uipath.com/" target="_blank" rel="noopener">UiPath</a></span>, que foi responsável por diminuir o tempo de solicitações de acesso da Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) ao sistema SAP de 15 dias para três minutos.</p>
<p>A grande mudança não está em uma tecnologia isolada, mas na combinação delas. Quando RPA, IA generativa e agentes inteligentes trabalham juntos, surge um novo modelo operacional: a “agentic automation”, ou <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.uipath.com/automation/agentic-automation" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.uipath.com/automation/agentic-automation&amp;source=gmail&amp;ust=1774622929303000&amp;usg=AOvVaw31FZh8z5LiIsJdTxLnIeri">automação agêntica</a></span>. Nela, o trabalho é dividido de forma mais eficiente, em que robôs executam tarefas repetitivas, agentes analisam e decidem e pessoas lideram e supervisionam. Essa colaboração é coordenada por meio de estratégias de orquestração agêntica, que garantem que cada parte saiba quando agir, evitando gargalos e garantindo que o resultado final esteja alinhado aos objetivos do negócio.</p>
<p>A adoção de sistemas baseados em IA avançada deve acelerar significativamente nos próximos anos, impulsionando novos modelos de produtividade e eficiência. De acordo com a <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.gartner.com/en/newsroom/press-releases/2026-01-15-gartner-predicts-60-percent-of-brands-will-use-agentic-ai-to-deliver-streamlined-one-to-one-interactions-by-2028" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.gartner.com/en/newsroom/press-releases/2026-01-15-gartner-predicts-60-percent-of-brands-will-use-agentic-ai-to-deliver-streamlined-one-to-one-interactions-by-2028&amp;source=gmail&amp;ust=1774622929303000&amp;usg=AOvVaw0Oe5Osr5putw0npqiVphRl">Gartner</a>,</span> 60% das marcas usarão IA Agêntica para interações personalizadas e processos de negócio até 2028.</p>
<p>Nesse contexto, a UiPath se posiciona como uma líder global em automação de agentes, integrando robôs, agentes e pessoas que são orquestrados em uma única plataforma. “A empresa tem investido em soluções que permitem às organizações orquestrar processos complexos, conectar diferentes tecnologias e garantir governança”, explica Edgar Garcia, VP da UiPath para a América Latina.</p>
<p>“Estamos entrando em uma era em que a automação deixa de apenas executar tarefas e passa a colaborar com as pessoas na tomada de decisão. A automação agêntica representa uma mudança estrutural na forma como o trabalho é realizado. As empresas que conseguirem integrar robôs, IA e agentes de forma coordenada terão uma vantagem competitiva clara nos próximos anos”, afirma.</p>
<p>A expectativa é que 2026 marque o momento em que projetos de IA deixem de ser experimentais e passem a ter presença ativa nas corporações, gerando ainda mais retorno financeiro. A <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://my.idc.com/getdoc.jsp?containerId=prUS53765225" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://my.idc.com/getdoc.jsp?containerId%3DprUS53765225&amp;source=gmail&amp;ust=1774622929304000&amp;usg=AOvVaw0uLG8-mEBaLyvv53wNt4CS">projeção da IDC</a> </span>é de que gastos em automação agêntica na área de TI alcancem US$ 1,3 trilhão até 2029, ultrapassando 26% do investimento global do setor.</p>
<p>Mais do que uma evolução tecnológica, a automação agêntica traz uma mudança estrutural na forma de trabalhar. Nos próximos anos, ela deve se tornar cada vez mais estratégica, com sistemas capazes de aprender, decidir e agir em conjunto com humanos. Para as empresas, o desafio será repensar profundamente como o trabalho acontece.</p>
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		<title>Acervo científico brasileiro passa a integrar o Arquivo Mundial do Ártico</title>
		<link>https://tibahia.com/tecnologia/acervo-cientifico-brasileiro-passa-a-integrar-o-arquivo-mundial-do-artico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 07:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Arctic World Archive]]></category>
		<category><![CDATA[AWA]]></category>
		<category><![CDATA[cofre global]]></category>
		<category><![CDATA[Dasa]]></category>
		<category><![CDATA[permafrost]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dasa participa de iniciativa inédita e deposita em um cofre de segurança máxima no ártico seu acervo de pesquisas científicas que documentam o uso pioneiro de tecnologias médicas, incluindo as reconstruções digitais de peças do acervo do Museu Nacional, afetadas pelo incêndio de 2018 Salvador, 20/03/2026 – A Dasa, líder em medicina diagnóstica do Brasil, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img decoding="async" class="alignleft wp-image-105184" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/piql-awa-museu-do-artico-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/piql-awa-museu-do-artico-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/piql-awa-museu-do-artico-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/piql-awa-museu-do-artico.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Dasa participa de iniciativa inédita e deposita em um cofre de segurança máxima no ártico seu acervo de pesquisas científicas que documentam o uso pioneiro de tecnologias médicas, incluindo as reconstruções digitais de peças do acervo do Museu Nacional, afetadas pelo incêndio de 2018</em></p>
<p>Salvador, 20/03/2026 – A <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://dasa.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Dasa</a></span>, líder em medicina diagnóstica do Brasil, participou de uma cerimônia exclusiva organizada pela UNESCO no dia 28 de fevereiro para o depósito de um amplo acervo de pesquisas científicas no <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://arcticworldarchive.org/" target="_blank" rel="noopener">Arctic World Archive</a></span> (AWA), localizado em Svalbard, na Noruega. A iniciativa tem como objetivo salvaguardar o conhecimento humano em um cofre de segurança máxima escavado no permafrost ártico, projetado para resistir a desastres naturais, instabilidades políticas e conflitos por mais de mil anos.</p>
<p><a href="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/awa.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-105160" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/awa-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/awa-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/awa-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/awa.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></a>O Arctic World Archive é uma iniciativa independente, concebida para funcionar como um cofre global da memória humana. Escavado no permafrost do Ártico e situado em uma região politicamente neutra e desmilitarizada, o AWA foi projetado para resistir a desastres naturais, instabilidade geopolítica e conflitos armados, garantindo a salvaguarda de informações essenciais por séculos ou até milênios. Os arquivos são digitalizados e gravados pela <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://piql.com/" target="_blank" rel="noopener">PIQL</a></span>, empresa de tecnologia referência global em preservação digital de ultralonga duração.</p>
<p>O legado digital depositado pela Dasa reúne o inventário completo de seu laboratório de biodesign, parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), e inclui modelos tridimensionais, cinco livros publicados, mais de 80 artigos científicos e reportagens, que documentam o uso pioneiro de tecnologias médicas aplicadas à arqueologia e à medicina fetal. Entre os destaques estão as reconstruções digitais de peças emblemáticas do acervo do Museu Nacional que foram severamente afetadas pelo incêndio de 2018, como o crânio de Luzia e a múmia de gato nº inv. 247.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-105185" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/heron-werner-medico-e-pesquisador-da-dasa-durante-deposito-de-imagens-digitalizadas-do-museu-nacional-em-cofre-no-artico-2-300x261.jpg" alt="" width="350" height="305" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/heron-werner-medico-e-pesquisador-da-dasa-durante-deposito-de-imagens-digitalizadas-do-museu-nacional-em-cofre-no-artico-2-300x261.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/heron-werner-medico-e-pesquisador-da-dasa-durante-deposito-de-imagens-digitalizadas-do-museu-nacional-em-cofre-no-artico-2-768x668.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2026/03/heron-werner-medico-e-pesquisador-da-dasa-durante-deposito-de-imagens-digitalizadas-do-museu-nacional-em-cofre-no-artico-2.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Para o <span style="color: #333399;">Dr. Heron Werner, médico especialista em medicina fetal da Dasa</span> e um dos coordenadores do projeto, o depósito no AWA representa uma resposta concreta à fragilidade da memória material: “Muitas das peças do Museu Nacional que estamos depositando foram fisicamente perdidas no incêndio. Isso evidencia a importância de <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://arcticworldarchive.org/preservation/" target="_blank" rel="noopener">preservar dados e trabalhos científicos</a></span> de forma segura. O que está em um HD ou mesmo na nuvem pode desaparecer rapidamente. O Arctic World Archive é, hoje, o lugar mais seguro do mundo para garantir que esse conhecimento chegue intacto às próximas gerações.”</p>
<p>Werner explicou também processo de digitalização de acervos, imagens e modelos tridimensionais não apenas preserva conhecimento, mas também ajudou a acelerar uma curva de aprendizado importante para a prática clínica.</p>
<p>“Foi justamente nesse contexto que avançamos no uso de reconstruções digitais e imagens médicas para planejamento cirúrgico, uma abordagem que hoje já faz parte da medicina de precisão e da tomada de decisão clínica baseada em dados”, completa.</p>
<h1>Tecnologia médica preservando o passado</h1>
<p>A parceria, iniciada em 2003 pela marca CDPI, da Dasa no Rio de Janeiro, consolidou o uso de métodos diagnósticos não invasivos, como tomografia computadorizada, ressonância magnética e ultrassonografia, para investigar estruturas internas de artefatos milenares e fetos humanos sem qualquer risco de dano. No caso da múmia de gato do período romano, a tomografia revelou tratar-se de um animal jovem, ainda com dentes de leite, além de permitir a identificação da provável causa mortis ritualística, informações que viabilizaram a reprodução fiel de seu esqueleto por meio de impressão 3D.</p>
<p><span style="color: #333399;">Fabrício de Souza, gerente sênior de TI para Radiologia e Diagnostico por Imagem (RDI) da Dasa</span> responsável pela articulação institucional do projeto, destaca o caráter simbólico e estratégico da iniciativa. “A participação da Dasa no Arctic World Archive coroa um trabalho multidisciplinar de mais de duas décadas. Ao aplicar tecnologias de diagnóstico por imagem da medicina contemporânea na preservação de patrimônios da humanidade, reafirmamos nosso compromisso com a inovação, com a ciência e com a construção de um legado duradouro para o futuro.”</p>
<p>O depósito do acervo no AWA posiciona a Dasa em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente aqueles voltados à proteção do patrimônio cultural e ao estímulo à inovação tecnológica. Localizada em uma região desmilitarizada e politicamente neutra, Svalbard oferece as condições ideais para que a história da ciência brasileira, agora gravada em mídias de longevidade extrema, permaneça preservada por milênios, acessível às civilizações do futuro.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Sobre a Dasa</strong></span></p>
<p>A Dasa é uma das maiores empresas de saúde do mundo, líder em medicina diagnóstica no Brasil. Trabalha para transformar sua especialização, alcance e escala em acesso à saúde de qualidade e cuidado humanizado para todos os brasileiros.</p>
<p>A empresa faz parte da vida de mais de 20 milhões de pessoas por ano, com alta tecnologia, amplo portfólio de exames e serviços e foco na melhor experiência em saúde. Com mais de 25 mil colaboradores e mais de 350 mil médicos parceiros, processa mais de 414 milhões de exames por ano em suas mais de 40 marcas presentes em todo o território nacional.</p>
<p>Essa capilaridade única, torna a <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://tibahia.com/artigos/por-que-a-ia-pode-acelerar-o-numero-de-mulheres-lideres-em-tecnologia/" target="_blank" rel="noopener">Dasa</a></span> a companhia de saúde que mais se relaciona com o brasileiro, com soluções conectadas à realidade e à diversidade do país. Com uma governança baseada em gestão disciplinada e capacidade de execução, a empresa avança como uma organização inovadora, focada e sustentável, sempre pautada pela excelência médica e pelo nosso compromisso com a sustentabilidade do setor da saúde.</p>
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		<title>Mês do Consumidor: como a tecnologia está transformando o varejo no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 11:12:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[globant]]></category>
		<category><![CDATA[hiperpersonalização]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-77577" src="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2023/08/globant-sao-paulo-2-300x200.jpg" alt="" width="350" height="233" srcset="https://tibahia.com/wp-content/uploads/2023/08/globant-sao-paulo-2-300x200.jpg 300w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2023/08/globant-sao-paulo-2-768x512.jpg 768w, https://tibahia.com/wp-content/uploads/2023/08/globant-sao-paulo-2.jpg 770w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />Salvador, 18/03/2026 &#8211; Março já se consolidou como o Mês do Consumidor, período que convida à reflexão sobre como evoluem as relações entre empresas e compradores. No Brasil, essa discussão ganha relevância em um momento em que o varejo passa por uma transformação acelerada impulsionada pela tecnologia, pela inteligência artificial e por novos hábitos de consumo.</p>
<p>Esse novo cenário também torna mais complexa a proteção dos consumidores. Hoje, as decisões de compra são cada vez mais mediadas por plataformas digitais, algoritmos de recomendação, marketplaces e sistemas automatizados de atendimento. A hiperpersonalização baseada em dados, a publicidade segmentada e os preços dinâmicos levantam novos questionamentos sobre transparência, uso de informações pessoais e acesso equitativo à oferta comercial.</p>
<p>O crescimento do comércio digital ilustra essa transformação. De acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o faturamento do e-commerce brasileiro atingiu cerca de R$ 185 bilhões em 2023, consolidando o país como um dos maiores mercados digitais do mundo. Esse avanço ampliou as oportunidades de compra para milhões de consumidores, mas também trouxe novos desafios regulatórios relacionados à proteção de dados, garantias e responsabilidade das plataformas.</p>
<p>Nesse contexto, a proteção do consumidor no ambiente digital também ganhou maior atenção regulatória. No Brasil, a defesa dos direitos do consumidor é regida pelo Código de Defesa do Consumidor do Brasil, que estabelece regras para transparência nas relações comerciais, direito à informação e proteção contra práticas abusivas. Além disso, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) trouxe novas exigências sobre o tratamento de dados pessoais, especialmente relevantes para empresas que utilizam tecnologias baseadas em dados para personalização de ofertas e serviços.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o varejo vive uma reinvenção profunda. Longe de desaparecer com o avanço do comércio eletrônico, as lojas físicas estão evoluindo para modelos híbridos, nos quais experiências digitais e presenciais convivem.</p>
<p>Os números mostram o dinamismo do setor. Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) indicam que o comércio varejista brasileiro registrou crescimento ao longo de 2024 e manteve trajetória positiva impulsionada principalmente por segmentos como eletroeletrônicos, móveis e artigos de tecnologia.</p>
<p>Um dos motores mais relevantes dessa transformação é a Inteligência Artificial (IA). No setor de bens de consumo e varejo, a tecnologia está mudando desde o planejamento da produção até a experiência dentro das lojas. De acordo com um relatório recente da <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.globant.com/" target="_blank" rel="noopener">Globant</a></span>, sistemas de IA permitem antecipar a demanda, otimizar estoques e coordenar cadeias de suprimentos em tempo real.</p>
<p>“As empresas que integrem a IA em todas as suas funções poderão liberar o talento humano para focar na inovação e na criação de valor real para os consumidores”, explica <span style="color: #333399;">Santiago Noziglia, CEO do Retail, CPG &amp; Automotive Studio na Globant</span>.</p>
<p>Para a companhia, os usos mais comuns da IA no varejo incluem a orquestração em tempo real da cadeia de suprimentos, a previsão de demanda, a gestão inteligente de fornecedores, o uso de agentes de IA em fábricas e ferramentas de compra baseadas em dados.</p>
<p>Nos últimos anos, muitas empresas também passaram a melhorar o atendimento ao cliente por meio de chatbots capazes de responder dúvidas e registrar solicitações que depois são analisadas por atendentes humanos. No entanto, a evolução para os chamados agentes de IA promete ir além. Esses sistemas não apenas interpretam as solicitações dos consumidores, mas também podem executar ações — como acompanhar pedidos, processar solicitações de reembolso ou até auxiliar na realização de compras online com base nas preferências do usuário.</p>
<p>Além disso, essas soluções aprendem com cada interação, adaptam-se a novos cenários sem intervenção humana e tornam-se capazes de resolver tarefas cada vez mais complexas ao longo do tempo.</p>
<p>O potencial é enorme, embora ainda esteja em fase inicial. Segundo o Boston Consulting Group, apenas 5% das empresas no mundo conseguem capturar valor da inteligência artificial em larga escala, o que indica que a transformação do setor ainda está em seus primeiros estágios.</p>
<p>Curiosamente, essa revolução tecnológica também está impulsionando uma revitalização das lojas físicas. Durante anos se previu que o comércio eletrônico substituiria o varejo tradicional. No entanto, o comportamento das novas gerações tem mostrado outra realidade.</p>
<p>A chamada Geração Z – consumidores que cresceram em um ambiente digital – tem voltado às lojas em busca de experiências que a Internet não consegue replicar completamente, como interação humana, gratificação imediata e conexão com as marcas. Segundo pesquisa global da EY, 63% dos consumidores dessa geração preferem realizar compras em lojas físicas em determinadas ocasiões, especialmente quando buscam experiências mais personalizadas.</p>
<p>Hoje, muitas lojas estão se transformando em espaços imersivos onde convivem tecnologia, entretenimento e atendimento especializado. Em alguns casos, vendedores utilizam assistentes baseados em inteligência artificial para recomendar produtos em tempo real, enquanto sistemas analisam padrões de comportamento para antecipar o que pode interessar ao cliente.</p>
<p>Nesse contexto, o varejo deixa de ser apenas um ponto de venda e passa a se tornar uma experiência. E, nesse processo, o desafio para empresas e reguladores será acompanhar a inovação tecnológica com estruturas que garantam transparência, informação clara e proteção efetiva para os consumidores.</p>
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