Energia: o desafio dos data centers na era da Inteligência Artificial
Por Aluízio Ábdom, Diretor Comercial e de Marketing da Engetron
Salvador, 27/03/2025 – A ascensão da Inteligência Artificial (IA) está se transformando cada vez mais e aumentando a dependência dos data centers. O uso intensivo de recursos computacionais da IA está gerando um alto consumo de energia para operar servidores e manter a refrigeração nesses espaços, destacando a necessidade de soluções resilientes, eficientes e sustentáveis para garantir um fornecido limpo, estável e ininterrupto.
Por esse motivo, a IA exige a expansão e a modernização dos data centers no mundo. De acordo com o relatório da Goldman Sachs, a exigência de energia nestes centros está projetada para crescer 165% até 2030, impulsionada pela IA. A taxa de ocupação de datacenters (85% atualmente) deve subir para 95% até o final de 2026. Ainda assim, é esperado que a IA represente cerca de 27% da demanda de energia até 2027, frente aos 14% de hoje.
Embora novos desenvolvimentos recentes tenham mostrado uma necessidade menor de energia para treinamentos e funcionamento dos modelos, o impacto energético da IA continua sendo expressivo. Diante desse cenário, os data centers precisam investir em uma infraestrutura que garanta qualidade de energia, sem falhas. E a solução para isso está na UPS, que apoia os negócios ao fornecer confiabilidade de energia, evitando riscos de interferências que resultam em falhas nos sistemas de IA, com perda de dados e enormes prejuízos financeiros.
Os UPSs apresentam maior flexibilidade e eficácia operacional ao funcionar como verdadeiros hubs inteligentes de gerenciamento energético. Desenvolvidos com tecnologias de ponta e específicas para terem ampla evolução, os UPSs otimizam a distribuição de energia e economizam desperdícios em data centers. Eles possibilitam que os centros possam escalar suas operações conforme necessário, sem perder potência e obter total estabilidade e previsibilidade. Com os UPSs, as empresas podem focar nos negócios enquanto se tornam mais sustentáveis, monitorando a saúde da rede elétrica e ajustando a distribuição de energia conforme a carga de trabalho.
O avanço tecnológico e o uso crescente da IA tornaram a energia um fator central na competitividade dos data centers. No entanto, essa revolução só será sustentável se for alimentada corretamente. Para as empresas que administram esses ambientes, a questão vai além da garantia de disponibilidade contínua, tornando imperativo que também repensem como a energia é gerida para evitar desperdícios, mitigar impactos ambientais e manter a vantagem competitiva no longo prazo.
Investir em sistemas robustos, como UPSs de última geração, juntamente com estratégias de geração energética inteligente, com foco em fontes renováveis, é essencial para que esses centros tenham uma infraestrutura de base que apoie a inovação e a segurança das iniciativas de IA. Assim, com a revolução digital andando ao lado da revolução energética nos negócios, os data centers poderão ir rumo a um futuro responsável, sustentável e inovador.









